What´s new, Lili?











OrlandoFlagGeeeeiiinteeeeiiin! 

Agora é oficial mesmo!

As passagens aéreas de nossa viagem à Inglaterra já foram trocadas para os Estados Unidos.  É isso mesmo – mudamos de planos, de roteiro, de país, de moeda, de tudo!!!!!!

19 de setembro a 4 de outubro de 2009 – 16 dias – na DISNEY!!!

Voaremos Rio/Orlando/Rio, pela  TAM – com passagens aéreas gentilmente reitineradas pela agência de nosso amigo egípcio,  Shaaban  Husseim – GranturBrasil – www.granturbrasil.com - um poço de paciência…

Será nossa segunda viagem comprando as passagens com ele e tudo é maravilhoso, no tempo certo, com segurança e confiança.  Eu recomendo.

Grantur Brasil – Shaaban Husseim

Av. Jequitiba, Lote 685, Ed. Bahamas Center, n. 518
CEP : 71929-540 Aguas Claras-DF Brasil
Tel: 055 61 3033 1880



{Maio 17, 2009}   RestaurantWeek Rio

banner_rio-09Ontem, sábado, dia 16 de maio de 2009, fomos ao Restaurante VIZTA, no Hotel Marina DSC00709Palace, participante do RestaurantWeek Rio, evento gastronômico de alto nível.

A comida estava excelente, se bem que naquelas porções diminutas que a gente conhece de restaurante chique.  Para mim, vocês sabem que é perfeito.

DSC00706De entrada – rolinhos de camarão com catupiry e alho poró com molho agridoce. 

Dá para ver, pelo meu sorriso, que eu adoooooooorei!!!!

 

DSC00714Prato principal – penne com presunto cru ao molho de queijo. 

Ou, como meu marido optou: medalhão com crosta de amêndoas e arroz cremoso comDSC00712 ervas.

 

DSC00715Sobremesa – petit gateau de chocolate belga, com sorvete de creme. 

Tudo regado à cerveja Stella Artois.

A organização é que precisava ser melhor: A nossa reserva de almoço era para 14 horas e nós só conseguimos mesa às 15:30, de tão cheio que estava.  O problema é que as pessoas demoram para desocupar as mesas e a fila vai crescendo.

Vamos ver no sábado que vem, na Casa Julieta de Serpa, como será…



British Museum

London Tower

Tower Bridge

London Eye

Madame Toussauds

National Gallery

Natural History Museum

Tate Britain

Tate Modern

Portrait Gallery

Dali Universe

Westminster Abbey

E, como ninguém é de ferro e só vive só de cultura:
Marks&Spencer, Selfridge´s e Harrod´s

Alguém sabe se ainda existem as lojas Booth´s?
E qual musical escolher? Dirty Dancing, Grease, Mamma Mia!, Phantom of the Opera, Piaf, The Sound Of Music, The Lion King?



Neste dia, voltaremos para Londres.

Como temos o dia todo para voltarmos de carro – alguém tem alguma sugestão de lugar legal para pararmos durante a viagem?



Em Tintagel, na Cornualha, vamos visitar as Tintagel Castle Ruins, onde fica a Merlin´s Cave (low tide).No dia seguinte, vamos para Watergate Bay, tomar o cafe-da-manhã no outro restaurante-escola do Jamie Oliver: Fifteen Cornwall.

Depois, viagem para o Eden Project.

No dia seguinte, viagem para Saint Michaels Mount.

Na volta para Tintagel, passamos pelo Museum of Witchcraft, Launceston Castle, The Arthurian Centre, King Arthur´s Great Hall, St Mawes Castle, Restormel Castle.

Será que vai dar tempo para ver tudo isso?



Em Glastonbury (ou Avalon?)

 

Glastonbury Abbey 

The Rural Life Museum 

The Chalice Well 

The Tor 

Dinner ar High Street



{Abril 18, 2009}   Viagem à Inglaterra – Bath

In Bath, vamos iniciar os trabalhos, com um passeio de barco pelo Rio Avon – Putney cruises – L 20 – http://visitbath.co.uk/site/tours/boat-tours

Depois de almoçar no Pump Room – visitao aos banhos romanos – The Roman Baths.

Para relaxar, ao final do 1o dia, nada melhor do que duas horinhas no Thermae Bath Spa – com direito à piscina, sauna, banhos turcos e massagens.

For dinner – Sally Lunn´shttp://www.sallylunns.co.uk/home,intro.htm

No dia seguinte, continuamos a visita com o Fashion Museum, o Centro Jane Austen e os conjuntos arquitetônicos: The Circus – n.17 (Gainsborough´s house) – e o Royal Crescent.

Para jantar, final de ouro no restaurante italiano de Jamie Oliver – recém inaugurado – Italian´s Oliver.



Em Winchester, vamos visitar o The Great Hall and King Arthur´s Round Table – onde está a Távola Redonda – e a famosa Winchester Cathedral.

Dinner? The Old Vine – http://www.oldvinewinchester.com/restaurant.htm



De Salisbury, antes de chegarmos em Winchester, vamos dar uma passada pela Ilha de Wight onde poderemos visitar a Godshill Model Village (cidade em miniatura) e o Carisbrooke Castle.
Sabemos que a volta é grande, com ferry-boat e tudo, mas deve valer a pena.

Vale mesmo?



Em Salisbury, pretendemos visitar os locais abaixo – alguma dica?

 Salisbury Cathedral

The Medieval Hall

The Old Sarum

Stonehenge

Avebury and Silbury Hill

In the mean time if possible – Circle crops

For Dinner, we made reservations at The Red Lion Hotel Vine Restaurant and The Red Lion Victoria Lounge – qual vocês acham que é melhor?

Em outro jantar – The Haunch of Venison – com direito a fantasma e tudo o mais…



Assim que chegarmos em Londres, no aeroporto de Heathrow, queremos alugar um carro pequeno e econômico para rodar por 10 dias pelo interior da Inglaterra.

 

Alguma sugestão de empresa de aluguel de carrros aqui no Brasil ou lá mesmo na Inglaterra?

 

Alguém já dirigiu na mão-inglesa?  É muito difícil?

 

E para tirar a carteira de motorista internacional, como fazer?

 



Escolhemos e reservamos esses Bed&Breakfasts no interior da Inglaterra, de Londres até a Cornualha, para melhor sentir o clima da região.

Em Roma, como os romanos.  Alguém já esteve lá? Alguma dica?

•2 noites – Salisbury – £65,00 – Websters – http://www.websters-bed-breakfast.com/index.html - enquiries@websters-bed-breakfast.com

•2 noites – Bath – £110,00 – Tasburgh House – http://www.bathtasburgh.co.uk/ – hotel@bathtasburgh.co.uk

•1 noite – Glastonbury – £115,00 – Chindt House – http://www.chindit-house.co.uk/pages/ – enquiries@chindit-house.co.uk

•3 noites no Camelot Castle – Tintagel – £100,00 - http://www.camelotcastle.com/camelotcastle.htm -  enquiries@camelotcastle.com

•1 noite – Winchester – £85,00 – The Three Cups Inn – http://www.the3cups.co.uk/default.htm - L85 – manager@the3cups.co.uk



Continuando…

Tenho 4 opções interessantes de hotéis em Londres para reservar por 4 noites.  Alguém conheçe algum?  Podem me ajudar a escolher?

o Royal Norfolk Hotel – £98 - http://www.royalnorfolkhotel.co.uk/
o Blair Victoria Hotel – £93 – http://www.blairvictoriahotellondon.co.uk/Blair_Victoria_And_Tudor_Inn_Hotel_Home.html
o Duke of Leinster – £89 - http://www.dukeleinsterhotel.co.uk/
o LONDON-NEWBURY PARK Express by Holiday Inn – £87 - http://www.ichotelsgroup.com/h/d/6c/220/pt/hd/longh?crUrl=/h/d/6c/220/pt/rates/longh&rpb=rate&ias=y&_requestid=211307



Geeeeiiinteeeeiiin!  Agora é oficial!

As passagens aéreas de nossa viagem à Inglaterra já estão compradas.

19 de setembro a 4 de outubro de 2009 – 16 dias

Voaremos Rio/Londres/Rio, pela  TAM – com passagens aéras gentilmente providenciadas pela agência de nosso amigo egípcio,  Shaaban  Husseim – GranturBrasil – www.granturbrasil.com

Será nossa segunda viagem comprando as passagens e rese4rvando hotéis com ele e tudo é maravilhoso, no tempo certo, com segurança e confiança.  Eu recomendo.

Grantur Brasil – Shaaban Husseim

Av. Jequitiba, Lote 685, Ed. Bahamas Center, n. 518
CEP : 71929-540 Aguas Claras-DF Brasil
Tel: 055 61 3033 1880



{Abril 11, 2009}   Oferecimento de cursos

Como todos os meus leitores já sabem, sou Lilia Cristina Machado e me formei em História na Universidade Veiga de Almeida.

Atualmente, após vários cursos de extensão no Museu de Belas Artes, estou terminando a Pós-Graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes.

 

Estou precisando de uma sala para ministrar meus cursos de História, de História da Arte e de Inglês.

 

Aos interessados, encaminharei, por e-mail ou pelo correio, meu currículo resumido e os planos de aula e ementas, para 3 dos vários cursos que já ministrei com sucesso:

 
• A História da Moda através da Pintura dos Grandes Mestres – do Gótico ao Impressionismo;

 
• A vinda da Missão Artística Francesa e seus desdobramentos no Neoclássico – um panorama da pintura brasileira no século XIX;


• Mitologia Grega – Os deuses do Olimpo e os heróis helênicos – suas estórias de amor e ódio.

 

A arte da propaganda (panfletos e cartazes), fica por minha conta. A divulgação ficará por conta dos interessados.

 

Minha proposta de preço é de R$ 20,00 por aluno, por hora/aula.

 

As aulas podem ser ministradas de manhã, no horário de almoço, de tarde, na saída do trabalho, ou à noite, de 2a a 6a feira, ou aos sábados de manhã ou de tarde.

 

As apostilas poderiam ser enviadas aos alunos, por e-mail, após a matrícula.  Melhor ainda, seria que os interessados oferecessem o material já impresso a cores, ao aluno, por ocasião da matrícula.

 

Meu e-mail é: lilia@andremachado.com e meu celular é: 86245176.

Minha comunidade no Orkut é: Lili Machado Historiadora – também é meu nome de usuário do Orkut.

No Twitter – Lili Machado

Meu blog: http://www.lilimachado.wordpress.com/

 

No aguardo, abraços,

Lili Machado Historiadora



Brasão da InglaterraAgora é oficial!

As passagens aéreas estão compradas e os Bed&Breakfasts countryside já estão reservados.  Só falta reservar o hotel de Londres.
Alguém tem uma boa sugestão?
Vou postar o nosso roteiro aos poucos, quem sabe algum dos meus amáveis leitores oferecem dicas…

Lili Machado



{Outubro 15, 2008}   Nas areias do Saara

Aí vão mais lembranças de viagem:

Também, no inverno de 2007 (janeiro), fomos ao Egito.

Entre as 6.000 fotos que tiramos, separei essas duas.

Em Gize, na frente das Grandes Pirâmides e da Esfinge – nos sentimos como se estivéssemos em São Paulo, com pirâmides no centro da cidade – rodeados de MacDonald´s , Pizza Huts e KFCs.

Na Ilha faraônica – espécie de Disneylândia egípcia, que demonstra, através de parque temático, o dia-a-dia dos tempos dos faraós – vestidos como Ramsés II e sua esposa, Nefertari.

Grandes lembranças – especialmente para mim, que sou historiadora. 

Esperei 50 anos para fazer essa viagem, o que me faz lembrar de nunca desistir de meus sonhos.



{Outubro 13, 2008}   Paris – a cidade luz

Revendo o álbum de fotos de minha segunda viagem a Paris, em fevereiro do ano passado, me deparei com essa foto aqui, na pracinha, em frente ao Arco do Triunfo.

Estava tão frio que eu não tinha nem forças para sorrir para meu marido bater a fotografia.

Só para vocês imaginarem: o frio era tanto que havíamos combinado comemorar meu aniversário, com um jantar no restaurante chiquerrérrimo do segundo andar da Torre Eiffel.  Chegando lá, quem disse que conseguíamos subir?  O máximo que conseguimos foi chegar perto dos pilares para fotografar.

Resultado:  voltamos para o hotel, passamos numa boulangerie e compramos presunto, queijos ementhal, baby-bel e outros, pães, vinho e cerveja.  Ao entrar no quarto do hotel, deixamos o vinho e a cerveja para gelar, do lado de fora da janela.

Foi maravilhoso!  Bem melhor do que o restaurante.  Isso eu garanto!

Enfim, fica o registro.  Que venham outras viagens à Europa, a Paris… 

Mas!!! No verão, bem entendido!!!



{Outubro 13, 2008}   Taxi abusado, esse…

Embalada na frustração do INSS (post abaixo no dia de hoje), peguei um taxi para ir ao meu trabalho.

Estava frio demais, dentro do taxi.  Quem me conhece sabe que eu não suporto ar condicionado muito forte.

Pedi, educadamente, ao motorista do taxi, para abaixar a potência do ar.  Nem pelota…

Pedi, novamente, com voz mais alta, porque ele podia não ter ouvido.  Nem pelota…

Falei de forma mais forte ainda: 

- “O senhor ainda não abaixou o ar.”

O motorista me perguntou, então, de forma bem insolente:

- “Onde você trabalha não tem ar?”

Ora, e eu com isso?  E o que ele tem com isso?  Acho que, resguardados os excesso, quando pegamos um taxi, ele passa a estar a nosso serviço, portanto, tem de estar de acordo com nosso conforto pessoal.

- OK.  Se o senhor não quer diminuir o ar, eu, então prefiro pegar outro taxi, respondi.

Ao que o motorista retrucou:

- Mas tem de pagar, pelo menos, R$ 5,00.

Eu concordei, para não ter problemas, enquanto ainda estava dentro do taxi.  Mas, assim que abri a porta e sai, virei as costas e fui embora, explodindo de raiva, ouvindo todo o rosário de palavrões (uns até que eu nem conhecia) que o motorista desfiou.

Vai entender isso!



Pois é…

Voltei ao INSS hoje, para ver se o meu processo com a Certidão de Tempo de Contribuição já havia sido entregue na agência Tijuca. Para isso, cheguei bem cedo e, quando a agência abriu eu já estava lá.

Fui atendida de pronto. Fiquei logo animadinha, crente que estava abafando…

Mas, ledo engano.

O Processo realmente estava lá. Mas estava na mesa da chefa da agência para assinar. Só para isso.

Quando perguntei porque não podia ser assinado naquela hora mesmo, quando eu lá estava, recebi a resposta de que a “CHEFIA” só chegava mais tarde, lá pelas 13 horas da tarde e me aconselharam a voltar no dia seguinte – amanhã.

Coisas de serviço público.

Geiiiinteiiiin. Quando é que essa via-crucis vai acabar? Eu também sou servidora pública e não posso ficar com um processo na minha mesa por mais de 3 dias, sob pena de pena de sofrer inquérito administrativo.

Voltar amanhã? Nãaaaaaooooo. Só volto lá, agora, na semana que vem.

Fiquem atentos…



The Gates - Central Park, Nova York, 2005.



The Wall, – instalação interna com 13.000 tambores de oleo – Gasometer, Oberhausen, 1999



Wrapped Trees – Fondation Beyeler and Berower Park, Riehen, Switzerland, 1998



The Reichstag – 1995 – Mais de 100.000m2 de tecido de polipropileno à prova de fogo, cobertos por uma camada de alumínio e 15km de cordas. Berlim, Alemanha.



Umbrellas – 1991 – O plano de Christo era de colocar guarda-chuvas azuis e amarelos na California (amarelos) e no Japão (azuis), de 6m de altura e 9m de diâmetro, ao mesmo tempo.
O custo final do projeto totalizou 26 milhões de dólares.
Os guarda-chuvas viraram atração turística, locais de pic-nic e altares de casamento.
Uma mulher morreu ao ser atingida por um dos guarda-chuvas arrancados pelo vento; e um homem foi eletrocutado enquanto removia alguns deles, que estavam em contato com fios de alta-tensão.



The Pont Neuf Wrapped, Paris, 1975-85



Surrounded Islands – 1983 - Christo e sua esposa, Jeanne-Claude cobriram 11 ilhas da Biscayne Bay, em Miami (EUA), com 603m2 de polipropileno cor-de-rosa, com 430 ajudantes. A obra pode ser admirada por 2 semanas.



Wrapped Walk Ways - Jacop L. Loose Park, Kansas City, Missouri, 1978.



Running Fence – 1973 – cerca embrulhada na Califórnia, feita de postes e cabos de aço, que corriam pela montanha, até chegar ao mar, com 5m de altura e 40 km de comprimento.



Apesar de seu trabalho ser impressionante, visualmente, e sempre controverso, em razão de seu tamanho, o propósito de sua arte é, simplesmente, tornar o mundo mais bonito ou criar novas formas de ser ver prédios ou paisagens familiares.
Christo começou embrulhando enormes portais que ele mesmo construía. A venda desses portais ajudou-o a pagar dívidas e a financiar os novos projetos.

Eu sou um artista e tenho coragem… Vocês sabem que eu não tenho nenhuma obra de arte que ainda exista? Elas se vão e terminam. Somente os projetos ficam, dando a meus trabalhos uma característica quase que lendária. Acho que é preciso ser muito mais corajoso para criar coisas que desaparecem do que coisas que permaneçam.”

Site oficial : http://www.wolfgangvolz.com/seite5.htm

Valley Curtain – Rifle, Colorado, 1972



Bruce Nauman – seus trabalhos com neon parecem fascinados pela comunicação e pelos problemas inerentes à linguagem.  Também se preocupam com o papel do artista como comunicador e manipulador de signos visuais.

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Walter de Maria – The Lightning Field (1977) - Um trabalho de land-art no deserto do Novo México (EUA), que consiste em 400 postes de aço de 2 polegadas de diâmetro, plantados numa área de 1 km2. A hora e as mudanças de tempo criam os efeitos ópticos, especialmente em momentos de tempestades. Uma escultura para ser vista e para se andar por dentro dela.  Os que a visitaram eram encorajados a esperar pelo nascer ou por-do-sol.

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Edward Ruscha – Seus livros de fotografia o levaram à pop art.

Seu trabalho mais famoso, Large Trademark with Eight Spotlights (imagem à esquerda, acima) de 1961, exemplifica seu interesse na cultura popular e em grafismos comerciais. 

Standard Station (acima, a fotografia original do posto ao lado de duas versões da arte de Ruscha) foi muito reproduzida em silkscreen, em t-shirts. 

Liquid word paintings – Em 1964, Ruscha começou a fazer experimentos com o desenho de palavras e frases, como Lisp – 1968.

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Ontem, fui com meu marido, ao show de Charles Aznavour, no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo.
A importância de Charles Aznavour para a música mundial é como se ele estivesse, para a canção francesa, como Frank Sinatra, para os americanos. O maior chansonière vivo de seu país, aos 83 anos, dá conta do título de monstro sagrado da canção francesa. Em quase seis décadas de carreira, ele compôs perto de mil canções, em inglês, italiano, espanhol e alemão. Vendeu 100 milhões de discos no mundo. Aznavour também atuou em 70 filmes. Na sua voz privilegiada, dezenas de canções viraram hits mundiais. É o caso de She, Hier encore (Yesterday when I was young), La bohéme, Old fashioned way e Que c’est triste Venice. Ele não confirma ser a última tournée da vida, como sugere o nome Farewell tour
O baixinho emocionou todo mundo e saímos de lá no clima parisiense, nos sentindo como nos bistrôs de Montmartre.

Mas, na hora da saída, quando fomos pegar o carro…
O estacionamento era no sistema de valet-parking (15,00). Os manobristas apanhavam os carros no estacionamento e traziam. Gritavam, sem megafones, o número de ordem do estacionamento. Se você estivesse lá na frente e se ouvisse o seu número, pegava o carro e saía. Senão, o carro voltava para o estacionamento. Parecia esteira de malas no aeroporto. Ao fim do show, cerca de 5.000 pessoas esperavam por seus carros, na frente do Vivo Rio. Podem imaginar a cena… Coisa de doido. Levamos quase 1 hora para saírmos de lá. E nem estava chovendo… Coisas de Rio de Janeiro…

Então, fica a dica: Quando forem a show no Vivo Rio, estacionem vocês mesmos seus carros, no Aterro (custa 15,00 também) ou deixem no estacionamento do aeroporto Santos Dumont. É mais caro, mas é mais rápido.

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Joseph Beuys, um artista alemão, viajou para os EUA, em 1974 e realizou um ato performático de título: I like America and americans like me (Eu gosto da América e os americanos gostam de mim), em Nova York.
O ato, na verdade, começou no aeroporto, quando chegou e foi envolvido, por amigos, em uma manta de feltro negro e foi levado para uma galeria, num carro fechado.
Beuys passou, então, vários dias numa sala fechada, com uma lanterna, um cajado, algumas cópias do Walt Street Journal e um coiote. É… um coiote.
A escolha do coiote deveu-se ao animal ter um significado spiritual para os índios norte-americanos – uma crítica do país que realizou sua expansão para o oeste, com a ruína de seus nativos.

Joseph Beuys dizia que a sua arte foi destinada a despertar nas pessoas uma “resposta espiritual”, e foi o seu papel, fornecer os meios de salientar que o ser humano é um ser criativo.
Joseph Beuys via a arte com potencial de auto-cura e transformação social. Ele acreditava que através de rituais, poderia assumir o papel de um xamã moderno e transformar o mundo em torno dele.
Suas performances, utilizaram elementos do absurdo e camadas de significados e símbolos, no intuito de preparar os indivíduos para uma evolução espiritual.

The whole process of living is my creative act.” (O meu ato criativo é todo o processo da vida)
Joseph Beuys

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O francês Yves Klein fez muitas pinturas monocromáticas, sem fixar-se em uma única cor.
Mas, ao final da década de 50, seus trabalhos tornaram-se exclusivamente produzidos em um matiz de azul intenso, que ele patenteou como International Klein Blue, como na imagem ao lado, embora a cor jamais tenha sido produzida comercialmente.
Paralelamente às pinturas convencionais, em diversos trabalhos Klein utilizou-se de modelos nuas cobertas com tinta azul, que moviam-se ou imprimiam-se sobre telas para formar a imagem, utilizando as modelos como “pincéis vivos”.
Este tipo de trabalho ele denominou de “Antropometria”.
Havia uma platéia vestida a rigor, observando as modelos realizarem suas performances, enquanto um grupo de músicos executavam “A Sinfonia Monotônica” de Klein, que consistia de uma única nota.Em outra performance, ele coordenou a venda de espaços vazios na cidade de Paris, em troca de ouro. Ele desejava que os compradores experimentassem “o Vazio”.
De seu ponto de vista, esta experiência somente poderia ser paga com o mais puro material: o ouro.
Para restabelecer a ordem natural que ele desequilibrou, com essa venda, Klein jogou o ouro que recebeu no rio Sena.

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Cindy Sherman, uma fotógrafa americana, trabalha com fotos em série.
Numa das suas series mais famosas, a Untitled Film Stills, de 1980, ela se retrata com roupas e poses diferentes, entre as quais, como uma atriz de filmes “noir”, uma “pin-up”, ou uma atriz de filmes musicais (como na imagem), entre as 69 lindas e intrigantes fotos em preto e branco.Sua série mais recente a retrata como palhacinhos.
Em 1995, ela recebeu o prêmio MacArthur, conhecido como prêmio dos Gênios, que garantiu uma bolsa para pesquisa e projeto, de 500.000 dólares, em cinco anos.

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{Setembro 20, 2008}   Arte contemporânea

Como alguns de meus leitores já sabem, estou cursando a pós graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes e, a cada aula que vou, mais me entusiasmo com o tema. Não são aulas – são momentos de puro deleite. Começo, portanto, com a aula de hoje – arte contemporânea de Robert Smithson

Robert Smithson – seu trabalho mais famoso é a Spiral Jetty, de 1970, que é uma espiral de 460m de comprimento e 50m de diâmetro, que penetra pelo Great Salt lake de Utah, nos EUA, construído com 6500 toneladas de basalto, terra e sal. Essa land-art (interferência na natureza) foi inteiramente submersa pela elevação das águas vermelhas do lago.

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{Setembro 18, 2008}   Eureka!!! Descobri a pólvora!!!

Só agora entendi a instalação do Jeff Koons exibida no Palácio de Versalhes e descrita no post de 1 de setembro – A arte Contemporânea americana invade o castelo francês do rei Sol. – Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte.
Lendo o artigo: Receitas e atmosfera do século XIX, na Revista Veja dessa semana, que fala sobre os 114 anos da Confeitaria Colombo, entendi o porque da tal lagosta vermelha estar inserida no Salão de Marte.
O artigo da Veja fala que o carro-chefe do cardápio preparado para o almoço de comemoração de aniversário, é a “lagosta ao Thermidor”, homenagem de um restaurante parisiense a uma peça teatral homônima sobre a Revolução Francesa.
Agora entendi…

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{Setembro 17, 2008}   INSS – uma filial do inferno

Pois é…
A gente ri das piadas sobre os serviços de atendimento ao público, até o momento em que se vê inserido no contexto. Não é nada engraçado…
Estive na agência do INSS da Tijuca, para encerrar minha solicitação da Certidão de Tempo de Contribuição para aposentadoria, que dei início em março de 2007, para pedir o período de trabalho anterior ao da minha instituição atual. É isso mesmo – você não leu errado – março de 2007.
Nesta data, agendei, pelo telefone, para setembro de 2007, o atendimento na agência Tijuca.  Quase 6 meses depois.Em setembro, fui na agência e estartei o processo. Lá, me orientaram para voltar e pegar a Certidão, em 2 meses.  Bobinha…
Dois meses, três meses, quatro meses, cinco meses, seis meses.
Cansei!
Desisti de esperar e iniciei o processo para aposentadoria na minha instituição, sem esperar aquele tempo anterior.
O processo correu e fiquei sabendo que só poderia me aposentar em 7 de fevereiro de 2011, por causa da idade ainda insuficiente, mesmo já tendo mais de 30 anos de serviço público. Sem espernear. Espernear prá que? Não vai adiantar nada, além de me acrescentar mais linhas de expressão (nunca, rugas – jamais!).
Passou o tempo.
O tempo passou.
No dia 28 de agosto de 2008, um ano depois, recebi um telefonema da agência do INSS da Av. Presidente Vargas, pedindo que eu lá comparecesse, para tomar ciência de que tinham sido registrados mais 2 anos, 4 meses e 11 dias, no meu tempo de contribuição.
Legal!
Que boa notícia!
Depois de lançado nas contas de acerto: Idade X Tempo de contribuição, eu ganharei, pelo menos, 1 ano para antecipar minha aposentadoria. Ou seja – 7 de fevereiro de 2010.
Oba!!!!!!!!!!!
Fui lá, no dia seguinte, 29 de agosto de 2008.
Tomei ciência e o rapaz que me atendeu, me disse que teria de enviar o processo de volta para a unidade em que eu havia dado entrada. Ou seja, a da Tijuca.
- Dentro de 1 semana, a senhora pode voltar lá e pegar a certidão, porque só falta a assinatura da gerente da unidade; disse o rapaz.
Ledo engano…
Deixei, intencionalmente, passar mais tempo e só voltei ontem, dia 16 de setembro de 2008.
Foi, então, que começou a minha viagem ao reino das trevas, qual Dante, descendo ao reino de Hades.
Geeeeiiiiinteeeeiiiin! Ficar lá por horas, como fiquei, faz muito mal a qualquer pessoa.
O sistema de atendimento por senhas é muuuuuuuiiiiiito confuso. São letras e números, de acordo com o tipo de atendimento solicitado (perícia médica, contagem de tempo, benefícios). Por exemplo: a minha senha era D 0131. Pode, então, ter o mesmo número, com letras diferentes. E se você acha que os atendimentos eram chamados em ordem, nananinanão! Pulavam de 2 em 2; de 5 em 5. Iam para frente, voltavam. Uma doideira!
Isso, para mim, que me tenho em alta conta, já ficou difícil de acompanhar. Imaginem para as senhorinhas de idade avançada que lá estavam, que nem conseguiam enxergar os números na tela de senhas.
Enquanto isso…
Enquanto esperava, dedicando-me, para manter a calma e a sanidade mental, a um de meus já tradicionais trabalhos manuais. A cada voz mais alta; a cada humilhação e constrangimento; a cada reclamação, de ambas as partes; eu dava um pooooonto loooooongo…
Eu sei que deve ser bem cansativo atender tanta gente, com tantas queixas e lamúrias, todos os dias. Mas, é o trabalho deles. Que se vai fazer?
Por via de regra, os que lá estão, ou são idosos, ou doentes, com problemas, ou necessidades importantes. Ninguém vai lá, de brincadeira.
Alguns nem sabiam, sequer, escrever. Uma senhora recebeu uma resposta, dada em voz bem alta, de forma que todos que lá estavam pudessem ouvir, que:
- Se não sabe escrever, tem de pedir ajuda à Dra. Assistente Social. Tem de agendar horário e dia para isso; disse a atendente estressada.
Outros não entendiam os prazos estipulados pela legislação, ou não entendiam o que os funcionários falavam. Qual pitonizas, falavam em códigos e leis, de entendimento duvidoso. Diziam que no sistema informatizado, de última geração, constavam informações, que divergiam do que as pessoas diziam. A culpa é sempre do sistema. Quando a gente sabe que depende de quem o alimenta.
Pessoas com fome, cansadas, perdendo dinheiro de passagem, tempo de trabalho (como eu, que terei de pagar essas horas, só Deus sabe como).
Apareciam pessoas deformadas ou com doenças indescritíveis. Parecia a emergência de um hospital público.
Idas e vindas. Fome. Mal-entendidos. Mal-explicados. Má-vontade. Humilhação. Constrangimento. Medo.
Uma bomba-relógio prestes a explodir.
Um pesadelo.

Mas, e o meu processo. Que fim levou?
Quando fui chamada, descobri que o tempo tinha, realmente sido concedido, porém, o processo ainda não havia chegado da agência Presidente Vargas.
Deve estar vindo no lombo de mulas, como nos tempos coloniais.
Liguei para a Presidente Vargas.
Realmente, o processo ainda estava lá.
Desculpas. Desculpas. Desculpas.
- Não sei o que aconteceu. Vou pedir para levarem, amanhã mesmo. Pode voltar na tijuca, dentro de 2 dias que estará pronto e assinado; disse o rapaz responsável.
Duvido.
Em todo caso, vou esperar até o início de outubro, para voltar lá.
Ninguém merece INSS 2 vezes no mesmo mês.
Chega por hoje!
Os manterei informados.

Lili Machado

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Gentileza de Alexandre Ali

Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número. Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume ?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um.  Quando chegou no mandamento sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

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{Setembro 17, 2008}   As Bodas de acordo com o tempo

Cada ano vivido pelo casal é chamado de bodas. Destas comemorações existem três delas que se destacam e que tem um ritual definido. Este serve para reavivar o compromisso de amor e de companheirismo efetuado a dois.25 anos – geralmente se faz uma missa para comemorar, e para marcar simbolicamente este momento, coloca-se um fio de prata nas alianças.
50 anos – duas alianças conjugadas, com um diamante.
75 anos – coloca-se diamantes ao redor das alianças ou em uma parte das mesmas, de acordo com a disponibilidade econômica do casal.Afirma-se que a tradição das bodas remota a 2.000 anos antes de Cristo. Conhecem-se pelas denominações seguintes:
Bodas de Algodão: 1º Aniversário
Bodas de Papel: 2º Aniversário
Bodas de Couro: 3º Aniversário
Bodas de Madeira: 5º Aniversário
Bodas de Lã: 7º Aniversário
Bodas de Estanho: 10º Aniversário
Bodas de Seda: 12º Aniversário
Bodas de Cristal: 15º Aniversário
Bodas de Porcelana: 20º Aniversário
Bodas de Prata: 25º Aniversário
Bodas de Pérola: 30º Aniversário
Bodas de Coral: 35º Aniversário
Bodas de Esmeralda: 40º Aniversário
Bodas de Rubi: 45º Aniversário
Bodas de Ouro: 50º Aniversário
Bodas de Diamante: 75º Aniversário

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O escultor Jeff Koons ganha mostra em Versalhes e causa controvérsia – Elaine Sciolino – O Globo, sábado, 13/9/2008 – 2o caderno – última página

Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte. Uma vitrine cheia de aspiradores de pó e polidores de piso, fica bem em frente ao retrato oficial de Maria Antonieta. E uma loura d peito nu e boca aberta, segurando uma pantera cor-de-rosa, parece rir de uma pintura de 1729, em que Luiz XV decreta a paz na Europa: os EUA invadiram os salões dourados e os jardins esculpidos do Castelo de Versalhes, através de uma polêmica exposição do artista Jeff Koons.

Escultor se diz “encantado” com a iniciativa – “É o ponto alto da minha carreira”.

Nos últimos anos, alguns trabalhos de artistas contemporâneos foram exibidos em Versalhes, mas, sempre de maneira discreta. A coleção de 17 esculturas de Koons marca a primeira vez em que o castelo construído no reinado de Luiz XIV é anfitrião de uma retrospectiva tão ambiciosa e completa.

É claro que nem todos ficaram felizes com a iniciativa. Dezenas de pessoas protestaram nos jardins do palácio no dia da inauguração, em um ato organizado pelo Sindicato dos escritores da França, um grupo de direita dedicado à pureza artística na França. – “Essa exposição é um golpe no coração de uma civilização. É um ultraje para Maria Antonieta.”- Arnaud-Aaron Upinsky.

Em uma entrevista coletiva, Koons elogiou a “abertura” da França, ao expor a arte de um americano em Versalhes. – “Todos os trabalhos dialogam com o cenário. A lagosta no salão dedicado a Marte, o deus da guerra, por exemplo, refere-se a tempos medievais. Os desenhos na lagosta quase representam chamas e fogo. Assim como a sensação de que se você ficar à vista do público, por muito tempo, seu destino pode ser esse.”

Koons negou que as instalações tenham sido um gesto de arrogância. – “Não teve nada a ver com o meu ego, mas com alegria e co uma monumentalidade contemporânea.”  Justificou a coleção de aspiradores de pó entre retratos de mulheres da família real francesa, na antecâmara da rainha, com a afirmação de que aspiradores “são como ventres”.

Nem todos os visitantes pareceram satisfeitos com a presença das esculturas. – “Paguei para ver tudo em Versalhes”, – disse a canadense Sylvie, irritada com a interdição de algumas salas, por causa da instalação das esculturas – “Não vim aqui ver uma lagosta vermelha que posso comprar em um posto de gasolina em Quebec, para usar na minha piscina.”

Eu, Lili, não gostei da idéia. Se, pelo menos, ele se justificasse, dizendo ser tudo uma grande piada com o formalismo francês, seria interessante. Mas as justificativas que ele usou fizeram com que tudo ficasse pior.

E vocês? O que acham?

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Lili Machado



{Setembro 17, 2008}   Ensaio sobre a cegueira

Ontem, fiz minha dobradinha semanal de cinema com o maridão. Quero dividir com vocês minhas emoções.

Geeeeiiiiinteeeeiiinnn!!!!!! O que é o filme do Saramago (quer dizer, do Fernando Meirelles)??? – Ensaio sobre a cegueira… É tudo de bom!!!!!!!! E, ao mesmo tempo, tudo de ruim…

Saí que nem o Bob Dylan: chaaaaaaaaaaapaaaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!

É obrigatório. Mas…. Prestem bem atenção…

O filme deve ser seguido, imediatamente, de um besteirol, um musical, um musical-besteirol (como fizemos – vimos o musical do Abba), um circo, um trio elétrico, uma parada gay…. Enfim, qualquer coisa que remeta à vida, para não nos jogarmos do vão-central da ponte Rio-Niterói.

Pois bem, saímos, entre um e outro filme, direto para a Saraiva, comprar o livro.

Tinha acabado de acabar, há 5 minutos. Foi o tempo das pessoas saírem do cinema. Me informaram que tem sido assim, todos os dias. Entretanto… No sistema da livraria, constava, ainda 3 exemplares no estoque, perdidos pela loja, sem que os vendedores conseguissem encontrar.

Eu, como boa bruxa que sou, conjurei meus sortilégios, joguei meu “pó-de-pirlipimpim” no ar e esperei no balcão de atendimento ao cliente.

O que aconteceu?

Não é que logo depois, chegou um senhor, devolvendo um livro que havia recebido em duplicidade de presente? Adivinhem qual era? O próprio.

Agora, tchau, que vou devorá-lo.

Lili Machado

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etc.