Com o fim da saga ‘Harry Potter’, o vampiro Edward, de ‘Crepúsculo’, puxou para si todos os holofotes dos adolescentes que lêem livros, e deixou alguém muito deprê com isso…
Fui assistir, ontem, Lua Nova (New Moon) – o segundo filme da série Crepúsculo – com as meninas do Skoob/RJ – www.skoob.com.br (leia post - 20 de novembro de 2009).
Foi melhor do que o primeiro, mais ação, com ênfase na personagem de Jacob Black – nosso querido lobisomem teen.
Valeu todo o esforço que o ator fez, malhando sem parar, para ficar bem na fita… De longe, o melhor ator dos protagonistas.
Uma espécie de Orkut de livros, onde você cadastra seus livros em várias estantes – tenho, lidos, vou ler, lendo, relendo, favoritos, abandonei, emprestei.
Você pode colocar uma mensagem na sua página inicial – divulgando suas próprias obras literárias.
Você pode cadastrar livros que ainda não estejam cadastrados por outros skoobers, pode fazer resenhas e avaliar os livros que tem.
Você segue e é seguido por amigos que podem ver suas estantes – e trocar recados. Tenho feito muitos amigos interessantes.
E, as estantes mais importantes, para mim, são: desejados e troco.Tenho trocado freneticamente – e olhem que ainda não cadastrei todos os meus livros – estou viciada.
No momento, já está na marca de 47.000 skoobers (leitores) cadastrados.
Tem blog, twitter e comunidade no Orkut e no Rio de Janeiro, tem um grupo de debates do Yahoo – o Skoobers/RJ. Esse grupo se encontra, mensalmente, numa lanchonete próxima a alguma livraria, para trocar livros, idéias, opiniões, sugestões e – principalmente – amizades. Todos que já conheci são ótimos.
4o encontro Skoobers/RJ – julho/2009 – Petisco da Vila
7o encontro Skoobers/RJ - outubro/2009 - Salete
Janda, Dominique, eu e Karine - Cinema Roxy Copacabana - em tarde de Lua Nova - 7o encontro Skoobers/RJ
Fui assistir, ontem, Lua Nova (New Moon) – o segundo filme da série Crepúsculo – com as meninas do Skoob/RJ.
Foi melhor do que o primeiro, mais ação, com ênfase na personagem de Jacob Black – nosso querido lobisomem teen. Valeu todo o esforço que o ator fez, malhando sem parar, para ficar bem na fita… De longe, o melhor ator dos protagonistas.
Vejam só esta reportagem da Gazeta do Povo do Paraná sobre o Skoob:
Expedition Everest-Legend of the Forbidden Mountain
– um trenzinho segue pela montanha-russa que sobe o Monte Everest, o “Teto do Mundo”, quando um Abominável homem das neves, o Yeti, arrebenta os trilhos, em meio a uma tempestade de neve.
Imperdível… – na loja, depois do ride, tem Yetis fofíssimos, de pelúcia, para vender – me arrependi de não ter comprado – não é sempre que se pode ter um Abominável homem das neves, em casa.
Kali river rapids
touch and soak
Kali River Rapids
– emocionante aventura descendo corredeiras no rio asiático – as pessoas que ficam vendo as balsas passarem, podem jogar água nas pessoas lá embaixo.
Fui 3 vezes seguidas, fiquei encharcada de água – adoooooreeeeeiiiii!!!
Inexplicavelmente, na última vez, quando já estávamos nas Magic Hours (horas extras para quem está hospedado dos resorts da Disney), o brinquedo parou no alto de uma corredeira – ficamos bem uns 20 minutos, parados, esperando explicações, que não vieram – depois, tudo recomeçou e esquecemos o transtorno…
Kilimanjaro Safari – as estradas da Reserva Selvagem de Harambe, levam você a um safari de aventuras com animais de verdade – gostei, mas podia ser melhor.
Pangani Forest Exploration Trail/ Maharajah Jungle Trek – passeio a pé, pela floresta africana, com vista de pássaros, gorilas, e até o dragão de komodo… (veja o vídeo abaixo)
– show de calouros 3D, com a personagem principal do filme, Vida de Inseto: Flik.
O mais interessante é que você tem de passar por dentro da Tree Of Life (Árvore da Vida), em que estão esculpidos rostos de diversos animais – adoreeeeeeeiiiiii!!!!! – o melhor 3D dos parques…
Festival of The Lion King
Festival of The Lion King – musical da Broadway sobre o desenho animado: The Lion King – fantástico, imperdível, encantador! – estou me repetindo,conscientemente… – não tenho palavras para descrever tanta magia…
Inaugurado em 1998, o Animal Kingdom é o mais novo parque da Walt Disney World, com uma área cinco vezes maior que o Magic Kingdom, com o intuito de celebrar os animais: reais, imaginários e extintos.
O parque foi construído em três anos e a maioria dos animais foram trazidos da África.
Por todo parque é possível encontrar animais raros, acompanhados por seus tratadores que estão à disposição para responder às perguntas.
Localizado, logo antes da entrada do parque, o Rainforest Cafe é parada obrigatória para quem gosta de restaurantes temáticos (leia mais sobre ele no post anterior).
Dinoland
DinoLand
Dinosaur! – uma aventura no mundo dos dinosauros, em tecnologia de audio-animatronics – infelizmente, eu não pude ir, por conta de meus problemas de coluna.
TriceraTop Spin – voe com os dinosauros - brinquedo para os pequenos.
Primeval Whirl – montanha-russa temática do período Jurássico.
Finding Nemo
Finding Nemo
– musical da Broadway sobre o desenho animado: Nemo – fantástico, imperdível, encantador! – Espero que venha para o Brasil, logo!
Restaurante temático que pode ser encontrado logo na entrada do Animal Kingdom e, também, no Downtown Disney.
Todo ambientado como uma floresta tropical, come-se, bebe-se e compra-se, como se estivéssemos no meio de um safári – com cascatas, aquários, animais selvagens, pássaros e insetos enormes.
Esse restaurante pode ser encontrado em várias cidades dos Estados Unidos e em alguns países, como Egito, México, Canadá, Turquia, França, Inglaterra e Japão.
Dessa vez, meu marido levou, conosco, um fotógrafo profissional: Márcio Freitas (www.marciofreitas.com.br – post anterior de 23 de outubro de 2009 - http://whatsnewlili.wordpress.com/?s=marcio), e uma modelo, maquiadora e apresentadora do Multishow, a Pietra Príncipe De Lucca (nome de princesa, né?)– linda, ela – para fazerem um ensaio fotográfico nas lindas locações da pousada.
É claro que fotografei o “making off” das fotos e filmei tudo – como é dura a vida de modelo – não podia avaliar.
Desta vez, ficamos no chalé 3 – da fazendinha, cheio de lindos bichinhos de madeira – artesanato de Tiradentes, Minas Gerais – até rede, tinha.
lulas à Aroeira
com a chef Ana Catharina
Os trabalhos começaram com os quitutes preparados pela chef Ana Catharina, arrumados numa mesa ao ar livre.
Pietra De Lucca flutuando...
Depois, foram montar um cenário de massagem à beira da lagoa prateada – a Pietra parecia flutuar no meio da lagoa.
Fotografaram, também, os chalés, em especial o Jungle, ambientado numa floresta tropical, com direito a sessão na banheira de hidromassagem e vinho.
Márcio e Pietra
O ensaio terminou na piscina azul, da pousada.
eu - "pin-up vintage"
Fotógrafo competentíssimo, dando sopa, não consegui resistir, e pedi ao Márcio para me fotografar.
– confiram ao lado –
A foto ficou tão bonita que meu marido pediu uma ampliação para colocar num porta-retrato no escritório dele.
Me senti a própria pin-up/diva dos anos 50 numa roupa de banho “vintage”.
The American Idol Experience – show de televisão para calouros da música.
Sounds dangerous starring Drew Carrey– não estava funcionando – mas acho que não perdi nada.
Indiana Jones Epic Stunt Spectacular – show de dublês explorando as cenas dos filmes da trilogia Indiana Jones.
Star Tours – simulador das naves de Guerra nas Estrelas (Star Wars) – o meu ride favorito nesse parque – embora eu seja uma trekkie (fã de Jornada nas Estrelas – Star Trek).
50´s Prime Time cafe – restaurante ambientado no estilo da decoração dos anos 50 – preciiiiiisa de reseeeeeerva – sem reserva não rola!!!
Hollywood Boulevard
The Great Movie Ride – passeio de barco por cenas dos filmes clássicos do cinema antigo e moderno (O mágico de Oz, Esther Williams, Casablanca, Alien) – meia hora de puro deleite…
Toy story, Midway Mania – game interativo, com as personagens do desenho animado Toy Story – até a imensa fila foi fácil de passar o tempo, com o pequeno show do Cabeça de Batata.
Mickey Avenue
Journey into Narnia: Prince Caspian – Filme 3D sobre Narnia – meio bobo.
Walt Disney: One man´s Dream – um passeio pela estória da vida de Walt Disney – imperdível para se entender toda a idéia dos parques!
primeiro esboço de Snow White - Branca de Neve
Animation Courtyard
Voyage of The Little Mermaid – musical sobre: A pequena sereia Ariel.
The magic of Disney animation – pequenas lições sobre desenhos animados com direito a conhecer os primeiros desenhos dos famosos filmes da Disney.
Streets of America
Muppet Vision 3D – espetáculo 3D dos Muppets – pessoalmente, não gosto desses bichinhos…
Honey, I shrunk the Kids movie set adventure – parque infantil com insetos enormes, que fazem com que as crianças se sintam menores.
Sci-fi Theater Restaurant
Studio Backlot tour – passeio pelos bastidores dos estúdios Disney.
Sci-fi dine-in Theater restaurant – restaurante ambientado com filmes de ficção científica – sem reservas muito antes – no way…
Lights, Motors, Action! Extreme Stunt show – show de efeitos especiais e dublês em que você pode até participar – imperdível, passar por avalanches, incêndios, terremotos e inundações – com direito a guerra em alto mar.
A idéia é celebrar os anos dourados de Hollywood e mostrar bastidores de produções do estúdio, além de apresentar as que estão em processo de desenvolvimento.
O parque é todo ambientado nos anos 40 e 50 – “I wish I had lived through these years”.
O show que recebe os visitantes, na entrada, é High School Musical 3: Senior Year - você pode apreciar os números de música e dança do filme.
Sunset Boulevard
Beauty and Beast – musical da Broadway: A Bela e a Fera.
Twilight Zone Tower of Terror
The Twilight Zone: Tower of Terror – você presencia a estória de uma família que se hospedou num hotel e acabou se transportando para outra dimensão. Na mesma atração, você conta com uma super vista de todo o parque, além de uma queda de 13 andares. Em 2005, foi instalado um sistema operacional novo que cria inúmeras possibilidades de queda, fazendo quase impossível a possibilidade de um visitante ter um tipo de queda, por duas vezes, no mesmo ponto da atração – não fui por conta de meu problema de pescoço, mas meu marido foi e adorou – repetiu 3 vezes.
Fantasmic – trazido e adaptado da Disneyland (Califórnia) em 1998, mostra um sonho da imaginação do Mickey Mouse, transformado em pesadelo, pela Malévola, em forma de dragão– não estava sendo apresentado naquele dia.
Rock ´n´Roller Coaster starring Aerosmith – montanha-russa com tema da banda Aerosmith – é claro que não fui, apesar de adorar rock´n´roll – mas, para variar, meu marido foi, adorou e repetiu.
Embora já conheça o local há quase 10 anos, quando frequentava o Hotel Fazenda St. Robert (da mesma rede), cada vez que me hospedo no Aroeira (de inauguração mais recente), encontro uma novidade. Está cada vez melhor.
Com céu nublado ou com o belíssimo sol da região; até mesmo com chuva – vale a pena subir a serra das Araras e conferir.
sala da lareira e da televisão na casa comunal
Das grandes janelas de vidro e da varanda da casa comunal, onde ficam o bar, o restaurante, a sala de televisão, um interessante aquário de alga salgada e a lareira para os dias mais frios, pode-se ver o belíssimo cenário da lagoa prateada que leva à sauna e à piscina.
chalé 5 - peixes
Nosso chalé – o 5 – dos peixes – tem 2 camas de solteiro embaixo, com lareira, ar condicionado, banheiro, cafeteira e frigo-bar. No mezanino, subindo uma escadinha, fica a fofíssima cama de casal e a televisão com DVD. No deck está sendo construído um ofurô – que promete…
piscina azul do Aroeira
Da varanda do chalé, podemos ver a casa de jogos, a casa comunal e a deliciosa piscina azul, que tem bar e biliskeites. Também se vê a sauna que direciona os mais afoitos direto para um mergulho na lagoa.
sauna e rede preguiçosa para a sesta
A lagoa tem até um deck com uma rede preguiçosa para após o almoço.
Pode-se ver, ao longe, os outros chalés – Jungle, Bora Bora, Ásia, Egito…
chef Ana Catharina
No restaurante, a chef e proprietária da pousada (juntamente com o maridão Henrique e os filhos, Gustavo e Roberta), Ana Catharina, recebe os hóspedes com caldinhos e queijinhos gostosos.
Comi um caldinho de abóbora com leite de côco e croutons, de tomar rezando. E o pãozinho de alho, com presunto parma…
Sempre criativa, competente e simpática, entre um prato e outro, Ana Catharina encontra tempo para uma conversinha em cada mesa, acompanhada de sua taça de vinho.
risoto de pato
O risoto de pato foi eleito o melhor, pelo meu genro.
tilápia com alcaparras
picanha suína com farofinha de alho
Para mim, foi a tilápia com alcaparras e batatas cozidas. A farofinha de alho que acompanha a picanha suína estava, também dos deuses.
massa com lulas ao molho de açafrão
Para meu marido, o filé com molho de ameixa e arroz com maçã.
Para a minha filha, a massa com lulas ao molho de açafrão.
barzinho íntimo
Sob a casa comunal, há um barzinho intímo – onde casais comemoram sua lua-de-mel com jantar à luz de velas.
Na tarde de domingo, um enorme arco-íris nos brindou com o ar de sua graça, visto das janelas da casa comunal, trazendo o sol, no dia seguinte.
waffles, panquecas e queijo coalho
Falta falar do café da manhã – minha refeição preferida – impecável e bem servido, com pãezinhos de queijo, queijo coalho frito, pequenos waffles e panquecas, além de grande variedade de pães, bolos, frutas e frios. O queijo Minas feito na pousada, mesmo, foi um sucesso.
No mais, agradeço a hospitalidade e a simpatia do Henrique e do Gustavo – sempre prontos a esclarecer, ajudar e alegrar nossa estadia.
eu, o maridão, filha e genro com o Gustavo e o Henrique (à esquerda)
No fechamento do Magic Kingdom, acontece o espetáculo “Wishes“.
O show teve seu início em 2005, como parte da comemoração: “The Happiest Celebration on Earth” e teve prosseguimento em 2006, com a nova comemoração: “The Year of a Million Dreams”.
Este espetáculo musical e visual, deslumbrante, é maior e mais brilhante que qualquer outro show pirotécnico já apresentado – bota o revèillon de Copacabana no chinelo.
“Wishes” substituiu o “Fantasy in the Sky“, de 1976, em que a Fada Sininho (Tinker Bell), ao final do show, saía do castelo para se despedir de nós – é a minha lembrança mais nítida da primeira vez em que estive na Disney, em 1989.
A marca registrada do Magic Kingdom é o Castelo da Cinderela, por onde passa, diariamente, por volta das 19 horas, a SpectroMagic, uma parada com carros alegóricos cobertos de lâmpadas (agora leds) em miniatura, de todos os personagens Disney.
Tomorrowland Speedway – Dirija um carro de corrida com solavancos e batidas.
Space Mountain – Uma emocionante montanha-russa, no escuro espaço sideral – infelizmente “Closed for refurbishment” – mas, sempre algum brinquedo tem de estar em manutenção, em algum momento, para nosso próprio bem, não é?
Astro Orbiter – pilote uma espaçonave
Tomorrowland Transit Authority – passeio com vista panorâmica da Tomorrowland
Walt Disney´s Carrousel of Progress – apresenta o desenvolvimento da tecnologia através do dia-a-dia de uma família – do início do século passado, aos tempos atuais.
Buzz Lightyear´s Space Ranger Spin – uma espécie de vídeo-game interativo – a bordo de um carrinho, você tem de acertar os alvos com “Z” – sorria sempre: diversão pura, com direito a foto!
nós e o Stitch
Stitch´s Great Escape – aventure-se junto com o engraçado extra-terrestre, em sua fuga às escuras – ótimo – com o simulador, você se sente na nave, sente o bater de asas do Stitch e até leva umas cuspidinhas estranhas…
Monsters Inc. Laugh Floor – Ajude a aumentar o nível de energia de Monstrópolis neste show interativo inspirado no desenho animado – na platéia, escolha as fileiras próximas das lâmpadas e no centro do teatro – porque? – você verá e sentirá…
Cosmic Ray Starlight Cafe – lanchonete com um “artista” diferente, que se apresenta cantando músicas antigas – lá, comi o melhor molho barbecue, de todos os tempos.
The Lunching Pad – lanchonete que servia as enormes smoked turkey legs (coxas de peru defumado) – perto de nós, sempre podíamos encontrar pássaros, patinhos e marrecos, esquilinhos, desestressados…
Como estávamos em fins de setembro – o Halloween estava no ar!
Por todo o parque, a decoração de abóboras e bruxinhas, enfeitava o clima de festa.
Cinderella Castle
Cinderella´s Castle (Royal Table) - Café da manhã e almoço com os personagens Disney. Sonho que as crianças e adultos anseiam. O pacote da refeição inclui fotos com a própria Cinderela. E necessário reservar com muuuuuuita antecedência – uns 6 meses antes – é claro que não conseguimos.
It´s a Small World – viagem de barco pelo mundo das crianças. Legalzinho, mas fica chato porque é muito longo.
Peter Pan´s Flight – sobrevoe Londres e a Terra do Nunca – há 20 aos atrás era um arrazo – agora, com as novas tecnologias, ficou muito sem graça – chegamos a pegar um fast-pass porque a fila era imensa – mas, foi uma decepção.
Dumbo the Flying Elephant – voe com Dumbo – só para os pequeninos.
Mickey PhilharMagic – espetáculo em 3D – muito bom.
Snow White´s Scary Adventures – estória da Branca de Neve – só para os pequenos – bobinho, bobinho.
Cinderella´s Golden Carrousel – sempre vale a pena.
Ariel´s Grotto – show da pequena sereia Ariel.
Winnie the Pooh – eu fui!
The Many Adventures of Winnie the Pooh – jornada através dos livros do ursinho Pooh – só para os pequeninos.
Mad Tea Party - gire nas xícaras gigantes da terra de maravilhas de Alice - para os pequenos – não aconselho aos que tem problemas de pescoço, como eu.
Pinocchio Village Haus - lanchonete muito legal, ambientada como a casa de Gepetto.
Durante o dia, de manhã e de tarde, no Magic Kingdom, acontece a “Celebrate Disney Dreams Come True Parade”, um desfile de 30 minutos de duração, que parte da Frontierland e vai até a Main Street, com seu séquito de personagens Disney, balões, bailarinos, cantores, entre outros.
Splash Mountain - uma aventura na correnteza, em alta velocidade, com quedas inesperadas
Big Thunder Mountain Railroad - com montanha-russa, por minas de ouro do Velho Oeste – não recomendo para corações fracos e pescoços duros – se arrependimento matasse…
Tom Sawyer Island - ilha para exploração – experimente a ponte de cordas
Liberty Square Riverboat
Liberty Square
Liberty Square Riverboat - barco a vapor do Mississipi – estava “closed for refurbishment” (fechado para manutenção)
Haunted Mansion - encontro com 999 fantasmas nessa viagem às escuras
Pirates of the Caribbean - o brinquedo que inspirou a criação do filme com Johnny Depp – I love Jack Sparrow!!!
The Pirates League - Transforme-se num pirata como o Capitão Jack Sparrow – maquiagem e adereços – U$50,00 – caaaaaro!!! Até parece que você vai ficar parecido cm o Johnny Depp… – melhor comprar a camiseta dele na lojinha
Swiss Family Treehouse - casa na árvore, da família dos náufragos Robinsons suíços - uma série de televisão dos anos 70 que a maioria das crianças não conheceu e, então, não entende muito o sentido do brinquedo. Mas eu me lembro muito bem e curti muito a perfeição dos detalhes…
The Magic Carpets of Aladdin - tapetes voadores para crianças
The enchanted Tiki Room
The Enchanted Tiki Room - espetáculo musical de pássaros tropicais e flores exóticas – uma graça…
Jungle Cruise - passeio de barco pelos rios de uma floresta de animais de mentira – melhor fazer de dia – meio fajuto… antigamente, há 20 anos atrás, da outra vez em que lá estive, os animais audioanimatronics eram o máximo de tecnologia – agora…
O Magic Kingdom é o primeiro dos quatro parques da Walt Disney World, inaugurado em 1971 - o mais lúdico de todos e também o que tem mais atrações.
Sempre, depois de cada ride (brinquedo), tem uma lojinha.
Disney Dreams Come True Parade
Durante o dia, de manhã e de tarde, acontece a “Disney Dreams Come True Parade”, um desfile de 30 minutos de duração, que parte da Frontierland e vai até a Main Street - percurso exatamente inverso ao da parada Spectromagic, com seu séquito de personagens Disney, balões, bailarinos, cantores, entre outros.
The Plaza Restaurant
Main Street
Walt Disney World Railroad - ferrovia a vapor
The Plaza Restaurant - onde jantamos num dos 2 dias em que visitamos o parque – tomamos um sundae enooooooorme de vanilla com hot fudge, whipped cream (chantilly) e cerejas (de verdade) – o restaurante mais bonito de todos os parques e resorts – decoração “art-nouveau”
Mickey´s Toontown Fair – especial para os pequeninos
Mickey´s Toontown Fair
Minnie´s Country House - um passeio pela casa da Minnie
Mickey´s Country House - um passeio pela casa do Mickey
Donald´s Boat - um passeio pelo barco do Pato Donald
The Barnstormer at Goofy´s Wiseacre – montanha-russa para crianças
O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown. Seu primeiro livro, Fortaleza digital, foi publicado em 1998. A este seguiram-se Ponto de impacto e Anjos e demônios, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, Robert Langdon.
Seu maior sucesso foi o polêmico best-sellerO Código da Vinci, mas entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros, simultaneamente, na lista de mais vendidos do The New York Times.
O livro The Lost Symbol, aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.
O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira será lançada em dezembro. No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.
Para vocês verem o que é um bom livro: comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney (leiam meus posts sobre a viagem - são um guia completo). Comecei pelo The host. Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos. Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei. Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol. Que diferença! Mal podia esperar para continuar a ler - devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura – Adooooooreeeeeeiiiii.
Mal’akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão
Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon
Katherine Solomon, cientista Teoria das ciências noéticas, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro
Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal’akh.
Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinado por Mal’akh
Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal’akh
Tom Hanks
O personagem Robert Langdon
Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografiareligiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009). Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade. Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons. O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire.
ambigrama Illuminati
ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water
Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo. Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons. John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci.
A Teoria da Ciência Noética
Ou Noetics (do grego “mental”), é um ramo da filosofiametafísica que trata do estudo da mente e da intuição, e sua relação com o intelecto divino. Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão. Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles. Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”. Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus - significando “intuição”. São Tomas de Aquino, desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista da filosofia cristã.
Siga o link e tente o jogo (em inglês) SYMBOLQUEST, o jogo do lvro, para descobrir o significado de vários símbolos – se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras – mas só depois de tentar muuuuuuito – não vale ser tão fácil assim – nada tão fácil vale, na vida.
O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos – inclusive Deepak Chopra:
Domingo passado, fomos ao show da banda Painside, no Hard Rock Cafe, no Cittá América.
O nosso amigo Guilherme Azevedo é o vocalista da banda – e que vocalista – vozeirão, comando da platéia, presença de palco e transformação completa do doce e meigo amigo, num furacão do heavy metal.
Estou apaixonada pelas fotos do Márcio Freitas – fotógrafo profissional que conhecemos no show da Banda Painside, em que o nosso amigo Guilherme Azevedo é vocalista, domingo passado, no Hard Rock Cafe do Cittá América (que será objeto do próximo post).
Para os amantes de fotografia – no blog, alguns exemplares – não deixem de visitar o site abaixo – as fotos são chocantes! Depois me contem o que acharam…
Os proprietários do Sears Tower, o arranha-céu mais alto nos Estados Unidos (Chicago), inauguraram quatro mirantes de vidro (são como caixas de vidro incrustradas no prédio) .
Esses balcões estão suspensos a 412 metros do chão, no 103o andar. Eles tem 3m de altura e 3m de largura e suportam 5 toneladas com os seus vidros de 1.5 polegadas de espessura.
Realmente impressionante e definitivamente algo para ver…
Uma forma que hoje é condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente.
Talvez senão tivessem mudado tanto, nosso mundo estaria melhor…
Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..
‘SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!’
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA..-.
‘PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?’
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO…
‘CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!’
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO…
‘ FECHA A BOCA E COME!’
Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO…
‘ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!’
Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA…
‘CALMA!… QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ…’
Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS…
‘OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!’
Minha Mãe me ensinou MEDICINA…
‘PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE.’
Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL…
‘SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!’
Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA…
‘VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!’
Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES…
‘TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?’
Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE…
‘QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER.’
Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA…
‘UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO QUE ELES FAÇAM PRA VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!’
Minha mãe me ensinou RELIGIÃO…
‘MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!’
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ…
‘SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!’
Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.-..
‘OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!’
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO..-.
‘VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!’
Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOCO…
‘NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?’
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR …
‘SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!’
Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS..
‘SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!…’
Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA… ‘JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!’
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS…
VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!’
O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (Continue seguindo em frente).
Aos 16 anos, começou a estudar arte, na “Kansas City Arts School”. Em seguida, trabalhou em algumas agências publicitárias. A seguir, entrou para uma companhia cinematográfica, na qual ajudava a fazer os cartazes de propaganda dos filmes.
Com o irmão Roy, criou a pequena produtora “Laugh-O-Gram”, que animava contos de fadas. Esses desenhos animados eram exibidos no cinema local antes dos filmes. Em Hollywood, Walt Disney contatou a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, dizendo que o seu estúdio de animação tinha diversos filmes para vender. Wrinkler aceitou pagar 1.500 dólares por cada filme.
Depois de angariar dinheiro, adquirir material e contratar pessoal, Walt começa a fazer planos: Alice, uma série em que uma moça convivia com personagens e cenário animado.
Depois veio Oswald, o coelho sortudo, um grande sucesso que levou à reavaliação dos valores dos contratos quanto aos preços dos filmes.
Foi para Nova Iorque, onde foi apanhado de surpresa. O patrão para quem Walt desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe os personagens, a equipe de desenhistas e as encomendas, porque as mesmas não foram assinadas em seu nome.
Para superar a fase difícil e contornar os prejuízos, Walt Disney criou Mickey Mouse em 1928 para competir com o sucesso do Gato Félix. O camundongo, desenhado a partir de uma série de círculos, provou ser ideal para o desenho animado e se tornaria o personagem de maior sucesso dos estúdios Disney. Detalhe: O nome Mickey Mouse não seria Mickey Mouse, seria Mortimer. Mas a mulher de Disney, Lilian, insistiu e conseguiu batizá-lo assim.
Em 1927, já se havia inventado o filme sonoro. Poucos anos depois, inventou-se o filme colorido. Disney e seus assistentes utilizaram as novas técnicas com muita imaginação.
Pato Donald, Pateta e Mickey
O primeiro desenho sonorizado foi Steamboat Willie, de 1928. No início, o próprio Walt dublava o Mickey. Surgiram, em seguida, outros personagens para contracenar com o famoso camundongo:Minnie, Pato Donald, Pateta e Pluto.
De 1929 a 1939, Disney produziu uma série de desenhos chamada “Silly Symphonies“(Sinfonias Tolas), a primeira colorida. Mickey estrelava esses filmes ao lado dos novos personagens. O desenho “Flowers and Trees“, dessa série, recebeu o primeiro Oscar para um desenho animado.
Walt Disney no trailer de Branca de Neve
Walt Disney pretendia fazer um longa-metragem da clássica estória de Branca de Neve. Após três anos de produção, Branca de Neve gerou fundos necessários para a construção de um novo estúdio e foram criados novos longas-metragens: Pinóquio, Fantasia e Bambi.
Com a entrada dos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, Disney foi convidado pelas Forças Armadas para produzir desenhos animados de treinamento para os soldados. Em seguida, começou a fazer filmes de propaganda militar, nos quais utilizava principalmente seus personagens mais conhecidos.
Cinderela
Depois da guerra, Walt Disney viu a sua empresa arruinada, pois alguns dos seus filmes tiveram pouco lucro. Decidiu, assim, a fazer o filme Cinderela, pois tal como Cinderela, Walt Disney foi da pobreza a riqueza.
Dez anos depois, produziu “Mary Poppins“, uma mistura de desenho animado com personagens humanos. O filme concorreu ao Oscar em 14 categorias, levando cinco prêmios, incluindo o de melhor atriz, para Julie Andrews, e o de melhor canção, por “Chim Chim Cher-ee“.
Disney obteve um de seus maiores êxitos em 1955 ao inaugurar a Disneylândia, um superparque de diversões situado em Anaheim, na Califórnia.
O cineasta, porém, não viveu para ver as atrações da Disneyworld, como o Epcot, o Magic Kingdom, os estúdios MGM (atual “Hollywood Studios”) e o Disney Animal Kingdom, além dos parques aquáticos. Walt Disney faleceu no dia 15 de dezembro de 1966, aos 65 anos, em Los Angeles, na Califórnia, vítima de câncer.
Com a ajuda de Lillian Bounds e das filhas Diane Marie e Sharon Mae, seu irmão Roy continuou comandando os negócios por mais algum tempo, vindo a falecer um mês após o término da construção do “Magic Kingdom” e a correspondente inauguração do “Walt Disney World”.
Em 2006 o cargo de CEO foi ocupado para o então presidente da Disney, Robert (Bob) Iger. Bob iniciou um novo ciclo de expansão da companhia, cujo marco inicial é a compra dos estúdios Pixar, o que fez com que Steve Jobs, CEO da Apple e dono da Pixar se tornasse o maior acionista pessoa física da Walt Disney Company.
Em 2001, ano do centenário de nascimento de Disney, o desenho animado “Branca de Neve e os Sete Anões” foi relançado em vídeo e DVD com várias novidades, como um “making of” do desenho, um videoclipe da canção Some Day My Prince Will Come, cantada por Barbara Streisand, e um jogo. Para além de estúdios cinematográficos, o vasto império criado por Walt Disney inclui diversos parques temáticos (“Disneylândia”, “Disneyland Paris”, “Disney Japan” etc.), inúmeros canais de televisão e elevados rendimentos originados na venda direta de filmes e livros, e nos direitos de utilização por outras entidades das imagens dos personagens.
Walt Disney é a pessoa que mais prêmios Oscar ganhou em todos os tempos.
ão sou preconceituosa, mas essa comparação está de morrer de rir – embora eu tenha me visto enquadrada nos dois universos, dependendo da situação.
TRAJE FEMININO:
DE RICO: Calça de cor clara da Zara ou Lelis Blanc, ou um jeans Diesel pra não ter erro, bolsa Marc Jacobs ou Dior, um lenço Burberry no pescoço. Camisetinha básica branca da Club Chocolate ou Tommy Hilfiger. Óculos Chanel ou Dolce Gabbana, sandalinha rasteira da Lenny. Ela sempre chega sozinha, dirigindo o seu próprio carro, normalmente um Audi A3 ou Hyundai Vera Cruz.
DE POBRE: Minicurtíssima do Hipermercado EXTRA, blusinha da C&A estampada, tamanco de madeira de salto altíssimo ou tênis de R$ 19,50, óculos coloridos degradê do camelô é claro!!! piercing no umbigo (detalhe no ângulo de gordura da barriga), anel no dedo do pé e os pelos do corpo descoloridos com água oxigenada. Muitas usam biquíni por baixo, na esperança de tomar um banho de piscina.
TRAJE MASCULINO:
DE RICO: Bermuda Hugo Boss ou Calvin Klein, camisa esporte Lacoste ou Brooksfield, óculos Armani, relógio Rolex e geralmente chegam acompanhados de uma bela mulher em sua Hilux ou Cayenne.
DE POBRE: Chinelo Rider, bermuda florida ou feita de uma calça jeans cortada no joelho desfiada, com a barriga aparecendo, camisa do Corinthians ou do Flamengo, jogada nas costas (eles morrem de calor) e óculos de camelô na testa (suada). Chegam de Monza ou de carona com mais oito pessoas.
A COMIDA:
DE RICO: Normalmente eles não comem, quando comem é um pouquinho de cada coisa. Arroz com brócolis ou açafrão, farofa com frutas secas, filé de cordeiro, picanha argentina, muzzarella de búfala. Sendo que cada coisa a seu tempo e pausadamente.
DE POBRE: Vinagrete, farofa com muita cebola, maionese, muita asa de frango e coraçãozinho, lingüiça com pão de alho, costela e miolo de acém (que eles juram ser mais macio que picanha!).
A BEBIDA:
DE RICO: Os homens, Chopp Brahma ou cerveja Heineken geladíssima. As mulheres, Schweppes Citrus, água Evian ou Coca-Cola zero.
DE POBRE: Cerveja Itaipava ou Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa, cheio de gelo. Quem fica tonto mais rápido, bebe intercalando água da torneira. Muita caipirinha com Caninha da Roça, Baré Cola e Guaraná Sarandi.
PRATOS :
DE RICO: Normalmente beliscam uma picanha servida num enorme prato branco liso de porcelana, taças adequadas a cada tipo de bebida: água, chopp, refrigerante.
DE POBRE: Os tradicionais pratinhos de alumínio ou papelão, eles ficam o tempo todo de olho na fila esperando diminuir. As bebidas são servidas em copinhos plásticos (reciclados) de 200 ml. (nunca compram na quantidade exata do número de convidados) acabam servindo naqueles copos de requeijão ou geléia para os convidados mais chegados: familiares, algum cabo da PM, Corpo de Bombeiros, Escrivão da Polícia, etc.(OS VIPS).
MÚSICA:
DE RICO: Jack Johnson, Maria Rita, música instrumental, Lounge Music e Jazz. Podem contratar um grupo que toca chorinho, mas com músicos formados pela Escola de Música da UFRJ.
DE POBRE: Aquele pagodão de pingar suor, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Revelação. Só CD’s piratas (4 por 10,00) mídia azul. Não pode faltar o de Samba Enredo do ano. O importante é tirar a galera do chão, depois de umas 2 horas de churrasco, todos já estão dançando, independente das idades ou credos. Também rola uma batucada improvisada com panelas, tampas ou qualquer objeto disponível que emita um som (cantam de Almir Guineto até Alcione). A mulherada tira a sandália, porque não estão acostumadas, e bota a poeira pra subir.
O CHURRASQUEIRO:
DE RICO: Contratado de uma churrascaria famosa. Trabalha com um uniforme impecável e traz consigo toda equipe necessária para atender todos os convidados.
DE POBRE: Amigo de um conhecido que adora fazer churrasco, e cada hora um fica um pouquinho pra revezar. Normalmente é um cara barrigudo que fica suando com uma toalhinha na mão (ele usa para enxugar o suor, limpar as mãos e o que mais precisar!). Adora ficar jogando cerveja na brasa para mostrar fartura!
O LOCAL:
DE RICO: Área coberta, com piso de granito, tem mesinhas e bancos da Indonésia, num lindo jardim com piscina, mas ninguém se anima dar um mergulho, pois a mesma está decorada com um lindo arranjo de flores tropicais.
DE POBRE: Normalmente na laje, com sol quente na cabeça ou chuva para acalmar o fogo (então é improvisada uma lona de caminhão como cobertura, mas só para proteger a churrasqueira). Cadeiras só para quem chegar mais cedo (esses cedem o lugar para as grávidas que sempre chegam atrasadas), os demais ficam em pé, esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema porque a maioria está descalço. Sem esquecer o tradicional banho de chuveiro, onde os bêbados começam com a brincadeira de querer molhar todo mundo.
O FINAL:
DE RICO: Em no máximo 4 horas, cada pessoa sai em seu próprio carro. Mas saem em momentos diferentes, para que o dono do churrasco possa fazer os agradecimentos a cada um com atenção.
DE POBRE: Dura no mínimo 8 horas e depois que todos já estão bêbados, o dono da casa diz que tem que trabalhar cedo no dia seguinte, mas o pessoal ainda quer fazer vaquinha para comprar mais uma caixa de cerveja. Quem não tem carro é de carona ou vai de buzão mesmo. (isso sem falar nos que passam mal, vomitam e precisam curar o porre, estabacados no sofá ou no tapete, antes de pensar em ir embora e naqueles parentes e amigos mais chegados que são intimados a ‘dar uma maozinha’ na faxina do recinto!). O pessoal que tem carro, liga o som bem alto (pagode claro!) e sai buzinando, sorrindo e gritando : “Valeu mano!!!”
O Cirque du Soleil é uma companhia circense com base em Montréal, no estado de Quebéc, no Canadá. Com performances estonteantes, os shows não utilizam animais e recrutam artistas do mundo inteiro – mais de 40 nacionalidades. Os números sofrem influência do teatro mambembe, da ópera, do balé e do rock. Com uma estória central, há números de contorcionismo, malabarismo, equilibrismo, palhaços e trapezistas. Os shows fazem uso de música ao vivo, e a língua falada durante o espetáculo é o “Cirquish”, um dialeto imaginário criado pela companhia.
A brasileira Deborah Colker está no momento, dirigindo o espetáculo: OVO.
La Nouba é um espetáculo do Cirque du Soleil, que está fixo em cartaz no teatro do Walt DisneyWorld, em Orlando, no Downtown disney – faz uma narrativa sobre os sonhos humanos.
The green bird
Personagens do La Nouba:
The Green Bird é um passáro alegre que foge de sua gaiola. Ela tenta voar após ver tantos números aéreos, mas não consegue.
Les Cons são pessoas vestidas de branco, aparecendo como palhaços no show inteiro.
Le Titan é um misterioso personagem musculoso que confronta todo mundo no palco.
The Walker é uma pessoa que anda pelo palco do show imitando Carlitos.
The Pierrot Rouge é um acrobata vermelho. É um adversário mortal do Titan, mas se junta com ele no fim do show por admiração.
The Pierrot Clown and the Lost Ballerina são os Romeu e Julieta do espetáculo.
The Cleaning Woman é uma personagem-fantasma que não interage com o público até que o seu sonho se torne realidade.
The Clowns: Comic and Serguei – palhaços tradicionais – sobre esses eu terei de contar uma estorinha que me aconteceu – só podia ser comigo, mesma…
as chinesinhas
Além desses, havia, também um grupo de chinesinhas de mais ou menos uns 6 anos de idade, que faziam misérios no malabarismo.
Eu não sou muito chegada a circo, muito menos a palhaços – mas o Cirque du Soleil era outra estória. Pois bem – estava eu muito serelepe logo no meio da platéia, numa fileira que não tinha ninguém sentado atrás e eis que… quando o show começou, apareceram os dois palhaços Comic e Sergei. Eles eram mudos mas o gestual era o suficiente para arrancar gargalhadas do público. E não é que eles cismaram logo comigo?
Começaram a colocar enormes cubos de isopor coloridos, no meu colo, até me cobrirem a cabeça. Os holofotes do teatro centrados em mim… imaginem só… Depois começaram a retirar os cubos, uma a um. Quando foi a hora de pegar o último – um bloco verde bandeira, da cor de minha blusa – eu o agarrei e disse: “It´s mine!” (É meu)
Um dos palhaços fez cara de triste e toda a platéia suspirou: “Ohhhh!!!”
Eu devolvi o cubo, dizendo: “OK”. E toda a platéia, vendo a cara de alegre do palhaço: “Ahhh!!!”
Depois ele cismou com alguma coisa que achou no meu cabelo, catou, catou, tirou e jogou na platéia - fez um barulhão. E os holofotes em cima de mim…
Adorei a experiência de trabalhar no Cirque du Soleil – pena que não podia fotografar nem filmar, lá dentro. Ia direto pro YouTube, lógico. E eu ia guardar essa lembrança com muito carinho.
O Downtown Disney é uma espécie de bairro da Disney, onde se concentram lojas variadas, restaurantes, boates, bareszinhos e, principalmente, onde se situa o Cirque du Soleil de Orlando (do qual falarei no próximo post).
De grandes restaurantes, há uma filial do Rainforest Cafe (que é falado no meu post sobre o Animal Kingdom) e da mesma rede, o T-Rex Cafe (todo ambientado no período Jurássico de nosso planeta).
A área divide-se em três diferentes setores: Marketplace, Pleasure Island e West Side onde está a mais nova atração Disney, o DisneyQuest, um complexo de cinco andares, repleto de brinquedos eletrônicos e realidade virtual.
família Lego
cute, cute, cute
Há a loja da Lego (impressionante o que se pode fazer com os bloquinhos), uma lojinha de doces do Pateta (Goofy), uma loja maravilhosa de enfeites de Natal, a maior loja de artigos da Disney (World of Disney) – sempre com pequenos animaizinhos próximos a nós, como os esquilinhos – cute, cute, cute…
Almoçamos no Captain Jack´s Restaurant – fica numa marina perto da lagoa do Downtown.
É todo ambientado como um bar de navio, praiano e a comida é cajun (comida apimentada, com influência francesa e caribenha – típica dos Cajun).
Cajun shrimp and chicken étouffée with rice Pilaf (camarões e frango em molho apimentado com arroz maluco)
Jumbo lump crab cakes with cajun green asparagus and roasted garlic butter red skin potatoes (carne de caranguejo com aspargos e batata assada ao molho apimentado)
Lá, comemos, Cajun shrimp and chicken étouffée with rice Pilaf (camarões e frango em molho apimentado com arroz maluco) e Jumbo lump crab cakes with cajun green asparagus and roasted garlic butter red skin potatoes (carne de caranguejo com aspargos e batata assada ao molho apimentado). Para sobremesa, Key lime pie with raspberry sauce (torta de limão com calda de amora). Esse almoço, sem o Disney Ding Plan, sairia por volta de U$ 49,00, sem a tip e o vinho.
Os Cajun (pronúncia: quéidjã – corruptela do francês acadien) são descendentes dos Acadianos - grupo étnico que foi expulso do Canadá e que se fixou na Louisiania, especialmente, Nova Orleans, no sul dos EUA. Esta população tem uma cultura própria, em especial uma variedade de música popular e de culinária. Uma vaga de perseguição religiosa levou à deportação desses Acadianos, entre 1755 e 1763, para diversos portos do Império Britânico na América do Norte (entre eles – Louisiania) , para prisões inglesas ou para a França.
Planet Hollywood
Bongos Cuban Cafe da Gloria Estefan)
Seguindo o Downtown – chegamos na Pleasure Island, onde está o Planet Hollywood e outras casas de shows (House of Blues – onde achamos os incensos mais perfumados que já compramos), bares (inclusive o Bongos Cuban Cafe da Gloria Estefan) e boates.
museu da Princesa Diana
Há um local onde se pode pegar carona num balão e sobrevoar a Disney (não é tão caro – U$35,00 por 30 minutos, por pessoa).
Disney Quest - complexo de 5 andares de video-games
Tem um complexo de 24 salas de cinema, um absurdo museu em homenagem à Princesa Diana e um complexo de 5 andares de vídeo-games – O Disney Quest.
objetos de design by Romero Brito
Também, na Pleasure Island, encontramos uma lojinha indescritível, só com peças de arte e design dos anos 80 – onde compramos nosso primeiro Romero Brito.
castelo de areia na piscina do Disney´s Old Key West
Realmente, essa idéia de tomar nosso café-da-manhã, com os table services do Dining Plan, nos outros resorts – foi a melhor que tivemos. Além de conhecermos outros temas, os pratos eram diferentes – não aguento mais comer ovos com bacon.
O Disney´s Old Key West é ambientado no estilo praiano de Miami – até a piscina tem castelos de areia e brinquedos de praia gigantes.
Vai uma french toast aí???
No Olivia´s Cafe – conhecemos mais uma estória interessante das pessoas idosas que trabalham como garçons aqui no complexo Disney – são senhores e senhoras já aposentados e que aproveitam para ganhar dinheiro, se divertindo com novos amigos de outros países.
Para se chegar ao Old key West Resort – toma-se um ônibus do transporte Disney para qualquer dum dos parques – de lá, toma-se o ônibus do transporte Disney para o resort. Depois de tomar seu breakfast – é só pegar o transporte normal para seu parque preferido.
Tomamos mais um café da manhã nesse resort – Disney´s Wilderness Lodge - no Whispering Canyon Cafe, que é ambientado no oeste americano, até com “geiser” próprio.
o café-da-manhã do cowboy
No Whispering Canyon Cafe, o breakfast é servido como se fosse para os velhos cowboys, em pratos de latão, canecas e talheres bem rústicos. É muito farto e tem quem coma 3 ou 4 vezes. Essé, ao lado, é o Canyon Skillet – all you care to enjoy! (coma o quanto puder) – scrambled eggs, roasted potatoes, bacon, waffle, sausages e biscoitos. Eu comi uma French Toast with cinnamon and sugar (açúcar e canela).
com nosso garçon - Rafael
Foi lá que conhecemos o Rafael – nosso garçon – doido de pedra…
No lobby do resort, o geiser é preparado para entrar em ação e as pessoas podem ficar assistindo, sentadas em cadeiras de balanço, como se estivessem nas varandas de seus ranchos do Velho Oeste.
Para se chegar ao Wilderness Lodge Resort – toma-se um ônibus do transporte Disney para qualquer dum dos parques – de lá, toma-se o ônibus do transporte Disney para o resort. Depois de tomar seu breakfast – é só pegar o transporte normal para seu parque preferido. Sugiro seguir para o Magic Kingdom – para tanto, podemos ir de barco - é muito mais legal.
Link para o video da vista panorâmica do Wilderness Lodge.
Link para o vídeo do geiser do Disney´s Wlderness Lodge.
Esse foi o nosso primeiro café-da-manhã num resort diferente do nosso, na Disney – e o mais farto de todos.
O Disney´s Polynesian Resort é uma graça – todo em estilo da Polinésia Francesa – tudo temático. A piscina tem riachos, com marrecos nadando, cachoeiras e até um vulcão prestes a entrar em erupção, com rios de lava fervente - tudo em meio a uma vegetação luxuriante.
Big Kahuna
O Kona Cafe do Polynesian Resort serve o típico breakfast norte-americano - bem farto – só precisamos gastar 1 table service para 2 pessoas. Escolha o Big Kahuna, que você não se arrependerá (french toast + panquecas com calda de abacaxi e manteiga de macadâmia + ovos mechidos + batatas fritas + bacon). French toasts, para quem não sabe, se assemelham às nossas rabanadas de Natal, com açúcar e canela, porém, mais grossas, menos gostosas e mais gordurosas.
Press your own penny
Na lojinha de conveniência do Polynesian Resort encontramos uma maquininha de cunhar moedas (press your own penny) que, depois, encontramos em todos os parques e todos os resorts, cada uma ambientada em seu tema – colocam-se 2 moedas de 25 cents + 1 de 1 cent na máquina – ela rodas as engrenagens e sai uma moeda meio oval, com a imagem do parque gravada – legalzinho – tem até quem colecione e troque as várias moedinhas.
Para se chegar ao Polynesian Resort – toma-se um ônibus do transporte Disney para o Epcot Center – de lá, toma-se o monorail para o resort. Depois de tomar seu breakfast – é só pegar o transporte normal para seu parque preferido.
Link do vídeo da piscina/cachoeira/riacho do Disney´s Polynesian Resort - as águas saem da piscina, são tratadas, alimentam os riachos e cachoeiras, são tratadas, novamente, e deságuam nas piscinas – isso é consciência de meio-ambiente.
Tomamos outro café da manhã no Disney´s Contemporary Resort. O mais antigo dos resorts do complexo Disney – talvez, por isso, tenha sido um pouco decepcionante – depois dos outros resorts que visitamos para tomar café-da-manhã, como você podem ver nos outros posts que se seguem – o Contemporary nos soou um tanto anos 80 demais – caííííído!!!
comprovante de reserva para o Breakfast no Contemporary Resort
Ainda mais, porque gastamos 2 table services do Dining Plan – e não foi lá essas coisas.
Para tomar nosso café-da-manhã no Disney Contemporary resort – no restaurante The Wave, fomos de barco, mas poderíamos ter ido de monorail, que passa por dentro do prédio – como se pode ver no vídeo abaixo.
Link para o vídeo da nossa chegada no Disney´s Contemporary Resort, de barco.
O Disney´s Caribbean Beach Resort, como o título diz, ambientado no Caribe, tem 5 ilhas: Aruba, Trinidad, Jamaica, Barbados e Martinica. Nós ficamos no Aruba. Tudo é tematizado – as latas de lixo, inclusive.
mapa do Disney´s Caribbean Beach Resort
Cada ilha tem sua piscina e sua praia particular. As ilhas são servidas pelo transporte do ônibus da Disney entre os parques.
Um dia, ao sairmos de Aruba, para os parques, eu perdi o meu chapeuzinho de sol – não é que, na volta, encontrei o próprio, guardadinho, em cima de máquina de vender jornais, no ponto de ônibus, onde havíamos estado de manhã? – Só nos EUA.
Old Port Royale - Caribbean Beach Resort
O resort tem, também, uma ilha central, comum a todos, a Old Port Royale, onde ficam o restaurante, o bar, as grandes piscinas, a lojinha de conveniência e de souvenirs, e as lanchonetes. Para ir até lá, de nossa ilha, havia uma ponte que passava pelo meio da grande lagoa.
flamingos entre nós - sabem o porque da cor de rosa? é porque eles comem muitos camarões
Os flamingos passeam despreocupados entre os hóspedes.
Os quartos têm tv a cabo (com mais de mil canais por assinatura, inclusive 1 só sobre os parques da Disney), cafeteira, frigobar, tábua de passar roupa e internet (falávamos com nossa família no Brasil, todos os dias, via Skype). Os shampoos e sabonetes do room-service da Disney são maravilhosos – trouxe um monte.
Cada ilha tem uma lavanderia onde os hóspedes podem lavar e secar as roupas por U$5,00 por vez. Mais um motivo para trazer pouca roupa na bagagem e deixar mais lugar para as compras.
Tres Leches e torta de limão - sobremesas do Shutters
No Old Port Royale, o restaurante Shutters oferece uma comida caribenha de qualidade e preocupação visual – recomendo as Caribbean Pork Ribs – costeletas de porco glaceadas de baunilha, à moda Outback, com batata assada; ou o Tamarind-Glazed Roasted Chicken – frango assado ao molho de tamarindo, com purê de batata doce e cogumelos.
De sobremesa, Key Lime Tart – torta de limão, ou Tres Leches – um delicioso doce de leite de côco com chantilly e caramelo.
Voltando ao assunto do Disney Dining Plan – se fossemos pagar esse jantar, por nossa conta, sairia por volta de U$ 60,00, com refrigerante refill, sem o vinho e sem a tip (gorjeta) – 2 table services. A “tip” é necessária e esperada – os garçons não recebem salário – só as tips, que, dependendo da qualidade do serviço, começam em 18% da conta final da refeição.
O café da manhã do Old Port Royale é nas lanchonetes “Grab and Go” – pegue e pague. Tipicamente norte-americano, esse breakfast não foge à fórmula: waffle + ovos mechidos + bacon + batatas fritas. Até o waffle tem o formato da cabeça do Mickey – lá cada breakfast equivale a um quick-service.
Todas as vezes em que voltávamos de algum parque da Disney, ouvíamos, sempre, a mesma mensagem, falada pelo motorista do ônibus do transporte Disney:
” Ladies and gentlemen, boys and girls. This is Aruba in the Caribbean Beach Resort. Please collect your belongings. Remain seated till the bus stops. Don´t forget to take your children by the hand. And Welcome home!” (Damas e cavalheiros, meninos e meninas. Aqui é Aruba, no Resort Caribbean Beach. Favor recolher seus pertences. Fiquem sentados até que o ônibus pare. Segurem as mãos das crianças. E sejam bem-vindos!)
Link para o vídeo da piscina infantil do Disney´s Caribbean Beach Resort.
Vou postar essas informações antes das dicas dos parques mas – deixem as compras para os últimos dias!!!! Só depois de pagar tudo que é necessário – é que podemos contabilizar o que poderemos gastar em compras.
E, nesse ponto, deixem o supermercado Wal-mart por último.
Deve ser visitada a Ross Dress for Less (loja de roupas de marcas famosas que vende coleções antigas – muito frequentada por brasileiros e muito confusa para se achar as boas pedidas – é uma guerra!).
Wii
Os outlets de Orlando são famosos, nem preciso falar – entre eles, elegemos o Florida Mall para nossa primeira tarde/noite de compras, porque, além de muito legal, fica ao lado da Best-Buy – loja de letrônicos e games.
Best-buy - comprem o Wii (US$199,00) e o Wii-fit (acessórios do Nintendo Wii para exercícios físicos e prática de variados esportes), além do Rock Band dos Beatles – vão se arrepender se não comprarem!
No Florida Mall, um outlet da rede Simon Malls, não deixem de dar uma passadinha da M&M´s World – loja dos chocolates M&M, super colorida e divertida.
Assim que chegarem, procurem o Guest Services (Atendimento ao cliente) e peguem o folheto (booklet) de descontos das lojas – alguns valem a pena.
Lá também tem uma loja só de artigos com cara de cariocas (RIO), uma loja de roupas só em preto e branco (White House & Black Market), a famosa Apple Store, a J. C. Penny, a Saks e uma loja de sabonetes artesanais que são o must – comprem as bombas de sabonete para banheira. Tem uma loja de bijouterias e outros artigos só de bolinhas – a Polka Dotz.
cremes da Victoria´s Secret
Também no Florida Mall tem uma filial da Victoria´s Secret, loja de lyngerie e perfumaria feminina que é o sonho de consumo de 11 entre 10 mulheres.
Aproveitem as ofertas de perfumes da Macy´s, em época de liquidação – uma caixa Trésor, da Lâncome, com colônia de 100ml + perfume miniatura + sabonete líquido + creme para o corpo = US$ 90,00 – mais barato que o perfume sozinho, na FreeShop. Além disso, quem compra 2 produtos Clarins, ganha uma necessaire com 4 mini produtos pra tratamento da pele – eu ganhei para a pele seca – Imperdível, principalmente em se tratando de Clarins!
mapa do Florida Mall
Fomos em outra noite, ao Prime Outlet (antigo Beltz) – shopping horizontal e aberto – tipo nosso Downtown. Neste, não deixem de ir às lojas Armani Exchange, Lacoste, Calvin Klein e Nike – grandes pechinchas em marcas famosas.
No Walmart, enlouqueçam com as coisinhas do dia-a-dia – artigos de perfumaria, drogaria, toilette, papelaria, eletrônicos, comidinhas – os livros são baratíssimos e por mais tijolões que sejam, são inacreditavelmente leves. Comprei o último do Dan Brown (The Lost Symbol), o último da Patrícia Cornwell (Scarpetta) e o primeiro da nova trilogia da Stephanie Meyer (The host), de Crepúsculo.
Foi lá no Walmart que eu achei os salgadinhos que tanto amo – os Combos – pretzels recheados de queijo cheddar. Esperei 18 anos para comê-los novamente e trouxe muitos, muitos, para casa. Sabem onde encontrei mais deles? Na lojinha de conveniência do nosso hotel da área dos parques da Universal – o Confort Inn Universal Area. Onde menos se espera, até que enfim…
Finalmente vou começar a postar sobre nossa viagem à Disney.
Escolhemos o mês de setembro – recomendo sempre – baixa temporada, parques vazios, preços mais convidativos, liquidações e ofertas nos outlets.
Fomos de TAM, com pacote TAM Viagens Magic Your Way – que inclui 11 diárias em resorts na própria Disney, Disney Dining Plan (plano de refeições que oferece 1 lanche [snack], 1 almoço [quick service]e 1 jantar [table service]por pessoa por cada diária no resort Disney) e os ingressos para quantos dias de parque você escolher – o padrão são 7 dias.
Não tenho nada a dizer contra os serviços da TAM – no avião fomos bem servidos de lanches, refeições e bebidas, mantinhas de fleece, necessaire para higiene pessoal rápida e até meias. O entretenimento a bordo fica garantido com os filmes, como:
- O solista (The soloist) – com Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Jaime Fox (Ray) – excelente e oscarizável!,
- Se beber, não case – comédia despretenciosa
- A proposta (The proposal) – com Sandra Bullock – gostosa comédia romântica,
- Uma noite no Museu 2.
Disney Dining Plan – Pacote imperdível – você não precisa gastar com comida nem refrigerantes dentro da Disney e se bobear até sobram refeições na hora de ir embora.
Quem fica em resort na Disney tem várias regalias como:
- transporte grátis do aeroporto para seu resort e vice-versa (Disney´s Magical Express – depois de pegar sua bagagem, pegue o shuttle bus até o lado B do aeroporto, até o nível 1, descendo 1 andar de elevador e seguindo um imenso corredor, até o Disney Magical Express Center) – dá uns 35 minutos do aeroporto até seu resort na Disney,
- Disney Dining Plan,
chave do quarto, crédito de refeições, fast-pass, transporte gratuito, ingresso nos parques e magic hours
- as Magic Hours – a cada dia da semana, um dos parques abre 1 hora antes (8hs quando normalmente abre 9hs) e fecha 2 horas depois (23hs quando normalmente fecha 21hs), às vezes 3 hs depois (meia-noite) – só para os portadores da chave do quarto, para provar que estão hospedados em algum dos 23 resorts da Disney – Geeeeiiinteeeeiiin, isso é um adianto, vocês não tem noção.
ticket válido
- o fabuloso Fast-pass (fura filas nos brinquedos mais concorridos – você insere numa máquininha, a sua chave do quarto, que também é o ingresso dos parques, a máquina te devolve um ticket dizendo a hora em que você deve retornar, para entrar direto no brinquedo, sem passar pelas imensas filas – muito útil em temporada de férias),
ticket sem validade
- detalhe, não dá para você ficar reservando um horário logo em seguida a outro que a maquininha não é burra – ela te devolve com um ticket invalidando o passe – não adianta bancar o esperto – tem de esperar pelo menos 1 hora depois de usar o primeiro.
- reservas nos restaurantes, transporte de ônibus, monorail e barco entre os resorts e os parques,
- entrega de suas compras dentro do parques (você não precisa ficar carregando sacolas - vão direto pro seu resort),
- check-in antecipado no seu próprio resort (as malas vão da Disney, direto para o avião e você segue no Disney´s Magical Express, só com a bagagem de mão),
- na hora de embarcar de volta, se não desejar fazer esse check-in antecipado, o Bell Service (de TinkerBell – fada Sininho) apanha você e sua bagagem no quarto e leva até o transporte para o aeroporto (só podem a tip – gorjeta – de cerca de U$2,00 por mala). Lembrem-se: são 32kg por mala, 2 malas para cada passageiro, não cumulativos. Leve malas vazias e a menor quantidade de roupas e sapatos possível, para sobrar espaço para as compras, que, com certeza, chegarão. Observar que não podem seguir na bagagem de mão (1 mochila e uma malinha pequena, por pessoa), nem cremes nem líquidos – coloquem na mala que será despachada.
PHOTO-PASS: Além disso, temos o fantástico e caro, serviço de “photo-pass” – fotógrafos profissionais esperam por você nos locais mais estratégicos de cada parque, para tirar fotos suas, com seu acompanhante (muito útil) e sua família toda. Não fica aquela coisa de “eu tiro a sua foto e você tira a minha”. Na ocasião da sua primeira foto, eles te dão um cartão com um número de código. Em todas as outras ocasiões de fotos, você apresenta o cartão ao fotógrafo. Ele tira 3 ou 4 fotos de seu grupo todo junto em cada um desses locais estratégicos dos parques (na frente do castelo da Cinderela no Magic Kingdom, na frente da Árvore da Vida do Animal Kingdom, na frente da espaçonave Terra do Epcot Center). Depois, quando você volta para casa, entra na internet, no site: Disney´s Photo-pass, gera uma senha, insere seu código do cartão e lá estão suas preciosas fotos. Agora é só escolher as melhores (que você realmente não tirou com sua própria máquina fotográfica), adicionar ou não molduras com dizeres, figuras e autógrafos dos personagens da Disney e comprar a impressão de cada uma delas (U$13,00 cada + frete), ou seu download (mais caro – U$15,00 cada, mas sem frete) ou aplicar em camisetas, canecas e outros artigos (caríssimo).
Dicas para o Dining Plan
1- use os snacks para pipocas, sorvetes, algodão-doce, pretzels e refrigerantes fora das refeições – esses acabam logo.
2 – use os quick services para almoçar nas lanchonetes dos parques – hot dogs, hamburguers com fritas ou pizza, 1 refrigerante com refill quantas vêzes você desejar e sobremesa (escolha uvas, cheese-cake ou torta de limão) – esses devem ser usados 1 por pessoa por almoço – acabam na hora certa.
3 – use os table services para jantar em restaurantes nos parques ou nos resorts – 1 prato principal, 1 sobremesa e 1 refrigerante com refill
- também podem ser usados para café da manhã nos resorts de maior categoria, na Disney – sempre com reserva prévia – waffle ou french toast ou panquecas, com bacon, ovos mexidos, batatas fritas e 2 bebidas (café e suco)
- importante – devem reservar todos os table services, logo no primeiro dia, no balcão de reservas de seu resort – tudo lota rapidinho
- se você não é esfomeado, 1 table service serve 2 duas pessoas fácil, fácil, principalmente no café-da-manhã - portanto, faça todas as reservas possíveis, tanto para jantar quanto para café-da-manhã – para poder gastar todos e não voltar para casa com créditos sobrando – é dinheiro perdido…
lojinhas da Disney, Universal e Sea World no aeroporto de Orlando
No aeroporto de Orlando, você pode encontrar lojinhas da Disney, da Universal e do Sea World – se faltar alguma lembrancinha na hora de ir embora – ainda dá tempo de comprar.
Wal-Mart – dica sobre lembrancinhas Disney – tente evitar de comprar tudo o que vê pela frente (só compre o que você achar que não vai encontrar mais em lugar nenhum, como os artigos dos países dos pavilhões do Epcot World Showcase) – quando você for ao Wal-mart, tem um seção só de Disney lá, com tudo que você desejar – por 1/3 do preço dos parques.
Eu confesso – sou viciada nos livros da Patrícia Cornwell – em especial, os da chamada:
SCARPETTA´S series – atualmente, 17 livros cuja heroína é uma dedicada médica legista forense – Kay Scarpetta, que tenta resolver crimes através da autópsia (ou seria necrópsia?) dos corpos das vítimas. O enredo da história não irá focar-se num livro, em particular, mas sim no conceito da personagem. O filme pretende entrar na mesma linha de obras como o «Silêncio dos Inocentes» de Jonathan Demme e «Seven» de David Fincher.
E, babem: Angelina Jolie está cotadíssima para viver Kay no cinema em filme da FOX, a ser lançado ano que vem.
Seguem as sinopses de cada livro – recomendo a leitura na ordem abaixo, pois as estórias, embora diferentes, têm como pano de fundo, a vida de Kay e de seus familiares e amigos. Se não seguir a ordem, você vai ficar meio perdido – vá por mim.
Post-morten – 1990 – É um homem metódico, disciplinado, bárbaro: mata por prazer. As pistas até ele se perdem pelas ruas. A doutora Kay Scarpetta, médica-legista, examina as vítimas, mulheres que não podem lhe dizer nada a não ser pelos vestígios que trazem no corpo. E no corpo delas há um brilho produzido por alguma substância química. Qual? A doutora Scarpetta precisa descobrir logo, se quiser evitar a próxima vítima. E precisa conviver com a contradição: usa em suas autópsias os recursos mais avançados da ciência e da tecnologia, mas esse aparato se destina a penetrar em mentes tão perturbadas que parecem aquém de toda humanidade. Em outro plano, precisa lidar ainda com o fato de que alguém próximo, mas interessado em destruir sua carreira, está sabotando a investigação.
Corpo de delito (Body of Evidence) – 1991 – Logo após o cruel assassinato de sua filha adotiva, um escritor famoso é assassinado. Sua irmã morre em circunstâncias igualmente misteriosas. Quem cometeu os crimes? Por que os cometeu? Essas são as perguntas que levam a médica-legista Kay Scarpetta a seguir as poucas pistas deixadas pelo criminoso. Além das provas que consegue colher nos corpos levados ao necrotério, sai a campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo sucessivamente abandonadas. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias. Um dia, porém, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que afirma ser capaz de enxergar a alma de um criminoso…
All that remains – 1992 – Fred e Deborah, jovens, lindos e saudáveis, estão desaparecidos. O pânico toma conta da cidade de Richmond, Virginia. Será que o casalzinho teve o mesmo fim que os outros quatro jovens casais desaparecidos anteriormente? A idéia é aterrorizante, pois nos outros casos as vítimas foram achadas, meses depois, em estado avançado de decomposição. E todos na mesma região florestal, ao redor de um centro de treinamento da CIA. Suspeitos, até mesmo dentro das forças da lei, pululam como cadáveres abandonados nesse sinistro e labiríntico quebra-cabeças onde vamos encontrar, mais uma vez, a dra. Kay Scarpetta, médica legista e a mais intrigante protagonista já surgida no gênero policial moderno. AINDA NÃO TENHO – QUEM TIVER E DESEJAR ME VENDER, ACEITO.
Desumano e degradante – 2000 – Em Richmond, os dias que precedem o Natal são curtos e cinzentos. Em 13 de dezembro, um homem é executado na cadeira elétrica, culpado pela mutilação de uma jovem apresentadora de TV. No mesmo dia, um garoto de treze anos é encontrado também mutilado. Dias depois, um novo crime assusta a cidade. Fala-se em bruxaria. Algo terrível parece estar à solta. Os fatos descobertos pela dra. Kay Scarpetta, legista-chefe do estado de Virginia, apontam para uma solução absurda. Mortos não cometem crimes.
Lavoura de corpos – 1994 - Escândalo e terror na Carolina do Norte. Na pacata cidadezinha de Black Mountain, a casa dos Steiner é invadida e a pequena Emily, 11 anos, raptada. Dias depois, seu corpo é encontrado mutilado. Seria outra atrocidade praticada pelo serial killer Temple Gault? A médica-legista Kay Scarpetta, da equipe de investigações, conhece muito bem o estilo do psicopata. Tão bem que chega a questionar a autoria do crime. A solução desse caso misterioso está em suas mãos femininas: Kay usa da psicologia e da análise fria dos acontecimentos para combater o mal e chegar à justiça, mesmo que tenha de partir para a ação. Repleto de suspense, este livro de Patricia Cornwell adota um ritmo acelerado para resolver o caso, que vai se complicando a cada página.
Cemitério dos indigentes – 1995 - É possível existir algo além do horror? Para Temple Brooks Gault o horror não é o fim, mas o começo. Assassino por natureza, Gault é também um manipulador, e tem estilo próprio. Suas vítimas carregam literalmente na carne a sua assinatura. É Natal em Nova York. Há neve e alegria por toda parte. O ruído das festas não sabe dos sons assustadores que abafa; a luz das lojas e árvores enfeitadas não percebe as sombras que cria. Ninguém ouve o tiro disparado no coração do Central Park, ninguém vê o corpo, mutilado e nu, num dos milhares de bancos da imensa praça branca. Quando a dra. Kay Scarpetta, médica-legista, examina o cadáver – os cortes cruéis no corpo inteiro e o furo preciso na têmpora -, ela tem certeza de que o Mal está de volta. E, dessa vez, Temple Brooks Gault, o serial killer que invadiu sua vida, foi muito além do horror que se poderia esperar dele.
Causa-mortis – 1996 – Quando a dra. Kay Scarpetta estendeu mais um de seus cadáveres na mesa para fazer uma autópsia, mal imaginava a magnitude do caso que tinha nas mãos. Desta vez, Patricia Cornwell enredou sua heroína numa trama que testará toda a sua capacidade diante de um perigo novo e ainda mais inusitado do que os anteriores. Com sangue até os cotovelos, a dra. Kay Scarpetta- junto com a sobrinha-prodígio Lucy, hacker do FBI, o chefe e amante Benton Wesley e o eterno parceiro, o tira boca-suja Pete Marino- vê-se às voltas com um crime que é só o fio de uma meada.
Contágio criminoso – 1997 – Um cadáver é encontrado no meio do lixo, num aterro sanitário da Virgínia. Detalhes como a amputação habilidosa da cabeça e dos membros lembram casos que a dra. Kay Scarpetta examinou na Irlanda, onde esteve recentemente para pronunciar uma série de conferências. As vítimas, ali, eram de várias raças e idade estimada entre dezoito e trinta e cinco anos; em nenhum dos casos a cabeça foi encontrada. A investigação se tornará um verdadeiro inferno, um jogo macabro em que o assassino fará contato pela Internet e assinará as mensagens com um apelido adequado – Deadoc – Doutor Morte. Na tela do computador da médica-legista surgirão imagens nauseantes – fotos tiradas por Deadoc para mostrar até que ponto é dotado da mais alta competência para o assassinato.
Foco inicial – 1998 – Patricia Cornwell traz neste livro uma trama onde uma assassina psicopata enreda a médica Kay Scarpetta e seu parceiro Pete Marino na investigação de uma série de crimes com características idênticas. Ao lado de seu inseparável parceiro Pete Marino, Kay Scarpetta tem à sua frente um quebra-cabeça feito de crimes aterrorizantes e de cartas cheias de jogos de palavras.
Alerta negro – 1999 - Uma história de terror parece brotar do corpo em estado de decomposição encontrado num contêiner, no porto de Richmond. Indícios ligam o cadáver ao crime organizado. Mais especificamente, a uma máfia instalada na França, de atuação internacional e profunda influência junto a governantes e outros poderosos. A autópsia realizada pela médica-legista Kay Scarpetta indica que o assassino – conhecido como “loup-garou” – só pode ser um lobisomem; mutila pessoas e deixa no local dos crimes cabelos humanos, finos e longos. A sombra do lobisomem paira sobre a história, e a doutora Scarpetta começa a suspeitar que esta será sua primeira aventura sobrenatural. - 1o LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”
A última delegacia – 2000 - A trama se inicia imediatamente após os episódios finais de Alerta negro, quando a dra. Scarpetta é atacada em casa pelo criminoso Jean-Baptiste Chandonne – um francês cuja família chefia um cartel internacional do crime e que sofre de uma doença congênita que provoca o crescimento exagerado de pêlos do corpo, razão pela qual ele próprio se denomina Lobisomem. Em decorrência do ataque, Scarpetta é obrigada a se mudar para a casa de uma amiga de longa data. Mas perde o chão ao ser acusada de um dos assassinatos cometidos por Chandonne, o criminoso que a atacara. Sozinha, impedida de viver em sua casa e principal suspeita em um crime hediondo, a dra. Scarpetta vive os piores dias de sua carreira e de sua vida. 2o LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”
Mosca varejeira – 2003 - Trêsanos depois dos acontecimentos narrados em A última delegacia, Kay Scarpetta trocou a Virgínia por uma tranqüila praia na Flórida, de onde continua a prestar consultoria. Tentando reerguer a vida profissional, Scarpetta recebe uma carta de Jean-Baptiste Chandonne, o Lobisomem. O homem que tentou matá-la e que se encontra no corredor da morte, à espera da execução, está disposto a revelar segredos importantes de sua família criminosa. Em troca, Scarpetta deverá lhe aplicar a injeção letal. Enquanto tenta adivinhar as verdadeiras intenções do assassino, Scarpetta, a sobrinha Lucy e o detetive Pete Marino rumam para Baton Rouge, onde está ocorrendo uma série de estranhos desaparecimentos de mulheres. Envolvendo-se na investigação, Scarpetta inicia uma exaustiva caçada ao responsável pelos crimes, numa jornada que lhe revelará alguns segredos cuidadosamente guardados por seus entes mais queridos. 3o LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”
Vestígio – 2004 - Cinco anos depois de ser sumariamente afastada de seu emprego como legista-chefe da Virgínia, Kay Scarpetta volta a Richmond atendendo ao pedido de seu sucessor para um caso difícil Gilly Paulsson, uma garota de catorze anos, foi encontrada morta em sua cama. Ao chegar ao seu antigo quartel- general, logo percebe que deveria ter recusado o trabalho. Seu sucessor é um tipo esquivo e incompetente, seu antigo escritório está sendo demolido, e as manobras políticas tecidas ao fundo dos acontecimentos ameaçam engoli-la de vez.
Predador – 2005 – Em sua mais nova aventura, a médica-legista Kay Scarpetta se depara com uma série de eventos aparentemente desconexos, mas que vão culminar em um dos casos mais bizarros que já viu, expondo pistas preciosas sobre o funcionamento da mente de um psicopata. No momento em que a história começa, Scarpetta e seus parceiros — o psicólogo Benton Wesley, o amargurado investigador Pete Marino e a brilhante e instável investigadora Lucy — trabalham na Academia Forense da Flórida, entidade envolvida num projeto secreto chamado Predador, que investiga aspectos fisiológicos e possíveis motivações de psicopatas condenados. Um desses objetos de estudos é Basil Jenrette, cuja trajetória cheia de lacunas pode conduzir à identidade do assassino da loja de artigos de Natal. Como é costumeiro nos livros de Cornwell, as investigações se apoiam tanto em insights psicológicos quanto num detalhado instrumental técnico, que envolve balística, medicina legal, exames de dna e recursos de alta tecnologia. Mas não há como separar desse aparato o fator humano: Scarpetta, Marino, Benton, Lucy e todos os que cruzam seus caminhos — uma misteriosa sedutora, uma psicóloga que dá conselhos num programa de tevê, um médico ambicioso da Academia, um falso fiscal do departamento de agricultura — precisam enfrentar também seus próprios fantasmas, escondidos e revelados em casos amorosos, lembranças perturbadoras, episódios de inveja e traição. Nessa jornada de onde ninguém retornará sem marcas, descrita numa prosa elegante mesmo quando trata do horror mais cru, é como se as palavras de Scarpetta fossem dirigidas não a outro personagem, mas ao leitor: “Você não está apenas olhando para o abismo, você está instalando luzes e um elevador dentro dele”.
Book of the dead – 2007 – AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL– The “book of the dead” is the morgue log, the ledger in which all cases are entered by hand. For Kay Scarpetta, however, it is about to have a new meaning. Fresh from her bruising battle with a psychopath in Florida, Scarpetta decides it’s time for a change of pace-not only personally and professionally, but geographically. Moving to the historic city of Charleston, South Carolina, she opens a unique private forensic pathology practice, one in which she and her colleagues-including Pete Marino and her niece, Lucy-offer expert crime-scene investigation and autopsies to communities that lack local access to competent death investigation and modern technology. It seems like an ideal situation, until the new battles start-with local politicians, with entrenched interests, with someone whose covert attempts at sabotage are clearly meant to run her out of town. And that’s even before the murders and other violent deaths begin. A young man from a well-known family jumps off a water tower. A woman is found ritualistically murdered in her multi-million-dollar beach home. The body of an abused young boy is discovered dumped in a desolate marsh. Meanwhile, in distant New England, problems with a prominent patient at a Harvard-affiliated psychiatric hospital begin to hint at interconnections that are as hard to imagine as they are horrible. Scarpetta has dealt with many brutal and unusual crimes before, but never a string of them as baffling, or as terrifying, as the ones that face her now. Before she is through, that book of the dead will contain many names-and the pen may be poised to write her own.
Scarpetta – 2008 – AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL (mas eu já tenho!!!) – Leaving behind her private forensic pathology practice in Charleston, South Carolina, Kay Scarpetta accepts an assignment in New York City, where the NYPD has asked her to examine an injured man on Bellevue Hospital’s psychiatric prison ward. The handcuffed and chained patient, Oscar Bane, has specifically asked for her, and when she literally has her gloved hands on him, he begins to talk—and the story he has to tell turns out to be one of the most bizarre she has ever heard. The injuries, he says, were sustained in the course of a murder . . . that he did not commit. Is Bane a criminally insane stalker who has fixed on Scarpetta? Or is his paranoid tale true, and it is he who is being spied on, followed and stalked by the actual killer? The one thing Scarpetta knows for certain is that a woman has been tortured and murdered—and more violent deaths will follow. Gradually, an inexplicable and horrifying truth emerges: Whoever is committing the crimes knows where his prey is at all times. Is it a person, a government? And what is the connection between the victims. In the days that follow, Scarpetta; her forensic psychologist husband, Benton Wesley; and her niece, Lucy, who has recently formed her own forensic computer investigation firm in New York, will undertake a harrowing chase through cyberspace and the all-too-real streets of the city—an odyssey that will take them at once to places they never knew, and much, much too close to home.
The Scarpetta´s Factor – 2009 – AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL (mas já em pré-venda nos EUA) – It is the week before Christmas. A tanking economy has prompted Dr. Kay Scarpetta—despite her busy schedule and her continuing work as the senior forensic analyst for CNN—to offer her services pro bono to New York City’s Office of the Chief Medical Examiner. In no time at all, her increased visibility seems to precipitate a string of unexpected and unsettling events. She is asked live on the air about the sensational case of Hannah Starr, who has vanished and is presumed dead. Moments later during the same telecast she receives a startling call—in from a former psychiatrist patient of Benton Wesley’s. When she returns after the show to the apartment where she and Benton live, she finds an ominous package—possibly a bomb—waiting for her at the front desk. Soon the apparent threat on Scarpetta’s life finds her embroiled in a surreal plot that includes a famous actor accused of an unthinkable sex crime and the disappearance of a beautiful millionaires with whom Lucy seems to have shared a secret past. Scarpetta’s CNN producer wants her to launch a TV show called The Scarpetta Factor. Given the bizarre events already in play, she fears that her growing fame will generate the illusion that she has a “special factor,” a mythical ability to solve all her cases. She wonders if she will end up like other TV personalities: her own stereotype.
Além desses, Kay Scarpetta pode ser apreciada através de um livro de culinária que reúne as receitas que a médica legista oferece aos leitores em vários de seus livros:
Food to die for – 2002 – Kay Scarpetta, loves to unwind in the kitchen. Book after book finds her tapping into her Italian heritage to create delicious meals for herself and her friends. Brimming with full-color photographs and inspired by dozens of food scenes in Kay’s kitchen and favorite restaurants, Food to Die For is a cookbook tailor-made for Scarpetta fans. Among the criminally good recipes:
*Miami-Style Chili with Beer (Restos mortais – All That Remains)
* Grilled Grouper with Butter and Key Lime Juice (Desumano e degradante – Cruel and Unusual)
* Jack Daniel’s Chocolate Pecan Pie (Lavoura de corpos – The Body Farm)
* Lasagna with Marinara Sauce and Porcini Mushrooms (Causa-mortis – Cause of Death)
* Kay’s Grilled Pizza with Sausage, Pepperoni, and Three Cheeses (Alerta negro – Black Notice) – Gente, eu estava lendo esse livro no ônibus, voltando do trabalho – na hora em que Kay preparava a pizza, eu quase que podia sentir o aroma dos ingredientes – não esperei nem chegar em casa – saltei e comprei uma pizza para matar a vontade, tal a força de sua narrativa.
E TEM MAIS: Retrato de um assassino – 2002 - Narra as investigações que a escritora fez para descobrir a identidade de Jack, o estripador, que no final do século XIX aterrorizou a cidade de Londres com uma série de bárbaros assassinatos cometidos contra prostitutas. Patricia Cornwell se propõe a solucionar um dos maiores mistérios do mundo do crime – descobrir a verdadeira identidade de Jack, o Estripador. Utilizando técnicas modernas de investigação, a autora concluiu que o Jack era o pintor inglês Walter Sickert. Retrato de um Assassino analisa as circunstâncias dos crimes e reconstrói o ambiente em que viviam as prostitutas londrinas mortas pelo serial killer.
Patrícia Cornwell também escreveu outros livros policiais, como as séries, menos cotadas:
ANDY BRAZIL – Hornets Nest (1997), Southern Cross (1999) e Isle of Dogs (2001) e WIN GARANO – At Risk (2006) e The Front (2008)
Um concurso realizado por um site de fotografias na internet permitiu a “criação” de estranhas espécies de animais.
Os participantes foram convidados a utilizar um software de manipulação de imagens, o Avery, disponível gratuitamente no site. Combinando fotos de dois ou até três bichos, os internautas apresentaram imagens que impressionaram pelo realismo. As criações fizeram um grande sucesso, atraindo visitantes do mundo inteiro para o site www.worth1000.com.
Reino Unido, 18/05/2009 - Serão todos mágicos ou é apenas fantasia?
Reino Unido, 18/05/2009 - Família unida até no estilo do cabelo
O blog Awkward Family Photos, ou Fotos Esquisitas de Família, está atraindo a atenção dos internautas, celebrando a esquisitice de famílias.
O blog foi criado por dois americanos, Mike Bender e Doug Chernak, que cresceram juntos em Nova Jérsei e hoje trabalham como escritores em Los Angeles.
“Nós estávamos almoçando juntos há cerca de um mês, como sempre fazemos, contando histórias sobre nossas famílias, que normalmente envolvem alguma situação esquisita”, disse Mike Bender.
“A gente se deu conta de que há algo de universal sobre a esquisitice de famílias e achamos que seria bacana fazer um blog. E qual a melhor maneira de mostrar isso do que as fotos de família, algo com que todo mundo pode se identificar?”
Os dois voltaram para a casa e começaram a procurar fotos antigas. A dupla encontrou mais fotos na internet e pediu a amigos que doassem fotos para o projeto. “Eu mesmo inclui uma da minha família”, disse Bender, “mas não vou dizer qual é!”.
Quando tinham fotos suficientes, os dois lançaram o blog.
Um amigo que trabalha em uma estação de rádio anunciou, e outras estações foram atrás.
“Nosso medo era que não recebessemos contribuições suficientes“, disse Bender, “mas as pessoas têm enviado fotos que nem malucos”. “Acho que há algo de catártico para as pessoas em dividir a esquisitice de suas famílias e era isso que esperávamos que o site se tornasse, uma celebração comunitária da esquisitice.”
Estados Unidos, 18/05/2009 - Gêmeos parceiros rendem uma das fotos mais engraçadasReino Unido, 18/05/2009 - será essa, a família dos criadores do blog???
O estereótipo da mulher bonita mas limitada intelectualmente rende um dos mais recentes sucessos de exibição de vídeos na web.
Uma das últimas imagens das rainhas da beleza e da gafe é de Giosue Cozzarelli, que causou furor na web após ter publicado noYouTube um vídeo em que discorre sobre o pensador Confúcio, “um dos inventores da confusão”, segundo ela.
No vídeo da participante do concurso “Realmente Bela 2009″, do Panamá, a jovem Giosue não titubeou ao ser questionada sobre Confúcio durante as perguntas feitas pelos jurados para avaliar a cultura geral das candidatas. Foi pedido a ela que comentasse a frase de Confúcio: “Leitura sem meditação é uma ocupação inútil.” A resposta da beldade foi: “Confúcio foi um dos que inventaram a confusão, um chinês, quer dizer, japonês, muito velho. Obrigada“.
A internet dispõe de infindáveis exemplos de vídeos desse tipo, em tom humorístico, mas que têm apenas um objetivo: entreter. “As pessoas sempre se divertem quando um estranho diz algo ridículo. No caso específico das rainhas da beleza, se torna ainda mais divertido, pois confirma o estereótipo da mulher bonita e burra“, declarou uma internauta.
Paradoxalmente à gafe, a repercussão mundial das respostas bobas das belas pode render lucros, catapultar a imagem e reforçar a populariadade delas. Exemplo disso ocorreu com a panamenha Giosue: por causa do seu comentário, a jovem batizada de “Miss Confusão” pretende lançar uma linha de roupas chamada Confúcio.
Memória de Ferriti, de 1950, armazenava apenas 1bit
Primeiro Macintoch, de 1984, é uma das peças expostas em feira no RJ
CP500, de 1982, foi um dos primeiros microcomputadores nacionais e, na época, teve relativo sucesso de vendas
HD do B500 da Burrougs, de 1964, tinha capacidade de apenas 100kb, espaço insuficiente para armazenar um simples arquivo de texto com mais de 15 páginas
O primeiro mouse, de 1964, criado por Douglas Eglebart, no Instituto de Pesquisa de Stanford, chama a atenção por ser todo feito de madeira
A primeira aparição dele foi uma foto tirada por um casal de Minneapolis, nos Estados Unidos, que estava em férias no Canadá. Melissa Brandts e o marido, Jackson, fizeram a foto em frente a um lago no parque nacional Banff e um esquilo resolveu dar o ar da graça. Postada na internet, a foto inspirou a mania de “intrometer” um esquilo em imagens. Agora, ele é encontrado por toda a web.
Melissa apresentou a fotografia na galeria Your shot da revista National Geographic, e explicou, segundo a agência France Presse, como aconteceu: “Tínhamos colocado a câmera sobre umas rochas e estávamos prontos para sair na fotografia quando apareceu o esquilo curioso. Intrigado com o som do temporizador da câmera, ele acabou aparecendo na foto”.A partir daí, a imagem causou furor na internet e sites como o “The Squirrelizer”, entre muitos outros, permitem colocar a imagem do esquilo em qualquer foto.
Desde fotos de anônimos nas mais diversas situações até aparições ao lado de astros do cinema, o esquilo marca presença também em fatos históricos e obras de arte. É possível encontrá-lo, na web, fazendo parte da Santa Ceia, da conquista da Lua, em momentos-chave da Segunda Guerra Mundial, em cartazes de filmes como Star Trek, aparecendo em reuniões de negócios, festas e junto a líderes políticos.
O bichinho tem até mesmo seu próprio perfil no Facebook, e já conta com mais de 2 mil membros.
Até Anne Frank tinha um esquilinho de estimação Fotografia da Segunda Guerra Mundial, em que soldados levantam bandeira americana, também ganhou sua versão com esquilo
Fotografia da Segunda Guerra Mundial, em que soldados levantam bandeira americana, também ganhou sua versão com esquilo
Nesta foto, o bichinho aparece dando uma de Bob Marley
Esta imagem não é mais um péssimo exemplo de como usar o Photoshop, mas uma foto real de cachorros que vivem nas Filipinas e que nasceram sem as pernas da frente.
cachorros ou cangurus? Pelo menos os cangurus tem as patas dianteiras...
O que parece ser os momentos anteriores a um grande desastre de avião, é na realidade um pouso regular no aeroporto da ilha caribenha de St. Maarten, que possui uma das menores pistas do mundo; os pousos e decolagens são uma atração à parte na praia e os grandes aviões fretados que trazem turistas do mundo inteiro precisam de pilotos muito experientes para realizarem pousos perfeitos.
Esta mesa e esta cadeira gigantes são na realidade uma escultura na Inglaterra criada por um artista para simbolizar a privacidade e a solidão do escritor.
O prédio derretendo na foto não é mais um efeito pronto do Photoshop, mas um prédio em obras em Paris que foi coberto por um fachada falsa imitando o estilo de Salvador Dali e enganando os turistas e pedestres da Avenue George V.
Em uma época em que fotos manipuladas digitalmente deixaram de ser uma novidade, um site de humor dos Estados Unidos está surpreendendo seus leitores ao apresentar uma série de imagens bizarras que, incrivelmente, não foram cortadas, coloridas, remendadas, ou mexidas de alguma maneira no phoshop ou outro software de edição de fotografias.
Este cenário apocalíptico tridimensional é mais uma criação do artista alemão Edgar Mueller, célebre pelas suas pinturas de rua.
Brilhante artista alemão, utiliza ruas como suas telas.
Ao observarmos sua arte do ângulo certo, a pintura tridimensional torna-se uma perfeita ilusão.
Para realizar o trabalho abaixo, de pintura em 3D – nomeado como “The crevasse”, foram necessários 5 dias para a conclusão desta figura com cerca de 250 metros quadrados, desafiando a percepção do público.
The crevasse – Edgar Mueller
Nas imagens a seguir, confira todo o processo de criação e seu incrível efeito em 3 dimensões!
A Miss Brasil 1958, Adalgisa Colombo, não gostou do concurso Miss Universo 2009, patrocinado pelo milionário Donald Trump, apesar de considerar a venezuelana vencedora, bonita.
Miss Venezuela 2009
Mas o propósito principal desse meu post não foram os comentários ácidos da veterana Miss, e sim, as suas unhas pintadas, cada uma de uma cor diferente.
Adoooooooooreeeeeeeiiiiiiii!!!!!!!! Tudo de bom. Vou ficar fã.
É muito legal ver uma mulher já amadurecida na idade, com tanta ousadia e atitude! Parabéns…
Se os milagres não existem, pelo menos existem as tecnologias e graças ao site ThinnerView quem quiser começar uma dieta pode usar como ponto de partida a possibilidade de ver o resultado final em poucos minutos.
O usuário envia uma foto sua e dentro de alguns minutos recebe de volta a versão magra de si mesmo.
Segundo informou o site, seus idealizadores acreditam que o método serve para incentivar as pessoas que devem decidir sobre fazer uma dieta. Ver-se magro imediatamente seria uma verdadeiro estímulo para controlar a alimentação, dizem os responsáveis pelo serviço, citando pesquisas científicas.
O serviço básico oferecido pelo site custa cerca de R$27,00, menos do que um jantar em um restaurante, segundo comparação dos próprios responsáveis pelo site. Com mais R$5,00, é possível pedir retoques especiais, como clarear os dentes ou uma pele com textura perfeita.
Os organizadores do site também explicam que o serviço é recomendado para aqueles que devem perder entre 2 kg e 50 kg. E explicam que se o usuário pretende perder mais do que 50 kg, ele deve refazer uma foto depois que tiver perdido os primeiros 50 kg.
Tirar as gordurinhas a mais, afinar o nariz e remover tatuagens no computador não são mais privilégios dos famosos. As empresas especializadas em retoques de imagens digitais afirmam estar recebendo cada vez mais pedidos de pessoas anônimas, que buscam “ficar bem na foto”.
Segundo o site do jornal Daily Mail a agência High Street disse que os pedidos de clientes aumentaram em cinco vezes.
“É uma cirurgia plástica sem faca” disse o porta-voz de outra agência, a Snappy Snaps.
Mas para Jo Swinson, do partido Liberal Democrata do Reino Unido, isso pode trazer consequências ruins para a as crianças, que ao verem sempre imagens inatingíveis podem ficar obcecadas pela sua aparência no futuro. Por isso, ela defende que anúncios para menores de 16 anos com pessoas retocadas sejam banidos.
“Elas não deveriam sentir constantemente a necessidade de se medir pelas estreitas escalas das formas e tamanhos manipulados digitalmente”, disse Swinson em nota publicada por Diane Cooke no site Manchester Evening News.
Edson Aran, atual diretor de redação da revista “Playboy”, lança novo livro com seu humor cáustico – que é simplesmente – adorável!
Delacroix escapa das chamas é o título do livro e de um dos 4 contos protagonizados pelo crítico de arte, Wagner Krupa.
Dividido em quatro partes cheias de ação e referências à cultura pop e erudita do século XX, o romance conta a história de Wagner Krupa, um crítico sem noção, pedante e pretensioso que vive cometendo equívocos irreparáveis em uma São Paulo inóspita, onde a classe média mora em gigantescos shopping centers e cujo maior temor é perder o crédito.
Segundo o prefácio de Ivan Lessa: “Edson Aran é diferente de tudo o que você já leu.”
Também segundo Lessa: “Escrever é isso. Dar uma porrada no leitor, deixá-lo zonzo até o final do livro, {…} pau puro. {…} Escrever é assim, ler é isso. O resto é Paulo Coelho.”
Após o lançamento do livro vampiresco, “Noturno”, o cineasta Guillermo del Toro se prepara para a adaptação para o cinema do livro “O Hobbit”, clássico de J. R. R. Tolkien, o autor da trilogia “O senhor dos Anéis”.
Assista à entrevista de Guillermo del Toro sobre as filmagens de O Hobbitt:
Os vampiros são o must do momento. E o renomado cineasta Guillermo del Toro, de “O Labirinto do Fauno” e “O Orfanato”, ingressa nesse universo, com uma trilogia que vai virar série de televisão.
O primeiro livro é “Noturno”, que acompanha a luta contra uma espécie de epidemia vampírica que se espalha por Nova York.
A inglesa Phyllis Dorothy James (a baronesa de Holland Park), a mais cultuada autora de literatura policial em atividade, lança seu novo romance aos 89 anos.
O inspetor Dalgliesh retorna, em Paciente Particular, ambientado numa clínica de estética.
Aos fãs da escritora e do comandante da Scotland Yard e poeta de renome – corram às livrarias!
No CCBB estão em exposição, peças da vanguarda artística russa, do Museu Estatal de São Petersburgo – VIRADA RUSSA – até 23 de agosto – ou seja, até amanhã.
NÃO PERCAM!
Tem Chagall, Maliévitch, até Kandinsky – imperdível!!!
Hoje, Dia dos Pais, nossos gatinhos levaram meu marido (e eu), para tomar um breakfast na Cafeteria Brownie, Rua Visconde de Figueiredo 4 Lj B, tel:2284-0886, Tijuca (perto da antiga Mesbla).
Adoramos, é claro.
É muito bom saber que temos uma opção dessas aqui na Zona Norte, sem precisarmos nos deslocar para a Zona Sul, numa ocasião dessas.
Artigo do caderno Prosa e Verso de 18 de julho de 2009
O impacto da série Harry Potter na formação de milhões de leitores é mais que sabido.
O interesse pelas aventuras do bruxo criado pelo escocesa J. K. Rowling, que se estenderam por sete volumes e geraram boas adaptações cinematográficas – a mais recente, “Harry Potter e o enigma do Príncipe”, estreou nos cinemas brasileiros esta semana – levou crianças e jovens do mundo inteiro a encarar a leitura como algo prazeiroso e emocionante.
O assunto é tão sério que, em setembro, a UNESCO reunirá, em Paris, os tradutores que tornaram a série acessível em outras línguas, para contar como foi a experiência (o Brasil estará representado por Lia Wyler, que traduziu os volumes para a Rocco.
A UNESCO pretende, com o apoio dos tradutores e leitores, redigir um documento para mostrar o efeito Harry Potter, desde o estímulo aos hábitos de leitura, até a movimentação das editoras, passando pela interação entre os fãs na internet; as adaptações às culturas locais; a pirataria e; é claro, a relação entre os livros e o cinema.
Tudo para tentar entender o que fez do bruxo, um personagem tão especial e único.
Anúncio publicado na Revista de Domingo do Jornal O GLOBO esta semana:
Jú,
não importa se você não me atende. Ou se me bloqueou no MSN. Ou se o infeliz do Cabeça, seu porteiro, finge que não me conhece para não me deixar subir.
GLOBO: O senhor acha que a experiência em escrever para um blog onde, teoricamente, os textos são mais diretos, teve alguma influência na sua escrita?
Saramago: Nenhuma. Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises, que considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.
GLOBO: O senhor acompanha o fenômeno do Twitter, já pensou em abrir uma conta no site?
Saramago: Nem sequer é, para mim, uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.
As passagens aéreas de nossa viagem à Inglaterra já foram trocadas para os Estados Unidos. É isso mesmo – mudamos de planos, de roteiro, de país, de moeda, de tudo!!!!!!
19 de setembro a 4 de outubro de 2009 – 16 dias – na DISNEY!!!
Voaremos Rio/Orlando/Rio, pela TAM – com passagens aéreas gentilmente reitineradas pela agência de nosso amigo egípcio, Shaaban Husseim – GranturBrasil – www.granturbrasil.com - um poço de paciência…
Será nossa segunda viagem comprando as passagens com ele e tudo é maravilhoso, no tempo certo, com segurança e confiança. Eu recomendo.
Ontem, sábado, dia 16 de maio de 2009, fomos ao Restaurante VIZTA, no Hotel Marina Palace, participante do RestaurantWeek Rio, evento gastronômico de alto nível.
A comida estava excelente, se bem que naquelas porções diminutas que a gente conhece de restaurante chique. Para mim, vocês sabem que é perfeito.
De entrada – rolinhos de camarão com catupiry e alho poró com molho agridoce.
Dá para ver, pelo meu sorriso, que eu adoooooooorei!!!!
Prato principal – penne com presunto cru ao molho de queijo.
Ou, como meu marido optou: medalhão com crosta de amêndoas e arroz cremoso com ervas.
Sobremesa – petit gateau de chocolate belga, com sorvete de creme.
Tudo regado à cerveja Stella Artois.
A organização é que precisava ser melhor: A nossa reserva de almoço era para 14 horas e nós só conseguimos mesa às 15:30, de tão cheio que estava. O problema é que as pessoas demoram para desocupar as mesas e a fila vai crescendo.
Vamos ver no sábado que vem, na Casa Julieta de Serpa, como será…
Como todos os meus leitores já sabem, sou Lilia Cristina Machado e me formei em História na Universidade Veiga de Almeida.
Atualmente, após vários cursos de extensão no Museu de Belas Artes, estou terminando a Pós-Graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes.
Estou precisando de uma sala para ministrar meus cursos de História, de História da Arte e de Inglês.
Aos interessados, encaminharei, por e-mail ou pelo correio, meu currículo resumido e os planos de aula e ementas, para 3 dos vários cursos que já ministrei com sucesso:
• A História da Moda através da Pintura dos Grandes Mestres – do Gótico ao Impressionismo;
• A vinda da Missão Artística Francesa e seus desdobramentos no Neoclássico – um panorama da pintura brasileira no século XIX;
• Mitologia Grega – Os deuses do Olimpo e os heróis helênicos – suas estórias de amor e ódio.
A arte da propaganda (panfletos e cartazes), fica por minha conta. A divulgação ficará por conta dos interessados.
Minha proposta de preço é de R$ 20,00 por aluno, por hora/aula.
As aulas podem ser ministradas de manhã, no horário de almoço, de tarde, na saída do trabalho, ou à noite, de 2a a 6a feira, ou aos sábados de manhã ou de tarde.
As apostilas poderiam ser enviadas aos alunos, por e-mail, após a matrícula.Melhor ainda, seria que os interessados oferecessem o material já impresso a cores, ao aluno, por ocasião da matrícula.
Meu e-mail é: lilia@andremachado.com e meu celular é: 86245176.
Minha comunidade no Orkut é: Lili Machado Historiadora – também é meu nome de usuário do Orkut.
Também, no inverno de 2007 (janeiro), fomos ao Egito.
Entre as 6.000 fotos que tiramos, separei essas duas.
Em Gize, na frente das Grandes Pirâmides e da Esfinge – nos sentimos como se estivéssemos em São Paulo, com pirâmides no centro da cidade – rodeados de MacDonald´s , Pizza Huts e KFCs.
Ramsés e Nefertari????
Na Ilha faraônica – espécie de Disneylândia egípcia, que demonstra, através de parque temático, o dia-a-dia dos tempos dos faraós – vestidos como Ramsés II e sua esposa, Nefertari. Neste vídeo, como os atigos egípcios faziam os papiros.
Grandes lembranças – especialmente para mim, que sou historiadora.
Esperei 50 anos para fazer essa viagem, o que me faz lembrar de nunca desistir de meus sonhos.
Subindo de camelo na Núbia – Pensei que seria difícil, mas é muito mais fácil que subir num cavalo. Para descer, também, porque o camelo se abaixa. Não podemos deixar de registrar que esse passeio complementar ao do barco, foi gentileza de nossos amigos de Luxor, Egito, Mostafa e Marwa.
Andando de camelo na Núbia – É muito gostoso, mas depois de algum tempo, a coluna começa a doer com o sacolejo do animal.
Bassem e os hieroglifos – nosso guia no Egito explicando as inscrições no templo de Philae
Belly dance- Show de dança do ventre no barco-restaurante Scarabee, no Rio Nilo, Cairo, Egito
Festa Núbia: Show de dança núbia, durante a festa da Galabea (túnica), no navio do cruzeiro pelo rio Nilo – M. S. Odissey.
passeio de barco para a vila Núbia – Nosso amigo de Luxor, Mostafa, alugou um barco para nos levar até uma vila Núbia, onde, depois, andamos de camelo, como pode ser visto nos 3 primeiros vídeos aqui uploaded. Foi uma viagem maravilhosa, onde pudemos conhecer mais de perto o povo egípcio e seu modo simples de viver. Primeiramente, aparece a Fátima, empresária de Luxor que exporta artigos egípcios pela internet. Depois, aparece o nosso anfitrião, Mostafa com sua linda e inteiramente coberta, esposa, Marwa (de rosa, só com o rosto de fora – mesmo sobre as luvas de cetim azul, brilham seus inúmeros anéis de ouro). Ao fim, eu apareço, qual um casulo de véus e casacos, tal o frio que lá fazia em janeiro. Cumpre-me informar, enocionada, que o deus crocodilo SOBEK fez-se presente e levou, como tributo, meus óculos escuros, para as águas profundas e escuras do Nilo… Não é poético??????
Gostei tanto que: Apresentação de dança do ventre da Sara Caldas, na minha festa de aniversário no Restaurante Al Khayan e para mostrar o foto-álbum da viagem ao Egito – março/2007
Revendo o álbum de fotos de minha segunda viagem a Paris, em fevereiro do ano passado, me deparei com essa foto aqui, na pracinha, em frente ao Arco do Triunfo.
Estava tão frio que eu não tinha nem forças para sorrir para meu marido bater a fotografia.
Só para vocês imaginarem: o frio era tanto que havíamos combinado comemorar meu aniversário, com um jantar no restaurante chiquerrérrimo do segundo andar da Torre Eiffel. Chegando lá, quem disse que conseguíamos subir? O máximo que conseguimos foi chegar perto dos pilares para fotografar.
Resultado: voltamos para o hotel, passamos numa boulangerie e compramos presunto, queijos ementhal, baby-bel e outros, pães, vinho e cerveja. Ao entrar no quarto do hotel, deixamos o vinho e a cerveja para gelar, do lado de fora da janela.
Foi maravilhoso! Bem melhor do que o restaurante. Isso eu garanto!
Enfim, fica o registro. Que venham outras viagens à Europa, a Paris…
Embalada na frustração do INSS (post abaixo no dia de hoje), peguei um taxi para ir ao meu trabalho.
Estava frio demais, dentro do taxi. Quem me conhece sabe que eu não suporto ar condicionado muito forte.
Pedi, educadamente, ao motorista do taxi, para abaixar a potência do ar. Nem pelota…
Pedi, novamente, com voz mais alta, porque ele podia não ter ouvido. Nem pelota…
Falei de forma mais forte ainda:
- “O senhor ainda não abaixou o ar.”
O motorista me perguntou, então, de forma bem insolente:
- “Onde você trabalha não tem ar?”
Ora, e eu com isso? E o que ele tem com isso? Acho que, resguardados os excesso, quando pegamos um taxi, ele passa a estar a nosso serviço, portanto, tem de estar de acordo com nosso conforto pessoal.
- OK. Se o senhor não quer diminuir o ar, eu, então prefiro pegar outro taxi, respondi.
Ao que o motorista retrucou:
- Mas tem de pagar, pelo menos, R$ 5,00.
Eu concordei, para não ter problemas, enquanto ainda estava dentro do taxi. Mas, assim que abri a porta e sai, virei as costas e fui embora, explodindo de raiva, ouvindo todo o rosário de palavrões (uns até que eu nem conhecia) que o motorista desfiou.
Voltei ao INSS hoje, para ver se o meu processo com a Certidão de Tempo de Contribuição já havia sido entregue na agência Tijuca. Para isso, cheguei bem cedo e, quando a agência abriu eu já estava lá.
Fui atendida de pronto. Fiquei logo animadinha, crente que estava abafando…
Mas, ledo engano.
O Processo realmente estava lá. Mas estava na mesa da chefa da agência para assinar. Só para isso.
Quando perguntei porque não podia ser assinado naquela hora mesmo, quando eu lá estava, recebi a resposta de que a “CHEFIA” só chegava mais tarde, lá pelas 13 horas da tarde e me aconselharam a voltar no dia seguinte – amanhã.
Coisas de serviço público.
Geiiiinteiiiin. Quando é que essa via-crucis vai acabar? Eu também sou servidora pública e não posso ficar com um processo na minha mesa por mais de 3 dias, sob pena de pena de sofrer inquérito administrativo.
Voltar amanhã? Nãaaaaaooooo. Só volto lá, agora, na semana que vem.
The Reichstag – 1995 – Mais de 100.000m2 de tecido de polipropileno à prova de fogo, cobertos por uma camada de alumínio e 15km de cordas. Berlim, Alemanha.
Umbrellas – 1991 – O plano de Christo era de colocar guarda-chuvas azuis e amarelos na California (amarelos) e no Japão (azuis), de 6m de altura e 9m de diâmetro, ao mesmo tempo.
O custo final do projeto totalizou 26 milhões de dólares.
Os guarda-chuvas viraram atração turística, locais de pic-nic e altares de casamento.
Uma mulher morreu ao ser atingida por um dos guarda-chuvas arrancados pelo vento; e um homem foi eletrocutado enquanto removia alguns deles, que estavam em contato com fios de alta-tensão.
Surrounded Islands – 1983 - Christo e sua esposa, Jeanne-Claude cobriram 11 ilhas da Biscayne Bay, em Miami (EUA), com 603m2 de polipropileno cor-de-rosa, com 430 ajudantes. A obra pode ser admirada por 2 semanas.
Running Fence – 1973 – cerca embrulhada na Califórnia, feita de postes e cabos de aço, que corriam pela montanha, até chegar ao mar, com 5m de altura e 40 km de comprimento.
Apesar de seu trabalho ser impressionante, visualmente, e sempre controverso, em razão de seu tamanho, o propósito de sua arte é, simplesmente, tornar o mundo mais bonito ou criar novas formas de ser ver prédios ou paisagens familiares.
Christo começou embrulhando enormes portais que ele mesmo construía. A venda desses portais ajudou-o a pagar dívidas e a financiar os novos projetos.
“Eu sou um artista e tenho coragem… Vocês sabem que eu não tenho nenhuma obra de arte que ainda exista? Elas se vão e terminam. Somente os projetos ficam, dando a meus trabalhos uma característica quase que lendária. Acho que é preciso ser muito mais corajoso para criar coisas que desaparecem do que coisas que permaneçam.”
Bruce Nauman – seus trabalhos com neon parecem fascinados pela comunicação e pelos problemas inerentes à linguagem. Também se preocupam com o papel do artista como comunicador e manipulador de signos visuais.
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Um trabalho de land-art no deserto do Novo México (EUA), que consiste em 400 postes de aço de 2 polegadas de diâmetro, plantados numa área de 1 km2. A hora e as mudanças de tempo criam os efeitos ópticos, especialmente em momentos de tempestades. Uma escultura para ser vista e para se andar por dentro dela.Os que a visitaram eram encorajados a esperar pelo nascer ou por-do-sol.
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Edward Ruscha – Seus livros de fotografia o levaram à pop art.
Seu trabalho mais famoso, Large Trademark with Eight Spotlights (imagem à esquerda, acima)de 1961, exemplifica seu interesse na cultura popular e em grafismos comerciais.
Standard Station (acima, a fotografia original do posto ao lado de duas versões da arte de Ruscha) foi muito reproduzida em silkscreen, em t-shirts.
Liquid word paintings – Em 1964, Ruscha começou a fazer experimentos com o desenho de palavras e frases, como Lisp – 1968.
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Ontem, fui com meu marido, ao show de Charles Aznavour, no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo.
A importância de Charles Aznavour para a música mundial é como se ele estivesse, para a canção francesa, como Frank Sinatra, para os americanos.
O maior chansonière vivo de seu país, aos 83 anos, dá conta do título de monstro sagrado da canção francesa.
Em quase seis décadas de carreira, ele compôs perto de mil canções, em inglês, italiano, espanhol e alemão.
Vendeu 100 milhões de discos no mundo.
Aznavour também atuou em 70 filmes.
Na sua voz privilegiada, dezenas de canções viraram hits mundiais. É o caso de She, Hier encore (Yesterday when I was young), La bohéme, Old fashioned way e Que c’est triste Venice.
Ele não confirma ser a última tournée da vida, como sugere o nome Farewell tour.
O baixinho emocionou todo mundo e saímos de lá no clima parisiense, nos sentindo como nos bistrôs de Montmartre.
Mas, na hora da saída, quando fomos pegar o carro…
O estacionamento era no sistema de valet-parking (15,00). Os manobristas apanhavam os carros no estacionamento e traziam. Gritavam, sem megafones, o número de ordem do estacionamento. Se você estivesse lá na frente e se ouvisse o seu número, pegava o carro e saía. Senão, o carro voltava para o estacionamento. Parecia esteira de malas no aeroporto. Ao fim do show, cerca de 5.000 pessoas esperavam por seus carros, na frente do Vivo Rio. Podem imaginar a cena… Coisa de doido. Levamos quase 1 hora para saírmos de lá. E nem estava chovendo… Coisas de Rio de Janeiro…
Então, fica a dica: Quando forem a show no Vivo Rio, estacionem vocês mesmos seus carros, no Aterro (custa 15,00 também) ou deixem no estacionamento do aeroporto Santos Dumont. É mais caro, mas é mais rápido.
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Joseph Beuys, um artista alemão, viajou para os EUA, em 1974 e realizou um ato performático de título: I like America and americans like me (Eu gosto da América e os americanos gostam de mim), em Nova York.
I like America and americans like me
O ato, na verdade, começou no aeroporto, quando chegou e foi envolvido, por amigos, em uma manta de feltro negro e foi levado para uma galeria, num carro fechado.
Beuys passou, então, vários dias numa sala fechada, com uma lanterna, um cajado, algumas cópias do Walt Street Journal e um coiote.
É… um coiote.
A escolha do coiote deveu-se ao animal ter um significado spiritual para os índios norte-americanos – uma crítica do país que realizou sua expansão para o oeste, com a ruína de seus nativos.
Joseph Beuys dizia que a sua arte foi destinada a despertar nas pessoas uma “resposta espiritual”, e foi o seu papel, fornecer os meios de salientar que o ser humano é um ser criativo.
Joseph Beuys via a arte com potencial de auto-cura e transformação social. Ele acreditava que através de rituais, poderia assumir o papel de um xamã moderno e transformar o mundo em torno dele.
Suas performances, utilizaram elementos do absurdo e camadas de significados e símbolos, no intuito de preparar os indivíduos para uma evolução espiritual.
“The whole process of living is my creative act.” (O meu ato criativo é todo o processo da vida)
Joseph Beuys
O francês Yves Klein fez muitas pinturas monocromáticas, sem fixar-se em uma única cor.
Mas, ao final da década de 50, seus trabalhos tornaram-se exclusivamente produzidos em um matiz de azul intenso, que ele patenteou como International Klein Blue, como na imagem ao lado, embora a cor jamais tenha sido produzida comercialmente.
Paralelamente às pinturas convencionais, em diversos trabalhos Klein utilizou-se de modelos nuas cobertas com tinta azul, que moviam-se ou imprimiam-se sobre telas para formar a imagem, utilizando as modelos como “pincéis vivos”.
Este tipo de trabalho ele denominou de “Antropometria”.
Havia uma platéia vestida a rigor, observando as modelos realizarem suas performances, enquanto um grupo de músicos executavam “A Sinfonia Monotônica” de Klein, que consistia de uma única nota.
Em outra performance, ele coordenou a venda de espaços vazios na cidade de Paris, em troca de ouro. Ele desejava que os compradores experimentassem “o Vazio”. De seu ponto de vista, esta experiência somente poderia ser paga com o mais puro material: o ouro. Para restabelecer a ordem natural que ele desequilibrou, com essa venda, Klein jogou o ouro que recebeu no rio Sena.
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Cindy Sherman – uma fotógrafa americana, trabalha com fotos em série.
"film noir"
Numa das suas series mais famosas, a Untitled Film Stills, de 1980, ela se retrata com roupas e poses diferentes, entre as quais, como uma atriz de filmes “noir” (imagem à esquerda), uma “pin-up”, ou uma atriz de filmes musicais (como na imagem acima), entre as 69 lindas e intrigantes fotos em preto e branco.
Em 1995, ela recebeu o prêmio MacArthur, conhecido como prêmio dos Gênios, que garantiu uma bolsa para pesquisa e projeto, de 500.000 dólares, em cinco anos.
Como alguns de meus leitores já sabem, estou cursando a pós graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes e, a cada aula que vou, mais me entusiasmo com o tema. Não são aulas – são momentos de puro deleite. Começo, portanto, com a aula de hoje – arte contemporânea de Robert Smithson
Robert Smithson – seu trabalho mais famoso é a Spiral Jetty, de 1970, que é uma espiral de 460m de comprimento e 50m de diâmetro, que penetra pelo Great Salt lake de Utah, nos EUA, construído com 6500 toneladas de basalto, terra e sal. Essa land-art (interferência na natureza) foi inteiramente submersa pela elevação das águas vermelhas do lago.
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Só agora entendi a instalação do Jeff Koons exibida no Palácio de Versalhes e descrita no post de 1 de setembro – A arte Contemporânea americana invade o castelo francês do rei Sol – Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte.
Lendo o artigo: Receitas e atmosfera do século XIX, na Revista Veja dessa semana, que fala sobre os 114 anos da Confeitaria Colombo, entendi o porque da tal lagosta vermelha estar inserida no Salão de Marte.
O artigo da Veja fala que o carro-chefe do cardápio preparado para o almoço de comemoração de aniversário, é a “lagosta ao Thermidor”, homenagem de um restaurante parisiense a uma peça teatral homônima sobre a Revolução Francesa. Agora entendi…
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Pois é…
A gente ri das piadas sobre os serviços de atendimento ao público, até o momento em que se vê inserido no contexto. Não é nada engraçado…
Estive na agência do INSS da Tijuca, para encerrar minha solicitação da Certidão de Tempo de Contribuição para aposentadoria, que dei início em março de 2007, para pedir o período de trabalho anterior ao da minha instituição atual. É isso mesmo – você não leu errado – março de 2007.
Nesta data, agendei, pelo telefone, para setembro de 2007, o atendimento na agência Tijuca. Quase 6 meses depois.Em setembro, fui na agência e estartei o processo. Lá, me orientaram para voltar e pegar a Certidão, em 2 meses. Bobinha…
Dois meses, três meses, quatro meses, cinco meses, seis meses.
Cansei!
Desisti de esperar e iniciei o processo para aposentadoria na minha instituição, sem esperar aquele tempo anterior.
O processo correu e fiquei sabendo que só poderia me aposentar em 7 de fevereiro de 2011, por causa da idade ainda insuficiente, mesmo já tendo mais de 30 anos de serviço público. Sem espernear. Espernear prá que? Não vai adiantar nada, além de me acrescentar mais linhas de expressão (nunca, rugas – jamais!).
Passou o tempo.
O tempo passou.
No dia 28 de agosto de 2008, um ano depois, recebi um telefonema da agência do INSS da Av. Presidente Vargas, pedindo que eu lá comparecesse, para tomar ciência de que tinham sido registrados mais 2 anos, 4 meses e 11 dias, no meu tempo de contribuição.
Legal!
Que boa notícia!
Depois de lançado nas contas de acerto: Idade X Tempo de contribuição, eu ganharei, pelo menos, 1 ano para antecipar minha aposentadoria. Ou seja – 7 de fevereiro de 2010.
Oba!!!!!!!!!!!
Fui lá, no dia seguinte, 29 de agosto de 2008.
Tomei ciência e o rapaz que me atendeu, me disse que teria de enviar o processo de volta para a unidade em que eu havia dado entrada. Ou seja, a da Tijuca.
- Dentro de 1 semana, a senhora pode voltar lá e pegar a certidão, porque só falta a assinatura da gerente da unidade; disse o rapaz.
Ledo engano…
Deixei, intencionalmente, passar mais tempo e só voltei ontem, dia 16 de setembro de 2008.
Foi, então, que começou a minha viagem ao reino das trevas, qual Dante, descendo ao reino de Hades.
Geeeeiiiiinteeeeiiiin! Ficar lá por horas, como fiquei, faz muito mal a qualquer pessoa.
O sistema de atendimento por senhas é muuuuuuuiiiiiito confuso. São letras e números, de acordo com o tipo de atendimento solicitado (perícia médica, contagem de tempo, benefícios). Por exemplo: a minha senha era D 0131. Pode, então, ter o mesmo número, com letras diferentes. E se você acha que os atendimentos eram chamados em ordem, nananinanão! Pulavam de 2 em 2; de 5 em 5. Iam para frente, voltavam. Uma doideira!
Isso, para mim, que me tenho em alta conta, já ficou difícil de acompanhar. Imaginem para as senhorinhas de idade avançada que lá estavam, que nem conseguiam enxergar os números na tela de senhas.
Enquanto isso…
Enquanto esperava, dedicando-me, para manter a calma e a sanidade mental, a um de meus já tradicionais trabalhos manuais. A cada voz mais alta; a cada humilhação e constrangimento; a cada reclamação, de ambas as partes; eu dava um pooooonto loooooongo…
Eu sei que deve ser bem cansativo atender tanta gente, com tantas queixas e lamúrias, todos os dias. Mas, é o trabalho deles. Que se vai fazer?
Por via de regra, os que lá estão, ou são idosos, ou doentes, com problemas, ou necessidades importantes. Ninguém vai lá, de brincadeira.
Alguns nem sabiam, sequer, escrever. Uma senhora recebeu uma resposta, dada em voz bem alta, de forma que todos que lá estavam pudessem ouvir, que:
- Se não sabe escrever, tem de pedir ajuda à Dra. Assistente Social. Tem de agendar horário e dia para isso; disse a atendente estressada.
Outros não entendiam os prazos estipulados pela legislação, ou não entendiam o que os funcionários falavam. Qual pitonizas, falavam em códigos e leis, de entendimento duvidoso. Diziam que no sistema informatizado, de última geração, constavam informações, que divergiam do que as pessoas diziam. A culpa é sempre do sistema. Quando a gente sabe que depende de quem o alimenta.
Pessoas com fome, cansadas, perdendo dinheiro de passagem, tempo de trabalho (como eu, que terei de pagar essas horas, só Deus sabe como).
Apareciam pessoas deformadas ou com doenças indescritíveis. Parecia a emergência de um hospital público.
Idas e vindas. Fome. Mal-entendidos. Mal-explicados. Má-vontade. Humilhação. Constrangimento. Medo.
Uma bomba-relógio prestes a explodir.
Um pesadelo.
Mas, e o meu processo. Que fim levou?
Quando fui chamada, descobri que o tempo tinha, realmente sido concedido, porém, o processo ainda não havia chegado da agência Presidente Vargas.
Deve estar vindo no lombo de mulas, como nos tempos coloniais.
Liguei para a Presidente Vargas.
Realmente, o processo ainda estava lá.
Desculpas. Desculpas. Desculpas.
- Não sei o que aconteceu. Vou pedir para levarem, amanhã mesmo. Pode voltar na tijuca, dentro de 2 dias que estará pronto e assinado; disse o rapaz responsável.
Duvido.
Em todo caso, vou esperar até o início de outubro, para voltar lá.
Ninguém merece INSS 2 vezes no mesmo mês.
Chega por hoje!
Os manterei informados.
Lili Machado
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Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número. Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume ?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um. Quando chegou no mandamento sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Cliquem no título do post para deixar seus comentários!
Lilia Cristina de Souza Machado nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de fevereiro de 1957, é aquariana, graduada em Inglês pela Cambridge University, graduada em História pela Universidade Veiga de Almeida, pós-graduada em Arte e Cultura, na Universidade Cândido Mendes, e estudante do conhecimento humano, especialmente dos ramos do imaginário.