What´s new, Lili?











{Maio 17, 2009}   RestaurantWeek Rio

banner_rio-09Ontem, sábado, dia 16 de maio de 2009, fomos ao Restaurante VIZTA, no Hotel Marina DSC00709Palace, participante do RestaurantWeek Rio, evento gastronômico de alto nível.

A comida estava excelente, se bem que naquelas porções diminutas que a gente conhece de restaurante chique.  Para mim, vocês sabem que é perfeito.

DSC00706De entrada – rolinhos de camarão com catupiry e alho poró com molho agridoce. 

Dá para ver, pelo meu sorriso, que eu adoooooooorei!!!!

 

DSC00714Prato principal – penne com presunto cru ao molho de queijo. 

Ou, como meu marido optou: medalhão com crosta de amêndoas e arroz cremoso comDSC00712 ervas.

 

DSC00715Sobremesa – petit gateau de chocolate belga, com sorvete de creme. 

Tudo regado à cerveja Stella Artois.

A organização é que precisava ser melhor: A nossa reserva de almoço era para 14 horas e nós só conseguimos mesa às 15:30, de tão cheio que estava.  O problema é que as pessoas demoram para desocupar as mesas e a fila vai crescendo.

Vamos ver no sábado que vem, na Casa Julieta de Serpa, como será…



{Outubro 13, 2008}   Taxi abusado, esse…

Embalada na frustração do INSS (post abaixo no dia de hoje), peguei um taxi para ir ao meu trabalho.

Estava frio demais, dentro do taxi.  Quem me conhece sabe que eu não suporto ar condicionado muito forte.

Pedi, educadamente, ao motorista do taxi, para abaixar a potência do ar.  Nem pelota…

Pedi, novamente, com voz mais alta, porque ele podia não ter ouvido.  Nem pelota…

Falei de forma mais forte ainda: 

- “O senhor ainda não abaixou o ar.”

O motorista me perguntou, então, de forma bem insolente:

- “Onde você trabalha não tem ar?”

Ora, e eu com isso?  E o que ele tem com isso?  Acho que, resguardados os excesso, quando pegamos um taxi, ele passa a estar a nosso serviço, portanto, tem de estar de acordo com nosso conforto pessoal.

- OK.  Se o senhor não quer diminuir o ar, eu, então prefiro pegar outro taxi, respondi.

Ao que o motorista retrucou:

- Mas tem de pagar, pelo menos, R$ 5,00.

Eu concordei, para não ter problemas, enquanto ainda estava dentro do taxi.  Mas, assim que abri a porta e sai, virei as costas e fui embora, explodindo de raiva, ouvindo todo o rosário de palavrões (uns até que eu nem conhecia) que o motorista desfiou.

Vai entender isso!



aposentadoriaPois é…

Voltei ao INSS hoje, para ver se o meu processo com a Certidão de Tempo de Contribuição já havia sido entregue na agência Tijuca. Para isso, cheguei bem cedo e, quando a agência abriu eu já estava lá.

Fui atendida de pronto. Fiquei logo animadinha, crente que estava abafando…

Mas, ledo engano.

O Processo realmente estava lá. Mas estava na mesa da chefa da agência para assinar. Só para isso.

Quando perguntei porque não podia ser assinado naquela hora mesmo, quando eu lá estava, recebi a resposta de que a “CHEFIA” só chegava mais tarde, lá pelas 13 horas da tarde e me aconselharam a voltar no dia seguinte – amanhã.

Coisas de serviço público.

Geiiiinteiiiin. Quando é que essa via-crucis vai acabar? Eu também sou servidora pública e não posso ficar com um processo na minha mesa por mais de 3 dias, sob pena de pena de sofrer inquérito administrativo.

Voltar amanhã? Nãaaaaaooooo. Só volto lá, agora, na semana que vem.

Fiquem atentos…



16_mvg_cult_charlesaznavour_Ontem, fui com meu marido, ao show de Charles Aznavour, no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo.

A importância de Charles Aznavour para a música mundial é como se ele estivesse, para a canção francesa, como Frank Sinatra, para os americanos.

O maior chansonière vivo de seu país, aos 83 anos, dá conta do título de monstro sagrado da canção francesa.

Em quase seis décadas de carreira, ele compôs perto de mil canções, em inglês, italiano, espanhol e alemão.

Vendeu 100 milhões de discos no mundo.

Aznavour também atuou em 70 filmes.

Na sua voz privilegiada, dezenas de canções viraram hits mundiais. É o caso de She, Hier encore (Yesterday when I was young), La bohéme, Old fashioned way e Que c’est triste Venice.

Ele não confirma ser a última tournée da vida, como sugere o nome Farewell tour

O baixinho emocionou todo mundo e saímos de lá no clima parisiense, nos sentindo como nos bistrôs de Montmartre.

Mas, na hora da saída, quando fomos pegar o carro…
O estacionamento era no sistema de valet-parking (15,00). Os manobristas apanhavam os carros no estacionamento e traziam. Gritavam, sem megafones, o número de ordem do estacionamento. Se você estivesse lá na frente e se ouvisse o seu número, pegava o carro e saía. Senão, o carro voltava para o estacionamento. Parecia esteira de malas no aeroporto. Ao fim do show, cerca de 5.000 pessoas esperavam por seus carros, na frente do Vivo Rio. Podem imaginar a cena… Coisa de doido. Levamos quase 1 hora para saírmos de lá. E nem estava chovendo… Coisas de Rio de Janeiro…

Então, fica a dica: Quando forem a show no Vivo Rio, estacionem vocês mesmos seus carros, no Aterro (custa 15,00 também) ou deixem no estacionamento do aeroporto Santos Dumont. É mais caro, mas é mais rápido.

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{Setembro 17, 2008}   INSS – uma filial do inferno

Pois é…
A gente ri das piadas sobre os serviços de atendimento ao público, até o momento em que se vê inserido no contexto. Não é nada engraçado…
Estive na agência do INSS da Tijuca, para encerrar minha solicitação da Certidão de Tempo de Contribuição para aposentadoria, que dei início em março de 2007, para pedir o período de trabalho anterior ao da minha instituição atual. É isso mesmo – você não leu errado – março de 2007.
Nesta data, agendei, pelo telefone, para setembro de 2007, o atendimento na agência Tijuca.  Quase 6 meses depois.Em setembro, fui na agência e estartei o processo. Lá, me orientaram para voltar e pegar a Certidão, em 2 meses.  Bobinha…
Dois meses, três meses, quatro meses, cinco meses, seis meses.
Cansei!
Desisti de esperar e iniciei o processo para aposentadoria na minha instituição, sem esperar aquele tempo anterior.
O processo correu e fiquei sabendo que só poderia me aposentar em 7 de fevereiro de 2011, por causa da idade ainda insuficiente, mesmo já tendo mais de 30 anos de serviço público. Sem espernear. Espernear prá que? Não vai adiantar nada, além de me acrescentar mais linhas de expressão (nunca, rugas – jamais!).
Passou o tempo.
O tempo passou.
No dia 28 de agosto de 2008, um ano depois, recebi um telefonema da agência do INSS da Av. Presidente Vargas, pedindo que eu lá comparecesse, para tomar ciência de que tinham sido registrados mais 2 anos, 4 meses e 11 dias, no meu tempo de contribuição.
Legal!
Que boa notícia!
Depois de lançado nas contas de acerto: Idade X Tempo de contribuição, eu ganharei, pelo menos, 1 ano para antecipar minha aposentadoria. Ou seja – 7 de fevereiro de 2010.
Oba!!!!!!!!!!!
Fui lá, no dia seguinte, 29 de agosto de 2008.
Tomei ciência e o rapaz que me atendeu, me disse que teria de enviar o processo de volta para a unidade em que eu havia dado entrada. Ou seja, a da Tijuca.
- Dentro de 1 semana, a senhora pode voltar lá e pegar a certidão, porque só falta a assinatura da gerente da unidade; disse o rapaz.
Ledo engano…
Deixei, intencionalmente, passar mais tempo e só voltei ontem, dia 16 de setembro de 2008.
Foi, então, que começou a minha viagem ao reino das trevas, qual Dante, descendo ao reino de Hades.
Geeeeiiiiinteeeeiiiin! Ficar lá por horas, como fiquei, faz muito mal a qualquer pessoa.
O sistema de atendimento por senhas é muuuuuuuiiiiiito confuso. São letras e números, de acordo com o tipo de atendimento solicitado (perícia médica, contagem de tempo, benefícios). Por exemplo: a minha senha era D 0131. Pode, então, ter o mesmo número, com letras diferentes. E se você acha que os atendimentos eram chamados em ordem, nananinanão! Pulavam de 2 em 2; de 5 em 5. Iam para frente, voltavam. Uma doideira!
Isso, para mim, que me tenho em alta conta, já ficou difícil de acompanhar. Imaginem para as senhorinhas de idade avançada que lá estavam, que nem conseguiam enxergar os números na tela de senhas.
Enquanto isso…
Enquanto esperava, dedicando-me, para manter a calma e a sanidade mental, a um de meus já tradicionais trabalhos manuais. A cada voz mais alta; a cada humilhação e constrangimento; a cada reclamação, de ambas as partes; eu dava um pooooonto loooooongo…
Eu sei que deve ser bem cansativo atender tanta gente, com tantas queixas e lamúrias, todos os dias. Mas, é o trabalho deles. Que se vai fazer?
Por via de regra, os que lá estão, ou são idosos, ou doentes, com problemas, ou necessidades importantes. Ninguém vai lá, de brincadeira.
Alguns nem sabiam, sequer, escrever. Uma senhora recebeu uma resposta, dada em voz bem alta, de forma que todos que lá estavam pudessem ouvir, que:
- Se não sabe escrever, tem de pedir ajuda à Dra. Assistente Social. Tem de agendar horário e dia para isso; disse a atendente estressada.
Outros não entendiam os prazos estipulados pela legislação, ou não entendiam o que os funcionários falavam. Qual pitonizas, falavam em códigos e leis, de entendimento duvidoso. Diziam que no sistema informatizado, de última geração, constavam informações, que divergiam do que as pessoas diziam. A culpa é sempre do sistema. Quando a gente sabe que depende de quem o alimenta.
Pessoas com fome, cansadas, perdendo dinheiro de passagem, tempo de trabalho (como eu, que terei de pagar essas horas, só Deus sabe como).
Apareciam pessoas deformadas ou com doenças indescritíveis. Parecia a emergência de um hospital público.
Idas e vindas. Fome. Mal-entendidos. Mal-explicados. Má-vontade. Humilhação. Constrangimento. Medo.
Uma bomba-relógio prestes a explodir.
Um pesadelo.

Mas, e o meu processo. Que fim levou?
Quando fui chamada, descobri que o tempo tinha, realmente sido concedido, porém, o processo ainda não havia chegado da agência Presidente Vargas.
Deve estar vindo no lombo de mulas, como nos tempos coloniais.
Liguei para a Presidente Vargas.
Realmente, o processo ainda estava lá.
Desculpas. Desculpas. Desculpas.
- Não sei o que aconteceu. Vou pedir para levarem, amanhã mesmo. Pode voltar na tijuca, dentro de 2 dias que estará pronto e assinado; disse o rapaz responsável.
Duvido.
Em todo caso, vou esperar até o início de outubro, para voltar lá.
Ninguém merece INSS 2 vezes no mesmo mês.
Chega por hoje!
Os manterei informados.

Lili Machado

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etc.