

Dan Brown
O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown. Seu primeiro livro, Fortaleza digital, foi publicado em 1998. A este seguiram-se Ponto de impacto e Anjos e demônios, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, Robert Langdon.
Eu, pessoalmente não gostei desses 2 primeiros.
Seu maior sucesso foi o polêmico best-seller O Código da Vinci, mas entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros, simultaneamente, na lista de mais vendidos do The New York Times.
O livro aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.
O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira será lançada em dezembro. No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.
Para vocês verem o que é um bom livro: comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney (leiam meus posts sobre a viagem - são um guia completo). Comecei pelo The host. Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos. Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei. Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol. Que diferença! Mal posso esperar para continuar a ler – já devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura – aguardem comentários.
Ouça o primeiro capítulo no site oficial do livro: http://www.thelostsymbol.com/main.html
Personagens principais:
- Robert Langdon, simbologista da Universidade de Harvard
- Mal’akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão
- Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon
- Katherine Solomon, cientista Teoria das ciências noéticas, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro
- Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal’akh.
- Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinada por Mal’akh
- Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal’akh
- Sophie Neveu – ela volta????

- Tom Hanks
O personagem Robert Langdon
Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografia religiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009). Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade. Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons. O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire.

ambigrama Illuminati

ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water
Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo. Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons. John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci.
A Teoria da Ciência Noética
Ou Noetics (do grego “mental”), é um ramo da filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição, e sua relação com o intelecto divino. Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão. Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles. Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”. Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus - significando “intuição”. São Tomas de Aquino, desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista da filosofia cristã.
Siga o link e tente o jogo (em inglês) SYMBOLQUEST, o jogo do lvro, para descobrir o significado de vários símbolos – se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras – mas só depois de tentar muuuuuuito – não vale ser tão fácil assim – nada tão fácil vale, na vida.
Maneiríssimo – tente!!!
http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php
O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos – inclusive Deepak Chopra:

Para superar a fase difícil e contornar os prejuízos, Walt Disney criou 


Disney obteve um de seus maiores êxitos em 1955 ao inaugurar a
O chamado 

O prédio derretendo na foto não é mais um efeito pronto do Photoshop, mas um prédio em obras em Paris que foi coberto por um fachada falsa imitando o estilo de Salvador Dali e enganando os turistas e pedestres da Avenue George V.
Este cenário apocalíptico tridimensional é mais uma criação do artista alemão Edgar Mueller, célebre pelas suas pinturas de rua.
Nas imagens a seguir, confira todo o processo de criação e seu incrível efeito em 3 dimensões!









A inglesa Phyllis Dorothy James (a baronesa de Holland Park), a mais cultuada autora de literatura policial em atividade, lança seu novo romance aos 89 anos.
“Quando eu era jovem, pensava que dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, mais velho, tenho certeza.”
Concordam?

























Walter de Maria – The Lightning Field





O francês Yves Klein fez muitas pinturas monocromáticas, sem fixar-se em uma única cor.


Só agora entendi a instalação do Jeff Koons exibida no Palácio de Versalhes e descrita no post de 1 de setembro – A arte Contemporânea americana invade o castelo francês do rei Sol – Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte.
O escultor Jeff Koons ganha mostra em Versalhes e causa controvérsia
Ontem, fiz minha dobradinha semanal de cinema com o maridão. Quero dividir com vocês minhas emoções.