What´s new, Lili?











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Dan Brown

Dan Brown

O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown.  Seu primeiro livro, Fortaleza digital, foi publicado em 1998. A este seguiram-se Ponto de impacto e Anjos e demônios, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, Robert Langdon.

Eu, pessoalmente não gostei desses 2 primeiros.

Seu maior sucesso foi o polêmico best-seller O Código da Vinci, mas entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros, simultaneamente, na lista de mais vendidos do The New York Times.

O livro aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.

O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira será lançada em dezembro.  No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.  A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.

Para vocês verem o que é um bom livro:  comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney (leiam meus posts sobre a viagem - são um guia completo).  Comecei pelo The host.  Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos.  Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei.  Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol.  Que diferença!  Mal posso esperar para continuar a ler – já devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura – aguardem comentários.

Ouça o primeiro capítulo no site oficial do livro: http://www.thelostsymbol.com/main.html

Personagens principais:

  • Robert Langdon, simbologista da Universidade de Harvard
  • Mal’akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão
  • Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon
  • Katherine Solomon, cientista Teoria das ciências noéticas, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro
  • Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal’akh.
  • Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinada por Mal’akh
  • Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal’akh
  • Sophie Neveu – ela volta???? 
Tom Hanks
Tom Hanks

O personagem Robert Langdon

 Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografia religiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009).  Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade.  Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons.  O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire. 

 

 

ambigrama Illuminati

ambigrama Illuminati

ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water

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Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo.   Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons.  John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci. 

A Teoria da Ciência Noética

 Ou Noetics (do grego “mental”), é um ramo da filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição,  e sua relação com o intelecto divino.  Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão.  Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles.   Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”.  Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus - significando “intuição”.  São Tomas de Aquino, desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista  da filosofia cristã.  

Siga o link e tente o jogo (em inglês) SYMBOLQUEST, o jogo do lvro, para descobrir o significado de vários símbolos – se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras – mas só depois de tentar muuuuuuito – não vale ser tão fácil assim – nada tão fácil vale, na vida.

Maneiríssimo – tente!!!

http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php

O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos – inclusive Deepak Chopra:



Walt Disney

Walt Disney

Walter Elias Disney 

foi produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, dublador e co-fundador da The Walt Disney Company.

Foi o criador dos parques temáticos Disneylândia e DisneyWorld, além de ser o fundador da corporação de entretenimento, Walt Disney Company.

O lema de Disney sempre foi “Keep moving forward” (Continue seguindo em frente).

Aos 16 anos, começou a estudar arte, na “Kansas City Arts School”.  Em seguida, trabalhou em algumas agências publicitárias. A seguir, entrou para uma companhia cinematográfica, na qual ajudava a fazer os cartazes de propaganda dos filmes.

Com o irmão Roy, criou a pequena produtora “Laugh-O-Gram”, que animava contos de fadas. Esses desenhos animados eram exibidos no cinema local antes dos filmes.  Em Hollywood, Walt Disney contatou a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, dizendo que o seu estúdio de animação tinha diversos filmes para vender. Wrinkler aceitou pagar 1.500 dólares por cada filme.

Depois de angariar dinheiro, adquirir material e contratar pessoal, Walt começa a fazer planos: Alice, uma série em que uma moça convivia com personagens e cenário animado.

Depois veio Oswald, o coelho sortudo, um grande sucesso que levou à reavaliação dos valores dos contratos quanto aos preços dos filmes.

Foi para Nova Iorque, onde foi apanhado de surpresa. O patrão para quem Walt desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe os personagens, a equipe de desenhistas e as encomendas, porque as mesmas não foram assinadas em seu nome.

7494mickeyPara superar a fase difícil e contornar os prejuízos, Walt Disney criou Mickey Mouse em 1928 para competir com o sucesso do Gato Félix. O camundongo, desenhado a partir de uma série de círculos, provou ser ideal para o desenho animado e se tornaria o personagem de maior sucesso dos estúdios Disney. Detalhe: O nome Mickey Mouse não seria Mickey Mouse, seria Mortimer. Mas a mulher de Disney, Lilian, insistiu e conseguiu batizá-lo assim.

Em 1927, já se havia inventado o filme sonoro. Poucos anos depois, inventou-se o filme colorido. Disney e seus assistentes utilizaram as novas técnicas com muita imaginação.

Pato Donald, Pateta e Mickey

Pato Donald, Pateta e Mickey

O primeiro desenho sonorizado foi Steamboat Willie, de 1928. No início, o próprio Walt dublava o Mickey. Surgiram, em seguida, outros personagens para contracenar com o famoso camundongo:Minnie, Pato Donald, Pateta e Pluto.

De 1929 a 1939, Disney produziu uma série de desenhos chamada “Silly Symphonies“(Sinfonias Tolas), a primeira colorida. Mickey estrelava esses filmes ao lado dos novos personagens. O desenho “Flowers and Trees“, dessa série, recebeu o primeiro Oscar para um desenho animado.

Walt Disney no trailer de Branca de Neve

Walt Disney no trailer de Branca de Neve

Walt Disney pretendia fazer um longa-metragem da clássica estória de Branca de Neve.  Após três anos de produção, Branca de Neve gerou fundos necessários para a construção de um novo estúdio e foram criados novos longas-metragens: Pinóquio, Fantasia e Bambi.

Com a entrada dos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, Disney foi convidado pelas Forças Armadas para produzir desenhos animados de treinamento para os soldados. Em seguida, começou a fazer filmes de propaganda militar, nos quais utilizava principalmente seus personagens mais conhecidos.

Cinderela

Cinderela

Depois da guerra, Walt Disney viu a sua empresa arruinada, pois alguns dos seus filmes tiveram pouco lucro. Decidiu, assim, a fazer o filme Cinderela, pois tal como Cinderela, Walt Disney foi da pobreza a riqueza.

Mas Walt Disney não trabalhou apenas com desenhos animados. Seu primeiro longa-metragem com atores foi “A Ilha do Tesouro” (1950). Em 1954, fez “20.000 Léguas Submarinas“, baseado na obra do escritor francês Júlio Verne.

Dez anos depois, produziu “Mary Poppins“, uma mistura de desenho animado com personagens humanos. O filme concorreu ao Oscar em 14 categorias, levando cinco prêmios, incluindo o de melhor atriz, para Julie Andrews, e o de melhor canção, por “Chim Chim Cher-ee“.

 

disney20logo20color2Disney obteve um de seus maiores êxitos em 1955 ao inaugurar a Disneylândia, um superparque de diversões situado em Anaheim, na Califórnia.

500BE4_1O chamado Walt Disney World, perto de Orlando, na Flórida, foi inaugurado em 1971, após a morte de Disney.

O cineasta, porém, não viveu para ver as atrações da Disneyworld, como o Epcot, o Magic Kingdom, os estúdios MGM (atual “Hollywood Studios”) e o Disney Animal Kingdom, além dos parques aquáticos. Walt Disney faleceu no dia 15 de dezembro de 1966, aos 65 anos, em Los Angeles, na Califórnia, vítima de câncer.

Com a ajuda de Lillian Bounds e das filhas Diane Marie e Sharon Mae, seu irmão Roy continuou comandando os negócios por mais algum tempo, vindo a falecer um mês após o término da construção do “Magic Kingdom” e a correspondente inauguração do “Walt Disney World”.

Em 2006 o cargo de CEO foi ocupado para o então presidente da Disney, Robert (Bob) Iger.  Bob iniciou um novo ciclo de expansão da companhia, cujo marco inicial é a compra dos estúdios Pixar, o que fez com que Steve Jobs, CEO da Apple e dono da Pixar se tornasse o maior acionista pessoa física da Walt Disney Company.

Em 2001, ano do centenário de nascimento de Disney, o desenho animado “Branca de Neve e os Sete Anões” foi relançado em vídeo e DVD com várias novidades, como um “making of” do desenho, um videoclipe da canção Some Day My Prince Will Come, cantada por Barbara Streisand, e um jogo. Para além de estúdios cinematográficos, o vasto império criado por Walt Disney inclui diversos parques temáticos (“Disneylândia”, “Disneyland Paris”, “Disney Japan” etc.), inúmeros canais de televisão e elevados rendimentos originados na venda direta de filmes e livros, e nos direitos de utilização por outras entidades das imagens dos personagens.

Walt Disney é a pessoa que mais prêmios Oscar ganhou em todos os tempos. 

estátua no Magic Kingdom

estátua no Magic Kingdom

O Walt Disney World Resort é o maior e mais visitado resort em todo o mundo, contendo quatro parques temáticos, dois parques aquáticos, vinte e três hotéis temáticos; e inúmeras lojas, restaurantes e locais de entretenimento e lazer. Operado e controlado pela Walt Disney Parks and Resorts, segmento da Walt Disney Company, está localizado em Orlando, Flórida, Estados Unidos.

Idealizado por Walter Elias Disney e inaugurado em 1 de outubro de 1971 com o parque temático Magic Kingdom, o Walt Disney World Resort foi ampliado com a inauguração do Epcot (em 1 de outubro de 1982), Hollywood Studios (em 1 de maio de 1989) e Animal Kingdom (em 22 de abril de 1998).



Esta mesa e esta cadeira gigantes são na realidade uma escultura na Inglaterra criada por um artista para simbolizar a privacidade e a solidão do escritor.

A privacidade e a solidão do escritor...

A privacidade e a solidão do escritor...

 



{Setembro 6, 2009}   Fachada surrealista

1299416-8021-gaO prédio derretendo na foto não é mais um efeito pronto do Photoshop, mas um prédio em obras em Paris que foi coberto por um fachada falsa imitando o estilo de Salvador Dali e enganando os turistas e pedestres da Avenue George V.

Em uma época em que fotos manipuladas digitalmente deixaram de ser uma novidade, um site de humor dos Estados Unidos está surpreendendo seus leitores ao apresentar uma série de imagens bizarras que, incrivelmente, não foram cortadas, coloridas, remendadas, ou mexidas de alguma maneira no phoshop ou outro software de edição de fotografias.



{Setembro 6, 2009}   Edgar Mueller

1299417-5490-gaEste cenário apocalíptico tridimensional é mais uma criação do artista alemão Edgar Mueller, célebre pelas suas pinturas de rua.

Brilhante artista alemão, utiliza ruas como suas telas.

Ao observarmos sua arte do ângulo certo, a pintura tridimensional torna-se uma perfeita ilusão.

 

 

Para realizar o trabalho abaixo, de pintura em 3D – nomeado como “The crevasse”, foram necessários 5 dias para a conclusão desta figura com cerca de 250 metros quadrados, desafiando a percepção do público.

The crevasse - Edgar Mueller
The crevasse – Edgar Mueller

edgarmueller16Nas imagens a seguir, confira todo o processo de criação e seu incrível efeito em 3 dimensões!

The London Cave:

waterfall Moose Jaw:



{Setembro 5, 2009}   Edmar Oliveira
Dr. Edmar de Oliveira

Dr. Edmar de Oliveira

Stênio Garcia se baseou nele para compor o Dr. Castanho de “Caminho das Índias”.

Há 10 anos, diretor do Instituto Municipal Nise da Silveira, o Dr. Edmar provocou uma revolução, humanizando o hospício e baixando o número de mortes.

Mostra a importância de escutar as narrativas dos loucos – de, ao mesmo tempo ser duro e carinhoso com eles.



Erik Johansson transforma cenas do cotidiano, como a obra em uma rua, em imagens surpreendentes.

o artista faz homem "puxar" uma estrada, como se fosse uma folha de papel

o artista faz homem "puxar" uma estrada, como se fosse uma folha de papel

Legume e mão se misturam na manipulação feita pelo artista

Legume e mão se misturam na manipulação feita pelo artista

obra de rua ou "jogo da velha"?

obra de rua ou "jogo da velha"?

o peixe passou a "sustentar" a ilha

o peixe passou a "sustentar" a ilha

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Éssa é a minha preferida - é poética em sua crueza...

Éssa é a minha preferida - é poética em sua crueza...

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Passar o próprio corpo parece uma tarefa fácil na imagem modificada por Erik Johansson

Passar o próprio corpo parece uma tarefa fácil na imagem modificada por Erik Johansson



P. D. James

P. D. James

pacienteParticularA inglesa Phyllis Dorothy James  (a baronesa de Holland Park), a mais cultuada autora de literatura policial em atividade, lança seu novo romance aos 89 anos.

O inspetor Dalgliesh retorna, em Paciente Particular, ambientado numa clínica de estética.

Aos fãs da escritora e do comandante da Scotland Yard e poeta de renome – corram às livrarias!



{Agosto 22, 2009}   Virada Russa
Kandinsky

Kandinsky

No CCBB estão em exposição,  peças da vanguarda artística russa, do Museu Estatal de São Petersburgo – VIRADA RUSSA – até 23 de agosto – ou seja, até amanhã.

NÃO PERCAM!

Tem Chagall, Maliévitch, até Kandinsky – imperdível!!!



oscar-wilde“Quando eu era jovem, pensava que dinheiro era a coisa mais importante do mundo.  Hoje, mais velho, tenho certeza.”



{Agosto 9, 2009}   O efeito Harry Potter

Artigo do caderno Prosa e Verso de 18 de julho de 2009harry-potter-5

O impacto da série Harry Potter na formação de milhões de leitores é mais que sabido.

O interesse pelas aventuras do bruxo criado pelo escocesa J. K. Rowling, que se estenderam por sete volumes e geraram boas adaptações cinematográficas – a mais recente, “Harry Potter e o enigma do Príncipe”, estreou nos cinemas brasileiros esta semana – levou crianças e jovens do mundo inteiro a encarar a leitura como algo prazeiroso e emocionante.

O assunto é tão sério que, em setembro, a UNESCO reunirá, em Paris, os tradutores que tornaram a série acessível em outras línguas, para contar como foi a experiência (o Brasil estará representado por Lia Wyler, que traduziu os volumes para a Rocco.

A UNESCO pretende, com o apoio dos tradutores e leitores, redigir um documento para mostrar o efeito Harry Potter, desde o estímulo aos hábitos de leitura, até a movimentação das editoras, passando pela interação entre os fãs na internet; as adaptações às culturas locais; a pirataria e; é claro, a relação entre os livros e o cinema.

Tudo para tentar entender o que fez do bruxo, um personagem tão especial e único.



{Agosto 2, 2009}   Saramago e a internet

jose-saramago1Concordam?

Entrevista ao jornal o GLOBO:

GLOBO: O senhor acha que a experiência em escrever para um blog onde, teoricamente, os textos são mais diretos, teve alguma influência na sua escrita?

Saramago: Nenhuma.  Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises, que considero necessárias.  A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.

GLOBO: O senhor acompanha o fenômeno do Twitter, já pensou em abrir uma conta no site?

Saramago: Nem sequer é, para mim, uma tentação de neófito.  Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação.  De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.



Logo do Skoob
Logo do Skoob

Geeinteein!

Descobri o Skoob – O que você anda lendo? www.skoob.com.br

Uma espécie de Orkut de livros, onde você cadastra seus livros em várias estantes – tenho, lidos, vou ler, lendo, relendo, favoritos, abandonei, emprestei. 

Você pode colocar uma mensagem na sua página inicial – divulgando suas próprias obras literárias.

Você pode cadastrar livros que ainda não estejam cadastrados por outros skoobers, pode fazer resenhas e avaliar os livros que tem.

Você segue e é seguido por amigos que podem ver suas estantes – e trocar recados.  Tenho feito muitos amigos interessantes.

E, as estantes mais importantes, para mim, são: desejados e troco.  Tenho trocado freneticamente – e olhem que ainda não cadastrei todos os meus livros – estou viciada.

No momento, já está na marca de 30.000 skoobers (leitores) cadastrados. 

Tem blog, twitter e comunidade no Orkut e no Rio de Janeiro, tem um grupo de debates do Yahoo – o Skoobers/RJ. Esse grupo se encontra, mensalmente, numa lanchonete próxima a alguma livraria, para trocar livros, idéias, opiniões, sugestões e – principalmente – amizades.  Todos que já conheci são ótimos.

4o encontro Skoobers/RJ - julho/2009 - Petisco da Vila
4o encontro Skoobers/RJ – julho/2009 – Petisco da Vila

7o encontro Skoobers/RJ - outubro/2009 - Salete

7o encontro Skoobers/RJ - outubro/2009 - Salete

 

 

 

 

 

 

 

Vejam só esta reportagem da Gazeta do Povo do Paraná sobre o Skoob:

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=907830&tit=Sob-medida-para-leitores

Entrem no site, cadastrem-se e divirtam-se.  Depois, me contem…



{Abril 11, 2009}   Oferecimento de cursos

Como todos os meus leitores já sabem, sou Lilia Cristina Machado e me formei em História na Universidade Veiga de Almeida.

Atualmente, após vários cursos de extensão no Museu de Belas Artes, estou terminando a Pós-Graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes.

 

Estou precisando de uma sala para ministrar meus cursos de História, de História da Arte e de Inglês.

 

Aos interessados, encaminharei, por e-mail ou pelo correio, meu currículo resumido e os planos de aula e ementas, para 3 dos vários cursos que já ministrei com sucesso:

 
• A História da Moda através da Pintura dos Grandes Mestres – do Gótico ao Impressionismo;

 
• A vinda da Missão Artística Francesa e seus desdobramentos no Neoclássico – um panorama da pintura brasileira no século XIX;


• Mitologia Grega – Os deuses do Olimpo e os heróis helênicos – suas estórias de amor e ódio.

 

A arte da propaganda (panfletos e cartazes), fica por minha conta. A divulgação ficará por conta dos interessados.

 

Minha proposta de preço é de R$ 20,00 por aluno, por hora/aula.

 

As aulas podem ser ministradas de manhã, no horário de almoço, de tarde, na saída do trabalho, ou à noite, de 2a a 6a feira, ou aos sábados de manhã ou de tarde.

 

As apostilas poderiam ser enviadas aos alunos, por e-mail, após a matrícula.  Melhor ainda, seria que os interessados oferecessem o material já impresso a cores, ao aluno, por ocasião da matrícula.

 

Meu e-mail é: lilia@andremachado.com e meu celular é: 86245176.

Minha comunidade no Orkut é: Lili Machado Historiadora – também é meu nome de usuário do Orkut.

No Twitter – Lili Machado

Meu blog: http://www.lilimachado.wordpress.com/

 

No aguardo, abraços,

Lili Machado Historiadora



 

The Gates - Central Park, Nova York, 2005.



The Wall, – instalação interna com 13.000 tambores de oleo – Gasometer, Oberhausen, 1999



Wrapped Trees – Fondation Beyeler and Berower Park, Riehen, Switzerland, 1998



The Reichstag – 1995 – Mais de 100.000m2 de tecido de polipropileno à prova de fogo, cobertos por uma camada de alumínio e 15km de cordas. Berlim, Alemanha.



Umbrellas – 1991 – O plano de Christo era de colocar guarda-chuvas azuis e amarelos na California (amarelos) e no Japão (azuis), de 6m de altura e 9m de diâmetro, ao mesmo tempo.
O custo final do projeto totalizou 26 milhões de dólares.
Os guarda-chuvas viraram atração turística, locais de pic-nic e altares de casamento.
Uma mulher morreu ao ser atingida por um dos guarda-chuvas arrancados pelo vento; e um homem foi eletrocutado enquanto removia alguns deles, que estavam em contato com fios de alta-tensão.



The Pont Neuf Wrapped, Paris, 1975-85



Surrounded Islands – 1983 - Christo e sua esposa, Jeanne-Claude cobriram 11 ilhas da Biscayne Bay, em Miami (EUA), com 603m2 de polipropileno cor-de-rosa, com 430 ajudantes. A obra pode ser admirada por 2 semanas.



Wrapped Walk Ways - Jacop L. Loose Park, Kansas City, Missouri, 1978.



Running Fence – 1973 – cerca embrulhada na Califórnia, feita de postes e cabos de aço, que corriam pela montanha, até chegar ao mar, com 5m de altura e 40 km de comprimento.



Apesar de seu trabalho ser impressionante, visualmente, e sempre controverso, em razão de seu tamanho, o propósito de sua arte é, simplesmente, tornar o mundo mais bonito ou criar novas formas de ser ver prédios ou paisagens familiares.
Christo começou embrulhando enormes portais que ele mesmo construía. A venda desses portais ajudou-o a pagar dívidas e a financiar os novos projetos.

Eu sou um artista e tenho coragem… Vocês sabem que eu não tenho nenhuma obra de arte que ainda exista? Elas se vão e terminam. Somente os projetos ficam, dando a meus trabalhos uma característica quase que lendária. Acho que é preciso ser muito mais corajoso para criar coisas que desaparecem do que coisas que permaneçam.”

Site oficial : http://www.wolfgangvolz.com/seite5.htm

Valley Curtain – Rifle, Colorado, 1972



Bruce Nauman – seus trabalhos com neon parecem fascinados pela comunicação e pelos problemas inerentes à linguagem.  Também se preocupam com o papel do artista como comunicador e manipulador de signos visuais.

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walter_de_maria_ligtning_fieldWalter de Maria – The Lightning Field (1977)

Um trabalho de land-art no deserto do Novo México (EUA), que consiste em 400 postes de aço de 2 polegadas de diâmetro, plantados numa área de 1 km2. A hora e as mudanças de tempo criam os efeitos ópticos, especialmente em momentos de tempestades. Uma escultura para ser vista e para se andar por dentro dela.  Os que a visitaram eram encorajados a esperar pelo nascer ou por-do-sol.

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Edward Ruscha – Seus livros de fotografia o levaram à pop art.

Seu trabalho mais famoso, Large Trademark with Eight Spotlights (imagem à esquerda, acima) de 1961, exemplifica seu interesse na cultura popular e em grafismos comerciais. 

 

Standard Station (acima, a fotografia original do posto ao lado de duas versões da arte de Ruscha) foi muito reproduzida em silkscreen, em t-shirts. 

Liquid word paintings – Em 1964, Ruscha começou a fazer experimentos com o desenho de palavras e frases, como Lisp – 1968.

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 Joseph Beuys, um artista alemão, viajou para os EUA, em 1974 e realizou um ato performático de título: I like America and americans like me (Eu gosto da América e os americanos gostam de mim), em Nova York.

I like America and americans like me

I like America and americans like me

 

O ato, na verdade, começou no aeroporto, quando chegou e foi envolvido, por amigos, em uma manta de feltro negro e foi levado para uma galeria, num carro fechado.
Beuys passou, então, vários dias numa sala fechada, com uma lanterna, um cajado, algumas cópias do Walt Street Journal e um coiote.

É… um coiote.

A escolha do coiote deveu-se ao animal ter um significado spiritual para os índios norte-americanos – uma crítica do país que realizou sua expansão para o oeste, com a ruína de seus nativos.

Joseph Beuys dizia que a sua arte foi destinada a despertar nas pessoas uma “resposta espiritual”, e foi o seu papel, fornecer os meios de salientar que o ser humano é um ser criativo.
Joseph Beuys via a arte com potencial de auto-cura e transformação social. Ele acreditava que através de rituais, poderia assumir o papel de um xamã moderno e transformar o mundo em torno dele.
Suas performances, utilizaram elementos do absurdo e camadas de significados e símbolos, no intuito de preparar os indivíduos para uma evolução espiritual.

The whole process of living is my creative act.” (O meu ato criativo é todo o processo da vida)
Joseph Beuys



yves_klein_angel-blueO francês Yves Klein fez muitas pinturas monocromáticas, sem fixar-se em uma única cor.

Mas, ao final da década de 50, seus trabalhos tornaram-se exclusivamente produzidos em um matiz de azul intenso, que ele patenteou como International Klein Blue, como na imagem ao lado, embora a cor jamais tenha sido produzida comercialmente.

Paralelamente às pinturas convencionais, em diversos trabalhos Klein utilizou-se de modelos nuas cobertas com tinta azul, que moviam-se ou imprimiam-se sobre telas para formar a imagem, utilizando as modelos como “pincéis vivos”.

Este tipo de trabalho ele denominou de “Antropometria”.

Havia uma platéia vestida a rigor, observando as modelos realizarem suas performances, enquanto um grupo de músicos executavam “A Sinfonia Monotônica” de Klein, que consistia de uma única nota.

Em outra performance, ele coordenou a venda de espaços vazios na cidade de Paris, em troca de ouro. Ele desejava que os compradores experimentassem “o Vazio”.  De seu ponto de vista, esta experiência somente poderia ser paga com o mais puro material: o ouro.  Para restabelecer a ordem natural que ele desequilibrou, com essa venda, Klein jogou o ouro que recebeu no rio Sena.

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Cindy Sherman – uma fotógrafa americana, trabalha com fotos em série.

"film noir"

"film noir"

 

cindy-sherman-1

Numa das suas series mais famosas, a Untitled Film Stills, de 1980, ela se retrata com roupas e poses diferentes, entre as quais, como uma atriz de filmes “noir” (imagem à esquerda), uma “pin-up”, ou uma atriz de filmes musicais (como na imagem acima), entre as 69 lindas e intrigantes fotos em preto e branco.

Em 1995, ela recebeu o prêmio MacArthur, conhecido como prêmio dos Gênios, que garantiu uma bolsa para pesquisa e projeto, de 500.000 dólares, em cinco anos.



{Setembro 20, 2008}   Arte contemporânea

Como alguns de meus leitores já sabem, estou cursando a pós graduação em Arte e Cultura na Universidade Cândido Mendes e, a cada aula que vou, mais me entusiasmo com o tema. Não são aulas – são momentos de puro deleite. Começo, portanto, com a aula de hoje – arte contemporânea de Robert Smithson

Robert Smithson – seu trabalho mais famoso é a Spiral Jetty, de 1970, que é uma espiral de 460m de comprimento e 50m de diâmetro, que penetra pelo Great Salt lake de Utah, nos EUA, construído com 6500 toneladas de basalto, terra e sal. Essa land-art (interferência na natureza) foi inteiramente submersa pela elevação das águas vermelhas do lago.

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{Setembro 18, 2008}   Eureka!!! Descobri a pólvora!!!

koons111Só agora entendi a instalação do Jeff Koons exibida no Palácio de Versalhes e descrita no post de 1 de setembro – A arte Contemporânea americana invade o castelo francês do rei Sol – Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte.

Lendo o artigo: Receitas e atmosfera do século XIX, na Revista Veja dessa semana, que fala sobre os 114 anos da Confeitaria Colombo, entendi o porque da tal lagosta vermelha estar inserida no Salão de Marte.

O artigo da Veja fala que o carro-chefe do cardápio preparado para o almoço de comemoração de aniversário, é a “lagosta ao Thermidor”, homenagem de um restaurante parisiense a uma peça teatral homônima sobre a Revolução Francesa.
Agora entendi…

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koons111O escultor Jeff Koons ganha mostra em Versalhes e causa controvérsia

Elaine Sciolino – O Globo, sábado, 13/9/2008 – 2o caderno – última página

Uma lagosta vermelha de alumínio está pendurada no teto, ao lado de um candelabro de cristal, no Salão de Marte. Uma vitrine cheia de aspiradores de pó e polidores de piso, fica bem em frente ao retrato oficial de Maria Antonieta. E uma loura d peito nu e boca aberta, segurando uma pantera cor-de-rosa, parece rir de uma pintura de 1729, em que Luiz XV decreta a paz na Europa: os EUA invadiram os salões dourados e os jardins esculpidos do Castelo de Versalhes, através de uma polêmica exposição do artista Jeff Koons.

Escultor se diz “encantado” com a iniciativa – “É o ponto alto da minha carreira”.

Nos últimos anos, alguns trabalhos de artistas contemporâneos foram exibidos em Versalhes, mas, sempre de maneira discreta. A coleção de 17 esculturas de Koons marca a primeira vez em que o castelo construído no reinado de Luiz XIV é anfitrião de uma retrospectiva tão ambiciosa e completa.

É claro que nem todos ficaram felizes com a iniciativa. Dezenas de pessoas protestaram nos jardins do palácio no dia da inauguração, em um ato organizado pelo Sindicato dos escritores da França, um grupo de direita dedicado à pureza artística na França. – “Essa exposição é um golpe no coração de uma civilização. É um ultraje para Maria Antonieta.”- Arnaud-Aaron Upinsky.

Em uma entrevista coletiva, Koons elogiou a “abertura” da França, ao expor a arte de um americano em Versalhes. – “Todos os trabalhos dialogam com o cenário. A lagosta no salão dedicado a Marte, o deus da guerra, por exemplo, refere-se a tempos medievais. Os desenhos na lagosta quase representam chamas e fogo. Assim como a sensação de que se você ficar à vista do público, por muito tempo, seu destino pode ser esse.”

Koons negou que as instalações tenham sido um gesto de arrogância. – “Não teve nada a ver com o meu ego, mas com alegria e co uma monumentalidade contemporânea.”  Justificou a coleção de aspiradores de pó entre retratos de mulheres da família real francesa, na antecâmara da rainha, com a afirmação de que aspiradores “são como ventres”.

Nem todos os visitantes pareceram satisfeitos com a presença das esculturas. – “Paguei para ver tudo em Versalhes”, – disse a canadense Sylvie, irritada com a interdição de algumas salas, por causa da instalação das esculturas – “Não vim aqui ver uma lagosta vermelha que posso comprar em um posto de gasolina em Quebec, para usar na minha piscina.”

Eu, Lili, não gostei da idéia. Se, pelo menos, ele se justificasse, dizendo ser tudo uma grande piada com o formalismo francês, seria interessante. Mas as justificativas que ele usou fizeram com que tudo ficasse pior.



{Setembro 17, 2008}   Ensaio sobre a cegueira

011556625-ex00Ontem, fiz minha dobradinha semanal de cinema com o maridão. Quero dividir com vocês minhas emoções.

Geeeeiiiiinteeeeiiinnn!!!!!! O que é o filme do Saramago (quer dizer, do Fernando Meirelles)??? – Ensaio sobre a cegueira… É tudo de bom!!!!!!!! E, ao mesmo tempo, tudo de ruim…

Saí que nem o Bob Dylan: chaaaaaaaaaaapaaaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!

É obrigatório. Mas…. Prestem bem atenção…

O filme deve ser seguido, imediatamente, de um besteirol, um musical, um musical-besteirol (como fizemos – vimos o musical do Abba), um circo, um trio elétrico, uma parada gay…. Enfim, qualquer coisa que remeta à vida, para não nos jogarmos do vão-central da ponte Rio-Niterói.

Pois bem, saímos, entre um e outro filme, direto para a Saraiva, comprar o livro.

Tinha acabado de acabar, há 5 minutos. Foi o tempo das pessoas saírem do cinema. Me informaram que tem sido assim, todos os dias. Entretanto… No sistema da livraria, constava, ainda 3 exemplares no estoque, perdidos pela loja, sem que os vendedores conseguissem encontrar.

Eu, como boa bruxa que sou, conjurei meus sortilégios, joguei meu “pó-de-pirlipimpim” no ar e esperei no balcão de atendimento ao cliente.

O que aconteceu?

Não é que logo depois, chegou um senhor, devolvendo um livro que havia recebido em duplicidade de presente? Adivinhem qual era? O próprio.

Agora, tchau, que vou devorá-lo.

Trailer oficial do filme

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etc.