What´s new, Lili?











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Vista de nosso chalé

A Reserva Aroeira é uma Pousada de Charme que fica num lindo vale entre as montanhas de Piraí, Estado do Rio de Janeiro. 

Embora já conheça o local há quase 10 anos, quando frequentava o Hotel Fazenda St. Robert (da mesma rede), cada vez que me hospedo no Aroeira (de inauguração mais recente), encontro uma novidade.  Está cada vez melhor.

Com céu nublado ou com o belíssimo sol da região; até mesmo com chuva – vale a pena subir a serra das Araras e conferir.

 

 

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sala da lareira e da televisão na casa comunal

Das grandes janelas de vidro e da varanda da casa comunal, onde ficam o bar, o restaurante, a sala de televisão, um interessante aquário de alga salgada e a lareira para os dias mais frios, pode-se ver o belíssimo cenário da lagoa prateada que leva à sauna e à piscina. 

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chalé 5 - peixes

Nosso chalé – o 5 – dos peixes – tem 2 camas de solteiro embaixo, com lareira, ar condicionado, banheiro, cafeteira e frigo-bar.   No mezanino, subindo uma escadinha, fica a fofíssima cama de casal e a televisão com DVD.  No deck está sendo construído um ofurô – que promete…

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piscina azul do Aroeira

Da varanda do chalé, podemos ver a casa de jogos, a casa comunal e a deliciosa piscina azul, que tem bar e biliskeites. Também se vê a sauna que direciona os mais afoitos direto para um mergulho na lagoa. 

 

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sauna e rede preguiçosa para a sesta

A lagoa tem até um deck com uma rede preguiçosa para após o almoço. 

Pode-se ver, ao longe, os outros chalés – Jungle, Bora Bora, Ásia, Egito…

 

 

 

Chef_Ana_Catharina

chef Ana Catharina

No restaurante, a chef e proprietária da pousada (juntamente com o maridão Henrique e os filhos, Gustavo e Roberta), Ana Catharina, recebe os hóspedes com caldinhos e queijinhos gostosos. 

Comi um caldinho de abóbora com leite de côco e croutons, de tomar rezando.  E o pãozinho de alho, com presunto parma… 

Sempre criativa, competente e simpática, entre um prato e outro, Ana Catharina encontra tempo para uma conversinha em cada mesa, acompanhada de sua taça de vinho.

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risoto de pato

O risoto de pato foi eleito o melhor, pelo meu genro.

 

 

 

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tilápia com alcaparras

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picanha suína com farofinha de alho

Para mim, foi a tilápia com alcaparras e batatas cozidas.  A farofinha de alho que acompanha a picanha suína estava, também dos deuses.

 

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massa com lulas ao molho de açafrão

Para meu marido, o filé com molho de ameixa e arroz com maçã. 

Para a minha filha, a massa com lulas ao molho de açafrão.

 

 

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barzinho íntimo

Sob a casa comunal, há um barzinho intímo – onde casais comemoram sua lua-de-mel com jantar à luz de velas.

Na tarde de domingo, um enorme arco-íris nos brindou com o ar de sua graça, visto das janelas da casa comunal, trazendo o sol, no dia seguinte.

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waffles, panquecas e queijo coalho

Falta falar do café da manhã – minha refeição preferida – impecável e bem servido, com pãezinhos de queijo, queijo coalho frito, pequenos waffles e panquecas, além de grande variedade de pães, bolos, frutas e frios.  O queijo Minas feito na pousada, mesmo, foi um sucesso.

No mais, agradeço a hospitalidade e a simpatia do Henrique e do Gustavo – sempre prontos a esclarecer, ajudar e alegrar nossa estadia.

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eu, o maridão, filha e genro com o Gustavo e o Henrique (à esquerda)

Seguem os links – Hotel Fazenda St. Robert: http://www.st-robert.com.br/

Reserva Aroeira: http://www.reservaaroeira.com.br/

vídeos panorâmicos da Reserva Aroeira:

 



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Dan Brown

Dan Brown

O Símbolo Perdido (título original em inglês: The Lost Symbol), é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown.  Seu primeiro livro, Fortaleza digital, foi publicado em 1998. A este seguiram-se Ponto de impacto e Anjos e demônios, a primeira aventura protagonizada pelo simbologista de Harvard, Robert Langdon.

Eu, pessoalmente não gostei desses 2 primeiros.

Seu maior sucesso foi o polêmico best-seller O Código da Vinci, mas entre seus grandes feitos, está o de conseguir colocar seus quatro primeiros livros, simultaneamente, na lista de mais vendidos do The New York Times.

O livro aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.

O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira será lançada em dezembro.  No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.  A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.

Para vocês verem o que é um bom livro:  comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney (leiam meus posts sobre a viagem - são um guia completo).  Comecei pelo The host.  Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos.  Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei.  Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol.  Que diferença!  Mal posso esperar para continuar a ler – já devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura – aguardem comentários.

Ouça o primeiro capítulo no site oficial do livro: http://www.thelostsymbol.com/main.html

Personagens principais:

  • Robert Langdon, simbologista da Universidade de Harvard
  • Mal’akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão
  • Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon
  • Katherine Solomon, cientista Teoria das ciências noéticas, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro
  • Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal’akh.
  • Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinada por Mal’akh
  • Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal’akh
  • Sophie Neveu – ela volta???? 
Tom Hanks
Tom Hanks

O personagem Robert Langdon

 Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografia religiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009).  Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade.  Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons.  O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire. 

 

 

ambigrama Illuminati

ambigrama Illuminati

ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water

ambigrama Diamante Illuminti - Earth, Air, Fire, Water

Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo.   Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons.  John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci. 

A Teoria da Ciência Noética

 Ou Noetics (do grego “mental”), é um ramo da filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição,  e sua relação com o intelecto divino.  Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão.  Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles.   Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”.  Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus - significando “intuição”.  São Tomas de Aquino, desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista  da filosofia cristã.  

Siga o link e tente o jogo (em inglês) SYMBOLQUEST, o jogo do lvro, para descobrir o significado de vários símbolos – se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras – mas só depois de tentar muuuuuuito – não vale ser tão fácil assim – nada tão fácil vale, na vida.

Maneiríssimo – tente!!!

http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php

O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos – inclusive Deepak Chopra:



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©Márcio Freitas

Geeeeeeeiiiiinteeeeeiiiin!!!!

Estou apaixonada pelas fotos do Márcio Freitas – fotógrafo profissional que conhecemos no show da Banda Painside, em que o nosso amigo Guilherme Azevedo é vocalista, domingo passado, no Hard Rock Cafe do Cittá América (que será objeto do próximo post).

Para os amantes de fotografia – no blog, alguns exemplares – não deixem de visitar o site abaixo – as fotos são chocantes!  Depois me contem o que acharam…

http://www.marciofreitas.com.br/

Figura1

©Márcio Freitas

Figura6

©Márcio Freitas

Figura5

©Márcio Freitas



churrasco de rico

churrasco de rico

churrasco de pobre

churrasco de pobre

Não sou preconceituosa, mas essa comparação está de morrer de rir – embora eu tenha me visto enquadrada nos dois universos, dependendo da situação.

TRAJE FEMININO:
DE RICO: Calça de cor clara da Zara ou Lelis Blanc, ou um jeans Diesel pra não ter erro, bolsa Marc Jacobs ou Dior, um lenço Burberry no pescoço. Camisetinha básica branca da Club Chocolate ou Tommy Hilfiger. Óculos Chanel ou Dolce Gabbana, sandalinha rasteira da Lenny. Ela sempre chega sozinha, dirigindo o seu próprio carro, normalmente um Audi A3 ou Hyundai Vera Cruz.

DE POBRE: Minicurtíssima do Hipermercado EXTRA, blusinha da C&A estampada, tamanco de madeira de salto altíssimo ou tênis de R$ 19,50, óculos coloridos degradê do camelô é claro!!! piercing no umbigo (detalhe no ângulo de gordura da barriga), anel no dedo do pé e os pelos do corpo descoloridos com água oxigenada. Muitas usam biquíni por baixo, na esperança de tomar um banho de piscina.

TRAJE MASCULINO:
DE RICO: Bermuda Hugo Boss ou Calvin Klein, camisa esporte Lacoste ou Brooksfield, óculos Armani, relógio Rolex e geralmente chegam acompanhados de uma bela mulher em sua Hilux ou Cayenne.

DE POBRE: Chinelo Rider, bermuda florida ou feita de uma calça jeans cortada no joelho desfiada, com a barriga aparecendo, camisa do Corinthians ou do Flamengo, jogada nas costas (eles morrem de calor) e óculos de camelô na testa (suada). Chegam de Monza ou de carona com mais oito pessoas.

A COMIDA:
DE RICO: Normalmente eles não comem, quando comem é um pouquinho de cada coisa. Arroz com brócolis ou açafrão, farofa com frutas secas, filé de cordeiro, picanha argentina, muzzarella de búfala. Sendo que cada coisa a seu tempo e pausadamente.

DE POBRE: Vinagrete, farofa com muita cebola, maionese, muita asa de frango e coraçãozinho, lingüiça com pão de alho, costela e miolo de acém (que eles juram ser mais macio que picanha!).

A BEBIDA:
DE RICO: Os homens, Chopp Brahma ou cerveja Heineken geladíssima. As mulheres, Schweppes Citrus, água Evian ou Coca-Cola zero.

DE POBRE: Cerveja Itaipava ou Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa, cheio de gelo. Quem fica tonto mais rápido, bebe intercalando água da torneira. Muita caipirinha com Caninha da Roça, Baré Cola e Guaraná Sarandi.

PRATOS :
DE RICO: Normalmente beliscam uma picanha servida num enorme prato branco liso de porcelana, taças adequadas a cada tipo de bebida: água, chopp, refrigerante.

DE POBRE: Os tradicionais pratinhos de alumínio ou papelão, eles ficam o tempo todo de olho na fila esperando diminuir. As bebidas são servidas em copinhos plásticos (reciclados) de 200 ml. (nunca compram na quantidade exata do número de convidados) acabam servindo naqueles copos de requeijão ou geléia para os convidados mais chegados: familiares, algum cabo da PM, Corpo de Bombeiros, Escrivão da Polícia, etc.(OS VIPS).

MÚSICA:
DE RICO: Jack Johnson, Maria Rita, música instrumental, Lounge Music e Jazz. Podem contratar um grupo que toca chorinho, mas com músicos formados pela Escola de Música da UFRJ.

DE POBRE: Aquele pagodão de pingar suor, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Revelação. Só CD’s piratas (4 por 10,00) mídia azul. Não pode faltar o de Samba Enredo do ano. O importante é tirar a galera do chão, depois de umas 2 horas de churrasco, todos já estão dançando, independente das idades ou credos. Também rola uma batucada improvisada com panelas, tampas ou qualquer objeto disponível que emita um som (cantam de Almir Guineto até Alcione). A mulherada tira a sandália, porque não estão acostumadas, e bota a poeira pra subir.

O CHURRASQUEIRO:
DE RICO: Contratado de uma churrascaria famosa. Trabalha com um uniforme impecável e traz consigo toda equipe necessária para atender todos os convidados.

DE POBRE: Amigo de um conhecido que adora fazer churrasco, e cada hora um fica um pouquinho pra revezar. Normalmente é um cara barrigudo que fica suando com uma toalhinha na mão (ele usa para enxugar o suor, limpar as mãos e o que mais precisar!). Adora ficar jogando cerveja na brasa para mostrar fartura!

O LOCAL:
DE RICO: Área coberta, com piso de granito, tem mesinhas e bancos da Indonésia, num lindo jardim com piscina, mas ninguém se anima dar um mergulho, pois a mesma está decorada com um lindo arranjo de flores tropicais.

DE POBRE: Normalmente na laje, com sol quente na cabeça ou chuva para acalmar o fogo (então é improvisada uma lona de caminhão como cobertura, mas só para proteger a churrasqueira). Cadeiras só para quem chegar mais cedo (esses cedem o lugar para as grávidas que sempre chegam atrasadas), os demais ficam em pé, esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema porque a maioria está descalço. Sem esquecer o tradicional banho de chuveiro, onde os bêbados começam com a brincadeira de querer molhar todo mundo.

O FINAL:
DE RICO: Em no máximo 4 horas, cada pessoa sai em seu próprio carro. Mas saem em momentos diferentes, para que o dono do churrasco possa fazer os agradecimentos a cada um com atenção.

DE POBRE: Dura no mínimo 8 horas e depois que todos já estão bêbados, o dono da casa diz que tem que trabalhar cedo no dia seguinte, mas o pessoal ainda quer fazer vaquinha para comprar mais uma caixa de cerveja. Quem não tem carro é de carona ou vai de buzão mesmo. (isso sem falar nos que passam mal, vomitam e precisam curar o porre, estabacados no sofá ou no tapete, antes de pensar em ir embora e naqueles parentes e amigos mais chegados que são intimados a ‘dar uma maozinha’ na faxina do recinto!). O pessoal que tem carro, liga o som bem alto (pagode claro!) e sai buzinando, sorrindo e gritando : “Valeu mano!!!”



Patrícia Cornwell

Patrícia Cornwell

Eu confesso – sou viciada nos livros da Patrícia Cornwell – em especial, os da chamada: 

SCARPETTA´S series – atualmente, 17 livros cuja heroína é uma dedicada médica legista forense – Kay Scarpetta, que tenta resolver crimes através da autópsia (ou seria necrópsia?) dos corpos das vítimas.   O enredo da história não irá focar-se num livro, em particular, mas sim no conceito da personagem.  O filme pretende entrar na mesma linha de obras como o «Silêncio dos Inocentes» de Jonathan Demme e «Seven» de David Fincher.

E, babem: Angelina Jolie está cotadíssima para viver Kay no cinema em filme da FOX, a ser lançado ano que vem. 

Seguem as sinopses de cada livro – recomendo a leitura na ordem abaixo, pois as estórias, embora diferentes, têm como pano de fundo, a vida de Kay e de seus familiares e amigos.  Se não seguir a ordem, você vai ficar meio perdido – vá por mim.

POSTMORTEM_1231526646PPost-morten – 1990 – É um homem metódico, disciplinado, bárbaro: mata por prazer. As pistas até ele se perdem pelas ruas. A doutora Kay Scarpetta, médica-legista, examina as vítimas, mulheres que não podem lhe dizer nada a não ser pelos vestígios que trazem no corpo. E no corpo delas há um brilho produzido por alguma substância química. Qual? A doutora Scarpetta precisa descobrir logo, se quiser evitar a próxima vítima. E precisa conviver com a contradição: usa em suas autópsias os recursos mais avançados da ciência e da tecnologia, mas esse aparato se destina a penetrar em mentes tão perturbadas que parecem aquém de toda humanidade. Em outro plano, precisa lidar ainda com o fato de que alguém próximo, mas interessado em destruir sua carreira, está sabotando a investigação.

 

 

CORPO_DE_DELITO_1233850981PCorpo de delito (Body of Evidence) – 1991 – Logo após o cruel assassinato de sua filha adotiva, um escritor famoso é assassinado. Sua irmã morre em circunstâncias igualmente misteriosas. Quem cometeu os crimes? Por que os cometeu? Essas são as perguntas que levam a médica-legista Kay Scarpetta a seguir as poucas pistas deixadas pelo criminoso. Além das provas que consegue colher nos corpos levados ao necrotério, sai a campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo sucessivamente abandonadas. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias. Um dia, porém, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que afirma ser capaz de enxergar a alma de um criminoso… AINDA NÃO TENHO – QUEM TIVER E DESEJAR ME VENDER, ACEITO.

RESTOS_MORTAIS_1232231169PAll that remains – 1992 – Fred e Deborah, jovens, lindos e saudáveis, estão desaparecidos. O pânico toma conta da cidade de Richmond, Virginia. Será que o casalzinho teve o mesmo fim que os outros quatro jovens casais desaparecidos anteriormente? A idéia é aterrorizante, pois nos outros casos as vítimas foram achadas, meses depois, em estado avançado de decomposição. E todos na mesma região florestal, ao redor de um centro de treinamento da CIA.  Suspeitos, até mesmo dentro das forças da lei, pululam como cadáveres abandonados nesse sinistro e labiríntico quebra-cabeças onde vamos encontrar, mais uma vez, a dra. Kay Scarpetta, médica legista e a mais intrigante protagonista já surgida no gênero policial moderno. AINDA NÃO TENHO – QUEM TIVER E DESEJAR ME VENDER, ACEITO.

desumanoDesumano e degradante – 2000 – Em Richmond, os dias que precedem o Natal são curtos e cinzentos. Em 13 de dezembro, um homem é executado na cadeira elétrica, culpado pela mutilação de uma jovem apresentadora de TV. No mesmo dia, um garoto de treze anos é encontrado também mutilado. Dias depois, um novo crime assusta a cidade. Fala-se em bruxaria. Algo terrível parece estar à solta. Os fatos descobertos pela dra. Kay Scarpetta, legista-chefe do estado de Virginia, apontam para uma solução absurda. Mortos não cometem crimes.  

 

 

 

LAVOURA_DE_CORPOS_1234423423PLavoura de corpos – 1994 Escândalo e terror na Carolina do Norte. Na pacata cidadezinha de Black Mountain, a casa dos Steiner é invadida e a pequena Emily, 11 anos, raptada. Dias depois, seu corpo é encontrado mutilado. Seria outra atrocidade praticada pelo serial killer Temple Gault? A médica-legista Kay Scarpetta, da equipe de investigações, conhece muito bem o estilo do psicopata. Tão bem que chega a questionar a autoria do crime. A solução desse caso misterioso está em suas mãos femininas: Kay usa da psicologia e da análise fria dos acontecimentos para combater o mal e chegar à justiça, mesmo que tenha de partir para a ação. Repleto de suspense, este livro de Patricia Cornwell adota um ritmo acelerado para resolver o caso, que vai se complicando a cada página.

 

 

CEMITERIO_DE_INDIGENTES_1232230086PCemitério dos indigentes – 1995 - É possível existir algo além do horror? Para Temple Brooks Gault o horror não é o fim, mas o começo. Assassino por natureza, Gault é também um manipulador, e tem estilo próprio. Suas vítimas carregam literalmente na carne a sua assinatura. É Natal em Nova York. Há neve e alegria por toda parte. O ruído das festas não sabe dos sons assustadores que abafa; a luz das lojas e árvores enfeitadas não percebe as sombras que cria. Ninguém ouve o tiro disparado no coração do Central Park, ninguém vê o corpo, mutilado e nu, num dos milhares de bancos da imensa praça branca. Quando a dra. Kay Scarpetta, médica-legista, examina o cadáver – os cortes cruéis no corpo inteiro e o furo preciso na têmpora -, ela tem certeza de que o Mal está de volta. E, dessa vez, Temple Brooks Gault, o serial killer que invadiu sua vida, foi muito além do horror que se poderia esperar dele. 

 

 

CAUSA_MORTIS_1233851445PCausa-mortis – 1996 Quando a dra. Kay Scarpetta estendeu mais um de seus cadáveres na mesa para fazer uma autópsia, mal imaginava a magnitude do caso que tinha nas mãos. Desta vez, Patricia Cornwell enredou sua heroína numa trama que testará toda a sua capacidade diante de um perigo novo e ainda mais inusitado do que os anteriores. Com sangue até os cotovelos, a dra. Kay Scarpetta- junto com a sobrinha-prodígio Lucy, hacker do FBI, o chefe e amante Benton Wesley e o eterno parceiro, o tira boca-suja Pete Marino- vê-se às voltas com um crime que é só o fio de uma meada. 

 

 

 

CONTAGIO_CRIMINOSO_1233851238PContágio criminoso – 1997 – Um cadáver é encontrado no meio do lixo, num aterro sanitário da Virgínia. Detalhes como a amputação habilidosa da cabeça e dos membros lembram casos que a dra. Kay Scarpetta examinou na Irlanda, onde esteve recentemente para pronunciar uma série de conferências. As vítimas, ali, eram de várias raças e idade estimada entre dezoito e trinta e cinco anos; em nenhum dos casos a cabeça foi encontrada. A investigação se tornará um verdadeiro inferno, um jogo macabro em que o assassino fará contato pela Internet e assinará as mensagens com um apelido adequado – Deadoc – Doutor Morte. Na tela do computador da médica-legista surgirão imagens nauseantes – fotos tiradas por Deadoc para mostrar até que ponto é dotado da mais alta competência para o assassinato.

 

 

FOCO_INICIAL_1233851662P Foco inicial – 1998 – Patricia Cornwell traz neste livro uma trama onde uma assassina psicopata enreda a médica Kay Scarpetta e seu parceiro Pete Marino na investigação de uma série de crimes com características idênticas. Ao lado de seu inseparável parceiro Pete Marino, Kay Scarpetta tem à sua frente um quebra-cabeça feito de crimes aterrorizantes e de cartas cheias de jogos de palavras.

 

 

 

ALERTA_NEGRO_1233851106PAlerta negro – 1999 - Uma história de terror parece brotar do corpo em estado de decomposição encontrado num contêiner, no porto de Richmond. Indícios ligam o cadáver ao crime organizado. Mais especificamente, a uma máfia instalada na França, de atuação internacional e profunda influência junto a governantes e outros poderosos. A autópsia realizada pela médica-legista Kay Scarpetta indica que o assassino – conhecido como “loup-garou” – só pode ser um lobisomem; mutila pessoas e deixa no local dos crimes cabelos humanos, finos e longos. A sombra do lobisomem paira sobre a história, e a doutora Scarpetta começa a suspeitar que esta será sua primeira aventura sobrenatural. - 1o  LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”

 

 

A_ULTIMA_DELEGACIA_1232231294PA última delegacia – 2000 - A trama se inicia imediatamente após os episódios finais de Alerta negro, quando a dra. Scarpetta é atacada em casa pelo criminoso Jean-Baptiste Chandonne – um francês cuja família chefia um cartel internacional do crime e que sofre de uma doença congênita que provoca o crescimento exagerado de pêlos do corpo, razão pela qual ele próprio se denomina Lobisomem.  Em decorrência do ataque, Scarpetta é obrigada a se mudar para a casa de uma amiga de longa data. Mas perde o chão ao ser acusada de um dos assassinatos cometidos por Chandonne, o criminoso que a atacara. Sozinha, impedida de viver em sua casa e principal suspeita em um crime hediondo, a dra. Scarpetta vive os piores dias de sua carreira e de sua vida. 2o  LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”

 

  

MOSCAVAREJEIRA_1233850796PMosca varejeira – 2003 - Três anos depois dos acontecimentos narrados em A última delegacia, Kay Scarpetta trocou a Virgínia por uma tranqüila praia na Flórida, de onde continua a prestar consultoria. Tentando reerguer a vida profissional, Scarpetta recebe uma carta de Jean-Baptiste Chandonne, o Lobisomem. O homem que tentou matá-la e que se encontra no corredor da morte, à espera da execução, está disposto a revelar segredos importantes de sua família criminosa. Em troca, Scarpetta deverá lhe aplicar a injeção letal.  Enquanto tenta adivinhar as verdadeiras intenções do assassino, Scarpetta, a sobrinha Lucy e o detetive Pete Marino rumam para Baton Rouge, onde está ocorrendo uma série de estranhos desaparecimentos de mulheres. Envolvendo-se na investigação, Scarpetta inicia uma exaustiva caçada ao responsável pelos crimes, numa jornada que lhe revelará alguns segredos cuidadosamente guardados por seus entes mais queridos.  3o  LIVRO DA TRILOGIA “LOUP-GAROU”

 

  

VESTIGIO_1249761430PVestígio – 2004 - Cinco anos depois de ser sumariamente afastada de seu emprego como legista-chefe da Virgínia, Kay Scarpetta volta a Richmond atendendo ao pedido de seu sucessor para um caso difícil Gilly Paulsson, uma garota de catorze anos, foi encontrada morta em sua cama. Ao chegar ao seu antigo quartel- general, logo percebe que deveria ter recusado o trabalho. Seu sucessor é um tipo esquivo e incompetente, seu antigo escritório está sendo demolido, e as manobras políticas tecidas ao fundo dos acontecimentos ameaçam engoli-la de vez.  -

 

 

 

PREDADOR_1238501067PPredador – 2005 – Em sua mais nova aventura, a médica-legista Kay Scarpetta se depara com uma série de eventos aparentemente desconexos, mas que vão culminar em um dos casos mais bizarros que já viu, expondo pistas preciosas sobre o funcionamento da mente de um psicopata.  No momento em que a história começa, Scarpetta e seus parceiros — o psicólogo Benton Wesley, o amargurado investigador Pete Marino e a brilhante e instável investigadora Lucy — trabalham na Academia Forense da Flórida, entidade envolvida num projeto secreto chamado Predador, que investiga aspectos fisiológicos e possíveis motivações de psicopatas condenados. Um desses objetos de estudos é Basil Jenrette, cuja trajetória cheia de lacunas pode conduzir à identidade do assassino da loja de artigos de Natal.  Como é costumeiro nos livros de Cornwell, as investigações se apoiam tanto em insights psicológicos quanto num detalhado instrumental técnico, que envolve balística, medicina legal, exames de dna e recursos de alta tecnologia. Mas não há como separar desse aparato o fator humano: Scarpetta, Marino, Benton, Lucy e todos os que cruzam seus caminhos — uma misteriosa sedutora, uma psicóloga que dá conselhos num programa de tevê, um médico ambicioso da Academia, um falso fiscal do departamento de agricultura — precisam enfrentar também seus próprios fantasmas, escondidos e revelados em casos amorosos, lembranças perturbadoras, episódios de inveja e traição.  Nessa jornada de onde ninguém retornará sem marcas, descrita numa prosa elegante mesmo quando trata do horror mais cru, é como se as palavras de Scarpetta fossem dirigidas não a outro personagem, mas ao leitor: “Você não está apenas olhando para o abismo, você está instalando luzes e um elevador dentro dele”.

book of the deadBook of the dead – 2007AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL – The “book of the dead” is the morgue log, the ledger in which all cases are entered by hand. For Kay Scarpetta, however, it is about to have a new meaning.  Fresh from her bruising battle with a psychopath in Florida, Scarpetta decides it’s time for a change of pace-not only personally and professionally, but geographically. Moving to the historic city of Charleston, South Carolina, she opens a unique private forensic pathology practice, one in which she and her colleagues-including Pete Marino and her niece, Lucy-offer expert crime-scene investigation and autopsies to communities that lack local access to competent death investigation and modern technology. It seems like an ideal situation, until the new battles start-with local politicians, with entrenched interests, with someone whose covert attempts at sabotage are clearly meant to run her out of town. And that’s even before the murders and other violent deaths begin.  A young man from a well-known family jumps off a water tower. A woman is found ritualistically murdered in her multi-million-dollar beach home. The body of an abused young boy is discovered dumped in a desolate marsh. Meanwhile, in distant New England, problems with a prominent patient at a Harvard-affiliated psychiatric hospital begin to hint at interconnections that are as hard to imagine as they are horrible.  Scarpetta has dealt with many brutal and unusual crimes before, but never a string of them as baffling, or as terrifying, as the ones that face her now. Before she is through, that book of the dead will contain many names-and the pen may be poised to write her own.  

SCARPETTA_1254247324PScarpetta – 2008 – AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL (mas eu já tenho!!!) – Leaving behind her private forensic pathology practice in Charleston, South Carolina, Kay Scarpetta accepts an assignment in New York City, where the NYPD has asked her to examine an injured man on Bellevue Hospital’s psychiatric prison ward. The handcuffed and chained patient, Oscar Bane, has specifically asked for her, and when she literally has her gloved hands on him, he begins to talk—and the story he has to tell turns out to be one of the most bizarre she has ever heard.  The injuries, he says, were sustained in the course of a murder . . . that he did not commit. Is Bane a criminally insane stalker who has fixed on Scarpetta? Or is his paranoid tale true, and it is he who is being spied on, followed and stalked by the actual killer? The one thing Scarpetta knows for certain is that a woman has been tortured and murdered—and more violent deaths will follow. Gradually, an inexplicable and horrifying truth emerges: Whoever is committing the crimes knows where his prey is at all times. Is it a person, a government? And what is the connection between the victims.  In the days that follow, Scarpetta; her forensic psychologist husband, Benton Wesley; and her niece, Lucy, who has recently formed her own forensic computer investigation firm in New York, will undertake a harrowing chase through cyberspace and the all-too-real streets of the city—an odyssey that will take them at once to places they never knew, and much, much too close to home. – comprar nos EUA

THE_SCARPETTAOS_FACTOR_1254247835PThe Scarpetta´s Factor – 2009 – AINDA NÃO LANÇADO NO BRASIL (mas já em pré-venda) – It is the week before Christmas. A tanking economy has prompted Dr. Kay Scarpetta—despite her busy schedule and her continuing work as the senior forensic analyst for CNN—to offer her services pro bono to New York City’s Office of the Chief Medical Examiner. In no time at all, her increased visibility seems to precipitate a string of unexpected and unsettling events. She is asked live on the air about the sensational case of Hannah Starr, who has vanished and is presumed dead. Moments later during the same telecast she receives a startling call—in from a former psychiatrist patient of Benton Wesley’s. When she returns after the show to the apartment where she and Benton live, she finds an ominous package—possibly a bomb—waiting for her at the front desk. Soon the apparent threat on Scarpetta’s life finds her embroiled in a surreal plot that includes a famous actor accused of an unthinkable sex crime and the disappearance of a beautiful millionaires with whom Lucy seems to have shared a secret past. Scarpetta’s CNN producer wants her to launch a TV show called The Scarpetta Factor. Given the bizarre events already in play, she fears that her growing fame will generate the illusion that she has a “special factor,” a mythical ability to solve all her cases. She wonders if she will end up like other TV personalities: her own stereotype.


Além desses, Kay Scarpetta pode ser apreciada através de um livro de culinária que reúne as receitas que a médica legista oferece aos leitores em vários de seus livros: 

foodFood to die for – 2002 – Kay Scarpetta, loves to unwind in the kitchen. Book after book finds her tapping into her Italian heritage to create delicious meals for herself and her friends.  Brimming with full-color photographs and inspired by dozens of food scenes in Kay’s kitchen and favorite restaurants, Food to Die For is a cookbook tailor-made for Scarpetta fans. Among the criminally good recipes:

*Miami-Style Chili with Beer (Restos mortais – All That Remains)

* Grilled Grouper with Butter and Key Lime Juice (Desumano e degradante – Cruel and Unusual)

* Jack Daniel’s Chocolate Pecan Pie (Lavoura de corpos – The Body Farm)

* Lasagna with Marinara Sauce and Porcini Mushrooms (Causa-mortis – Cause of Death)

* Bev’s Lump Crab Cakes (Contágio criminoso – Unnatural Exposure)

* Kay’s Grilled Pizza with Sausage, Pepperoni, and Three Cheeses (Alerta negro – Black Notice) – Gente, eu estava lendo esse livro no ônibus, voltando do trabalho – na hora em que Kay preparava a pizza, eu quase que podia sentir o aroma dos ingredientes – não esperei nem chegar em casa – saltei e comprei uma pizza para matar a vontade, tal a força de sua narrativa.

RETRATO_DE_UM_ASSASSINO_1233850538PE TEM MAIS: Retrato de um assassino – 2002 - Narra as investigações que a escritora fez para descobrir a identidade de Jack, o estripador, que no final do século XIX aterrorizou a cidade de Londres com uma série de bárbaros assassinatos cometidos contra prostitutas. Patricia Cornwell se propõe a solucionar um dos maiores mistérios do mundo do crime – descobrir a verdadeira identidade de Jack, o Estripador. Utilizando técnicas modernas de investigação, a autora concluiu que o Jack era o pintor inglês Walter Sickert. Retrato de um Assassino analisa as circunstâncias dos crimes e reconstrói o ambiente em que viviam as prostitutas londrinas mortas pelo serial killer.

Patrícia Cornwell também escreveu outros livros policiais, como as séries, menos cotadas:

ANDY BRAZIL – Hornets Nest (1997), Southern Cross (1999) e Isle of Dogs (2001)             e

WIN GARANO – At Risk (2006) e The Front (2008)



Miss Brasil 1858

Miss Brasil 1858

Miss Universo 2009

Miss Universo 2009

A Miss Brasil 1958, Adalgisa Colombo, não gostou do concurso Miss Universo 2009, patrocinado pelo milionário Donald Trump, apesar de considerar a venezuelana vencedora, bonita.

Miss Venezuela 2009

Miss Venezuela 2009

Mas o propósito principal desse meu post não foram os comentários ácidos da veterana Miss, e sim, as suas unhas pintadas, cada uma de uma cor diferente.

Adoooooooooreeeeeeeiiiiiiii!!!!!!!!  Tudo de bom.  Vou ficar fã.

É muito legal ver uma mulher já amadurecida na idade, com tanta ousadia e atitude!  Parabéns…

unhas_grandes



{Agosto 30, 2009}   Delacroix escapa das chamas
Edson Aran

Edson Aran

edson_aran_14072009_01Edson Aran, atual diretor de redação da revista “Playboy”, lança novo livro com seu humor cáustico – que é simplesmente – adorável!

Delacroix escapa das chamas é o título do livro e de um dos 4 contos protagonizados pelo crítico de arte, Wagner Krupa.

Dividido em quatro partes cheias de ação e referências à cultura pop e erudita do século XX, o romance conta a história de Wagner Krupa, um crítico sem noção, pedante e pretensioso que vive cometendo equívocos irreparáveis em uma São Paulo inóspita, onde a classe média mora em gigantescos shopping centers e cujo maior temor é perder o crédito.

Segundo o prefácio de Ivan Lessa:  “Edson Aran é diferente de tudo o que você já leu.”

Também segundo Lessa: “Escrever é isso.  Dar uma porrada no leitor, deixá-lo zonzo até o final do livro, {…} pau puro.  {…} Escrever é assim, ler é isso.  O resto é Paulo Coelho.”

A blogueira concorda…



cafe-da-manhaHoje, Dia dos Pais, nossos gatinhos levaram meu marido (e eu), para tomar um breakfast na Cafeteria Brownie, Rua Visconde de Figueiredo 4 Lj B, tel:2284-0886, Tijuca (perto da antiga Mesbla).

Adoramos, é claro. 

É muito bom saber que temos uma opção dessas aqui na Zona Norte, sem precisarmos nos deslocar para a Zona Sul, numa ocasião dessas.

Cafeteria Brownie



Logo do Skoob
Logo do Skoob

Geeinteein!

Descobri o Skoob – O que você anda lendo? www.skoob.com.br

Uma espécie de Orkut de livros, onde você cadastra seus livros em várias estantes – tenho, lidos, vou ler, lendo, relendo, favoritos, abandonei, emprestei. 

Você pode colocar uma mensagem na sua página inicial – divulgando suas próprias obras literárias.

Você pode cadastrar livros que ainda não estejam cadastrados por outros skoobers, pode fazer resenhas e avaliar os livros que tem.

Você segue e é seguido por amigos que podem ver suas estantes – e trocar recados.  Tenho feito muitos amigos interessantes.

E, as estantes mais importantes, para mim, são: desejados e troco.  Tenho trocado freneticamente – e olhem que ainda não cadastrei todos os meus livros – estou viciada.

No momento, já está na marca de 30.000 skoobers (leitores) cadastrados. 

Tem blog, twitter e comunidade no Orkut e no Rio de Janeiro, tem um grupo de debates do Yahoo – o Skoobers/RJ. Esse grupo se encontra, mensalmente, numa lanchonete próxima a alguma livraria, para trocar livros, idéias, opiniões, sugestões e – principalmente – amizades.  Todos que já conheci são ótimos.

4o encontro Skoobers/RJ - julho/2009 - Petisco da Vila
4o encontro Skoobers/RJ – julho/2009 – Petisco da Vila

7o encontro Skoobers/RJ - outubro/2009 - Salete

7o encontro Skoobers/RJ - outubro/2009 - Salete

 

 

 

 

 

 

 

Vejam só esta reportagem da Gazeta do Povo do Paraná sobre o Skoob:

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=907830&tit=Sob-medida-para-leitores

Entrem no site, cadastrem-se e divirtam-se.  Depois, me contem…



{Maio 17, 2009}   RestaurantWeek Rio

banner_rio-09Ontem, sábado, dia 16 de maio de 2009, fomos ao Restaurante VIZTA, no Hotel Marina DSC00709Palace, participante do RestaurantWeek Rio, evento gastronômico de alto nível.

A comida estava excelente, se bem que naquelas porções diminutas que a gente conhece de restaurante chique.  Para mim, vocês sabem que é perfeito.

DSC00706De entrada – rolinhos de camarão com catupiry e alho poró com molho agridoce. 

Dá para ver, pelo meu sorriso, que eu adoooooooorei!!!!

 

DSC00714Prato principal – penne com presunto cru ao molho de queijo. 

Ou, como meu marido optou: medalhão com crosta de amêndoas e arroz cremoso comDSC00712 ervas.

 

DSC00715Sobremesa – petit gateau de chocolate belga, com sorvete de creme. 

Tudo regado à cerveja Stella Artois.

A organização é que precisava ser melhor: A nossa reserva de almoço era para 14 horas e nós só conseguimos mesa às 15:30, de tão cheio que estava.  O problema é que as pessoas demoram para desocupar as mesas e a fila vai crescendo.

Vamos ver no sábado que vem, na Casa Julieta de Serpa, como será…



{Outubro 15, 2008}   Nas areias do Saara

ao fundo a Esfinge e a Pirâmide de Queops

ao fundo a Esfinge e a Pirâmide de Queops

Aí vão mais lembranças de viagem:

Também, no inverno de 2007 (janeiro), fomos ao Egito.

Entre as 6.000 fotos que tiramos, separei essas duas.

Em Gize, na frente das Grandes Pirâmides e da Esfinge – nos sentimos como se estivéssemos em São Paulo, com pirâmides no centro da cidade – rodeados de MacDonald´s , Pizza Huts e KFCs.

Ramsés e Nefertari????

Ramsés e Nefertari????

Na Ilha faraônica – espécie de Disneylândia egípcia, que demonstra, através de parque temático, o dia-a-dia dos tempos dos faraós – vestidos como Ramsés II e sua esposa, Nefertari. Neste vídeo, como os atigos egípcios faziam os papiros.

Grandes lembranças – especialmente para mim, que sou historiadora. 

Esperei 50 anos para fazer essa viagem, o que me faz lembrar de nunca desistir de meus sonhos.

Subindo de camelo na Núbia – Pensei que seria difícil, mas é muito mais fácil que subir num cavalo. Para descer, também, porque o camelo se abaixa.  Não podemos deixar de registrar que esse passeio complementar ao do barco, foi gentileza de nossos amigos de Luxor, Egito, Mostafa e Marwa.

Andando de camelo na Núbia – É muito gostoso, mas depois de algum tempo, a coluna começa a doer com o sacolejo do animal.

Bassem e os hieroglifos – nosso guia no Egito explicando as inscrições no templo de Philae

Belly dance- Show de dança do ventre no barco-restaurante Scarabee, no Rio Nilo, Cairo, Egito

Festa Núbia: Show de dança núbia, durante a festa da Galabea (túnica), no navio do cruzeiro pelo rio Nilo – M. S. Odissey.

passeio de barco para a vila Núbia – Nosso amigo de Luxor, Mostafa, alugou um barco para nos levar até uma vila Núbia, onde, depois, andamos de camelo, como pode ser visto nos 3 primeiros vídeos aqui uploaded. Foi uma viagem maravilhosa, onde pudemos conhecer mais de perto o povo egípcio e seu modo simples de viver.  Primeiramente, aparece a Fátima, empresária de Luxor que exporta artigos egípcios pela internet.  Depois, aparece o nosso anfitrião, Mostafa com sua linda e inteiramente coberta, esposa, Marwa (de rosa, só com o rosto de fora – mesmo sobre as luvas de cetim azul, brilham seus inúmeros anéis de ouro).  Ao fim, eu apareço, qual um casulo de véus e casacos, tal o frio que lá fazia em janeiro.  Cumpre-me informar, enocionada, que o deus crocodilo SOBEK fez-se presente e levou, como tributo, meus óculos escuros, para as águas profundas e escuras do Nilo… Não é poético??????

Gostei tanto que: Apresentação de dança do ventre da Sara Caldas, na minha festa de aniversário no Restaurante Al Khayan e para mostrar o foto-álbum da viagem ao Egito – março/2007



{Outubro 13, 2008}   Paris – a cidade luz
morrendo de frio no Arc du Triomphe

morrendo de frio no Arc du Triomphe

Revendo o álbum de fotos de minha segunda viagem a Paris, em fevereiro do ano passado, me deparei com essa foto aqui, na pracinha, em frente ao Arco do Triunfo.

Estava tão frio que eu não tinha nem forças para sorrir para meu marido bater a fotografia.

Só para vocês imaginarem: o frio era tanto que havíamos combinado comemorar meu aniversário, com um jantar no restaurante chiquerrérrimo do segundo andar da Torre Eiffel.  Chegando lá, quem disse que conseguíamos subir?  O máximo que conseguimos foi chegar perto dos pilares para fotografar.

Resultado:  voltamos para o hotel, passamos numa boulangerie e compramos presunto, queijos ementhal, baby-bel e outros, pães, vinho e cerveja.  Ao entrar no quarto do hotel, deixamos o vinho e a cerveja para gelar, do lado de fora da janela.

Foi maravilhoso!  Bem melhor do que o restaurante.  Isso eu garanto!

Enfim, fica o registro.  Que venham outras viagens à Europa, a Paris… 

Mas!!! No verão, bem entendido!!!



{Outubro 13, 2008}   Taxi abusado, esse…

Embalada na frustração do INSS (post abaixo no dia de hoje), peguei um taxi para ir ao meu trabalho.

Estava frio demais, dentro do taxi.  Quem me conhece sabe que eu não suporto ar condicionado muito forte.

Pedi, educadamente, ao motorista do taxi, para abaixar a potência do ar.  Nem pelota…

Pedi, novamente, com voz mais alta, porque ele podia não ter ouvido.  Nem pelota…

Falei de forma mais forte ainda: 

- “O senhor ainda não abaixou o ar.”

O motorista me perguntou, então, de forma bem insolente:

- “Onde você trabalha não tem ar?”

Ora, e eu com isso?  E o que ele tem com isso?  Acho que, resguardados os excesso, quando pegamos um taxi, ele passa a estar a nosso serviço, portanto, tem de estar de acordo com nosso conforto pessoal.

- OK.  Se o senhor não quer diminuir o ar, eu, então prefiro pegar outro taxi, respondi.

Ao que o motorista retrucou:

- Mas tem de pagar, pelo menos, R$ 5,00.

Eu concordei, para não ter problemas, enquanto ainda estava dentro do taxi.  Mas, assim que abri a porta e sai, virei as costas e fui embora, explodindo de raiva, ouvindo todo o rosário de palavrões (uns até que eu nem conhecia) que o motorista desfiou.

Vai entender isso!



aposentadoriaPois é…

Voltei ao INSS hoje, para ver se o meu processo com a Certidão de Tempo de Contribuição já havia sido entregue na agência Tijuca. Para isso, cheguei bem cedo e, quando a agência abriu eu já estava lá.

Fui atendida de pronto. Fiquei logo animadinha, crente que estava abafando…

Mas, ledo engano.

O Processo realmente estava lá. Mas estava na mesa da chefa da agência para assinar. Só para isso.

Quando perguntei porque não podia ser assinado naquela hora mesmo, quando eu lá estava, recebi a resposta de que a “CHEFIA” só chegava mais tarde, lá pelas 13 horas da tarde e me aconselharam a voltar no dia seguinte – amanhã.

Coisas de serviço público.

Geiiiinteiiiin. Quando é que essa via-crucis vai acabar? Eu também sou servidora pública e não posso ficar com um processo na minha mesa por mais de 3 dias, sob pena de pena de sofrer inquérito administrativo.

Voltar amanhã? Nãaaaaaooooo. Só volto lá, agora, na semana que vem.

Fiquem atentos…



16_mvg_cult_charlesaznavour_Ontem, fui com meu marido, ao show de Charles Aznavour, no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo.

A importância de Charles Aznavour para a música mundial é como se ele estivesse, para a canção francesa, como Frank Sinatra, para os americanos.

O maior chansonière vivo de seu país, aos 83 anos, dá conta do título de monstro sagrado da canção francesa.

Em quase seis décadas de carreira, ele compôs perto de mil canções, em inglês, italiano, espanhol e alemão.

Vendeu 100 milhões de discos no mundo.

Aznavour também atuou em 70 filmes.

Na sua voz privilegiada, dezenas de canções viraram hits mundiais. É o caso de She, Hier encore (Yesterday when I was young), La bohéme, Old fashioned way e Que c’est triste Venice.

Ele não confirma ser a última tournée da vida, como sugere o nome Farewell tour

O baixinho emocionou todo mundo e saímos de lá no clima parisiense, nos sentindo como nos bistrôs de Montmartre.

Mas, na hora da saída, quando fomos pegar o carro…
O estacionamento era no sistema de valet-parking (15,00). Os manobristas apanhavam os carros no estacionamento e traziam. Gritavam, sem megafones, o número de ordem do estacionamento. Se você estivesse lá na frente e se ouvisse o seu número, pegava o carro e saía. Senão, o carro voltava para o estacionamento. Parecia esteira de malas no aeroporto. Ao fim do show, cerca de 5.000 pessoas esperavam por seus carros, na frente do Vivo Rio. Podem imaginar a cena… Coisa de doido. Levamos quase 1 hora para saírmos de lá. E nem estava chovendo… Coisas de Rio de Janeiro…

Então, fica a dica: Quando forem a show no Vivo Rio, estacionem vocês mesmos seus carros, no Aterro (custa 15,00 também) ou deixem no estacionamento do aeroporto Santos Dumont. É mais caro, mas é mais rápido.

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{Setembro 17, 2008}   INSS – uma filial do inferno

Pois é…
A gente ri das piadas sobre os serviços de atendimento ao público, até o momento em que se vê inserido no contexto. Não é nada engraçado…
Estive na agência do INSS da Tijuca, para encerrar minha solicitação da Certidão de Tempo de Contribuição para aposentadoria, que dei início em março de 2007, para pedir o período de trabalho anterior ao da minha instituição atual. É isso mesmo – você não leu errado – março de 2007.
Nesta data, agendei, pelo telefone, para setembro de 2007, o atendimento na agência Tijuca.  Quase 6 meses depois.Em setembro, fui na agência e estartei o processo. Lá, me orientaram para voltar e pegar a Certidão, em 2 meses.  Bobinha…
Dois meses, três meses, quatro meses, cinco meses, seis meses.
Cansei!
Desisti de esperar e iniciei o processo para aposentadoria na minha instituição, sem esperar aquele tempo anterior.
O processo correu e fiquei sabendo que só poderia me aposentar em 7 de fevereiro de 2011, por causa da idade ainda insuficiente, mesmo já tendo mais de 30 anos de serviço público. Sem espernear. Espernear prá que? Não vai adiantar nada, além de me acrescentar mais linhas de expressão (nunca, rugas – jamais!).
Passou o tempo.
O tempo passou.
No dia 28 de agosto de 2008, um ano depois, recebi um telefonema da agência do INSS da Av. Presidente Vargas, pedindo que eu lá comparecesse, para tomar ciência de que tinham sido registrados mais 2 anos, 4 meses e 11 dias, no meu tempo de contribuição.
Legal!
Que boa notícia!
Depois de lançado nas contas de acerto: Idade X Tempo de contribuição, eu ganharei, pelo menos, 1 ano para antecipar minha aposentadoria. Ou seja – 7 de fevereiro de 2010.
Oba!!!!!!!!!!!
Fui lá, no dia seguinte, 29 de agosto de 2008.
Tomei ciência e o rapaz que me atendeu, me disse que teria de enviar o processo de volta para a unidade em que eu havia dado entrada. Ou seja, a da Tijuca.
- Dentro de 1 semana, a senhora pode voltar lá e pegar a certidão, porque só falta a assinatura da gerente da unidade; disse o rapaz.
Ledo engano…
Deixei, intencionalmente, passar mais tempo e só voltei ontem, dia 16 de setembro de 2008.
Foi, então, que começou a minha viagem ao reino das trevas, qual Dante, descendo ao reino de Hades.
Geeeeiiiiinteeeeiiiin! Ficar lá por horas, como fiquei, faz muito mal a qualquer pessoa.
O sistema de atendimento por senhas é muuuuuuuiiiiiito confuso. São letras e números, de acordo com o tipo de atendimento solicitado (perícia médica, contagem de tempo, benefícios). Por exemplo: a minha senha era D 0131. Pode, então, ter o mesmo número, com letras diferentes. E se você acha que os atendimentos eram chamados em ordem, nananinanão! Pulavam de 2 em 2; de 5 em 5. Iam para frente, voltavam. Uma doideira!
Isso, para mim, que me tenho em alta conta, já ficou difícil de acompanhar. Imaginem para as senhorinhas de idade avançada que lá estavam, que nem conseguiam enxergar os números na tela de senhas.
Enquanto isso…
Enquanto esperava, dedicando-me, para manter a calma e a sanidade mental, a um de meus já tradicionais trabalhos manuais. A cada voz mais alta; a cada humilhação e constrangimento; a cada reclamação, de ambas as partes; eu dava um pooooonto loooooongo…
Eu sei que deve ser bem cansativo atender tanta gente, com tantas queixas e lamúrias, todos os dias. Mas, é o trabalho deles. Que se vai fazer?
Por via de regra, os que lá estão, ou são idosos, ou doentes, com problemas, ou necessidades importantes. Ninguém vai lá, de brincadeira.
Alguns nem sabiam, sequer, escrever. Uma senhora recebeu uma resposta, dada em voz bem alta, de forma que todos que lá estavam pudessem ouvir, que:
- Se não sabe escrever, tem de pedir ajuda à Dra. Assistente Social. Tem de agendar horário e dia para isso; disse a atendente estressada.
Outros não entendiam os prazos estipulados pela legislação, ou não entendiam o que os funcionários falavam. Qual pitonizas, falavam em códigos e leis, de entendimento duvidoso. Diziam que no sistema informatizado, de última geração, constavam informações, que divergiam do que as pessoas diziam. A culpa é sempre do sistema. Quando a gente sabe que depende de quem o alimenta.
Pessoas com fome, cansadas, perdendo dinheiro de passagem, tempo de trabalho (como eu, que terei de pagar essas horas, só Deus sabe como).
Apareciam pessoas deformadas ou com doenças indescritíveis. Parecia a emergência de um hospital público.
Idas e vindas. Fome. Mal-entendidos. Mal-explicados. Má-vontade. Humilhação. Constrangimento. Medo.
Uma bomba-relógio prestes a explodir.
Um pesadelo.

Mas, e o meu processo. Que fim levou?
Quando fui chamada, descobri que o tempo tinha, realmente sido concedido, porém, o processo ainda não havia chegado da agência Presidente Vargas.
Deve estar vindo no lombo de mulas, como nos tempos coloniais.
Liguei para a Presidente Vargas.
Realmente, o processo ainda estava lá.
Desculpas. Desculpas. Desculpas.
- Não sei o que aconteceu. Vou pedir para levarem, amanhã mesmo. Pode voltar na tijuca, dentro de 2 dias que estará pronto e assinado; disse o rapaz responsável.
Duvido.
Em todo caso, vou esperar até o início de outubro, para voltar lá.
Ninguém merece INSS 2 vezes no mesmo mês.
Chega por hoje!
Os manterei informados.

Lili Machado

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{Setembro 17, 2008}   Ensaio sobre a cegueira

011556625-ex00Ontem, fiz minha dobradinha semanal de cinema com o maridão. Quero dividir com vocês minhas emoções.

Geeeeiiiiinteeeeiiinnn!!!!!! O que é o filme do Saramago (quer dizer, do Fernando Meirelles)??? – Ensaio sobre a cegueira… É tudo de bom!!!!!!!! E, ao mesmo tempo, tudo de ruim…

Saí que nem o Bob Dylan: chaaaaaaaaaaapaaaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!

É obrigatório. Mas…. Prestem bem atenção…

O filme deve ser seguido, imediatamente, de um besteirol, um musical, um musical-besteirol (como fizemos – vimos o musical do Abba), um circo, um trio elétrico, uma parada gay…. Enfim, qualquer coisa que remeta à vida, para não nos jogarmos do vão-central da ponte Rio-Niterói.

Pois bem, saímos, entre um e outro filme, direto para a Saraiva, comprar o livro.

Tinha acabado de acabar, há 5 minutos. Foi o tempo das pessoas saírem do cinema. Me informaram que tem sido assim, todos os dias. Entretanto… No sistema da livraria, constava, ainda 3 exemplares no estoque, perdidos pela loja, sem que os vendedores conseguissem encontrar.

Eu, como boa bruxa que sou, conjurei meus sortilégios, joguei meu “pó-de-pirlipimpim” no ar e esperei no balcão de atendimento ao cliente.

O que aconteceu?

Não é que logo depois, chegou um senhor, devolvendo um livro que havia recebido em duplicidade de presente? Adivinhem qual era? O próprio.

Agora, tchau, que vou devorá-lo.

Trailer oficial do filme

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etc.