
O Cirque du Soleil é uma companhia circense com base em Montréal, no estado de Quebéc, no Canadá. Com performances estonteantes, os shows não utilizam animais e recrutam artistas do mundo inteiro – mais de 40 nacionalidades. Os números sofrem influência do teatro mambembe, da ópera, do balé e do rock. Com uma estória central, há números de contorcionismo, malabarismo, equilibrismo, palhaços e trapezistas. Os shows fazem uso de música ao vivo, e a língua falada durante o espetáculo é o “Cirquish”, um dialeto imaginário criado pela companhia.
A brasileira Deborah Colker está no momento, dirigindo o espetáculo: OVO.
La Nouba é um espetáculo do Cirque du Soleil, que está fixo em cartaz no teatro do Walt DisneyWorld, em Orlando, no Downtown disney – faz uma narrativa sobre os sonhos humanos.

The green bird
Personagens do La Nouba:
- The Green Bird é um passáro alegre que foge de sua gaiola. Ela tenta voar após ver tantos números aéreos, mas não consegue.
- Les Cons são pessoas vestidas de branco, aparecendo como palhaços no show inteiro.
- Le Titan é um misterioso personagem musculoso que confronta todo mundo no palco.
- The Walker é uma pessoa que anda pelo palco do show imitando Carlitos.
- The Pierrot Rouge é um acrobata vermelho. É um adversário mortal do Titan, mas se junta com ele no fim do show por admiração.
- The Pierrot Clown and the Lost Ballerina são os Romeu e Julieta do espetáculo.
- The Cleaning Woman é uma personagem-fantasma que não interage com o público até que o seu sonho se torne realidade.
- The Clowns: Comic and Serguei – palhaços tradicionais – sobre esses eu terei de contar uma estorinha que me aconteceu – só podia ser comigo, mesma…

as chinesinhas
Além desses, havia, também um grupo de chinesinhas de mais ou menos uns 6 anos de idade, que faziam misérios no malabarismo.
Eu não sou muito chegada a circo, muito menos a palhaços – mas o Cirque du Soleil era outra estória. Pois bem – estava eu muito serelepe logo no meio da platéia, numa fileira que não tinha ninguém sentado atrás e eis que… quando o show começou, apareceram os dois palhaços Comic e Sergei. Eles eram mudos mas o gestual era o suficiente para arrancar gargalhadas do público. E não é que eles cismaram logo comigo?
Começaram a colocar enormes cubos de isopor coloridos, no meu colo, até me cobrirem a cabeça. Os holofotes do teatro centrados em mim… imaginem só… Depois começaram a retirar os cubos, uma a um. Quando foi a hora de pegar o último – um bloco verde bandeira, da cor de minha blusa – eu o agarrei e disse: “It´s mine!” (É meu)
Um dos palhaços fez cara de triste e toda a platéia suspirou: “Ohhhh!!!”
Eu devolvi o cubo, dizendo: “OK”. E toda a platéia, vendo a cara de alegre do palhaço: “Ahhh!!!”
Depois ele cismou com alguma coisa que achou no meu cabelo, catou, catou, tirou e jogou na platéia - fez um barulhão. E os holofotes em cima de mim…
Adorei a experiência de trabalhar no Cirque du Soleil – pena que não podia fotografar nem filmar, lá dentro. Ia direto pro YouTube, lógico. E eu ia guardar essa lembrança com muito carinho.















Tomamos mais um café da manhã nesse resort – Disney´s Wilderness Lodge - no Whispering Canyon Cafe, que é ambientado no oeste americano, até com “geiser” próprio. 







Cada ilha tem sua piscina e sua praia particular. As ilhas são servidas pelo transporte do ônibus da Disney entre os parques. 


O café da manhã do Old Port Royale é nas lanchonetes “Grab and Go” – pegue e pague. Tipicamente norte-americano, esse breakfast não foge à fórmula: waffle + ovos mechidos + bacon + batatas fritas. Até o waffle tem o formato da cabeça do Mickey – lá cada breakfast equivale a um quick-service.









