What´s new, Lili? Dicas de viagens. Enjoy!











todas as placas são em inglês e em gaélico – simpático…

Também, durante nosso tour através da Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com – Loch Ness&Highlands of Scotland Sightseeing Tour http://graylinescotland.com/tour.asp?tourid=44, após atravessarmos o passo Loch Leven em Ballachulish, paramos em Fort Augustus, no Loch Ness (http://loch-ness.org/).

 

 

 

 

 

 

 

Fizemos, então, um passeio de barco de cerca de 1 hora, pelo lago, passando pelo castelo de Urquhart.

O lago Ness (Loch Ness) é um lago de água doce com cerca de 37 km de comprimento, com profundidade máxima de 226 metros.

As águas do Loch Ness são bastante frias, devido principalmente à sua latitude e à sua profundidade. 

A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa do solo, que é trazida para o lago através das redes de drenagem.  

 

 

 

Telas representam a profundidade das águas do lago e as imagens de sonar, durante o passeio.

Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelas geleiras da última era glacial. 

 

 

 

adesivos do "monstro" nas escotilhas do barco, no 1o andar, dão a impressão de poder vê-lo, facilmente

O lago Ness é mundialmente conhecido pelas alegadas aparições do Monstro do Lago Ness, conhecido pelos habitantes locais por Nessie.

As evidências científicas para a existência deste monstro, descrito como uma espécie de dragão marinho, são quase nulas, o que não impede que seja uma atração turística. 

 

 

 

Eilean Donan Castle

O seu litoral é bastante pitoresco, com castelos como o de Eilean Donan, onde foi filmada a cena inicial do filme Highlander, ou ruínas de castelos, como o de Urquhart, em Drumnadrochit.

 

 

 

 

 

plesiossauro

Nessie – A sua existência (ou não) continua a suscitar debate – descrito como uma espécie de réptil marinho, semelhante ao plesiossauro pré-histórico. 

 

 

 

 

criação artística de Nessie

Mas em 2003, o governo da Escócia declarou que o monstro não existe e as ideias de que ele existe não passam de fruto da imaginação.

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Hairy Coo

Durante o nosso tour pelas Highlands da Escócia, pela Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com, passamos por Callander – onde pudemos tomar um café, comprar souvenirs e conhecer e fotografar e filmar o Hairy Coo – um boi da raça Hamish, que é super peludo.  Provavelmente o boi mais fotografado das highlands.

Hairy Coo é Hairy Cow em gaélico – esse gado é o maior recurso econômico dos povos que ainda vivem na zona rural escocêsa e formam os clãs – os últimos povos tribais da Europa.  Grandes lutadores que tocavam gaitas de foles e usavam kilts de acordo com as cores de seus tartans. 

tartans diversos

Tartan é um tipo de tecido quadriculado, parecido com xadrez, com padrões de linhas diferentes e cores distintas. É o padrão utilizado para se fazer um kilt, típica indumentária escocesa.  A palavra Tartan significava, originalmente, “tecido de lã leve”. Como símbolos dos clãs escoceses, os tartans começaram a ser usados apenas no século XVIII.   Contudo existe evidência da existência de tartans que datam do século 3 a.C.. Escavações arqueológicas, perto de Falkirk, descobriram um jarro de terracota com moedas de prata, no qual um pedaço de pano xadrez, nas cores marrom e branca, fora usado como tampa. Referencias à tartans ocorrem em vários documentos, pinturas e ilustrações. Uma carta patente em favor de Hector MacLean of Duart, de 1587, garante a concessão de terras em Islay e detalha o pagamento de 60 ellsde tecido nas cores branca, preta e verde (as cores do tartan de caça do clã MacLean of Duart).

highlander com seu kilt de tartan

O kilt é um saiote masculino, pregueado na parte de trás, trespassado na parte da frente, de comprimento da cintura até aos joelhos. Na Escócia, era feito original e tradicionalmente de tecido de lã e com padrões de tartan, sendo utilizado por guerreiros dos clãs, cada clã possuindo o seu próprio tartan. Era o traje típico de homens e jovens da montanhas escocesas do Séc. XVI. Desde o Séc. XIX está associado a toda a cultura escocesa e com a herança da cultura celta.  Apesar de não estar totalmente comprovado, acredita-se que o primeiro kilt é datado de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.  Uma outra versão, atualiza ainda mais a origem do kilt: ele era usado pelos gaélicos da Irlanda, no século XIV. Com a migração do povo gaélico para o norte e oeste da Escócia, acabou sendo adotado pelos escoceses da região das Highlands.



 Logo após o café da manhã, saímos para um passeio de um dia pela Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com
 
Loch Ness&Highlands of Scotland Sightseeing Tour http://graylinescotland.com/tour.asp?tourid=44

Foi todo falado em inglês – portanto, não é para neófitos. 

 

nosso ônibus

Custou para o casal, 80 libras e seguimos o itinerário abaixo:        

 

 

 

Seguimos para Fife (http://www.welcometoscotland.com/regions/fife), através da ponte Forth Railway, chegando de volta a Edimburgo.

 



Em nossa primeira noite em Edimburgo, jantamos, por indicação da Sara, do St. Valery, no The Mercat Bar:  http://www.mercatbar.com/ – 28 West Maitland Street, EH12 5DX – 0131 225 8716.

 

 

 

 

 

 

tiger prawnsnorth sea haddock

Um gastro pub (bistrô), como se auto-intitulam, muito aconchegante, com comida deliciosa e atendimento de primeira – comemos:

  • North sea haddock dipped in beer butter  (£9.50), served with a portion of chips and garnished with crisp salad, lemon wedge and the chef’s tartar sauce – haddock grelhado em manteiga de cerveja com batatas, ao molho tártaro.
  • Grilled Sea Bass and tiger prawns (£9.50) served with straw potatoes and salsa –  robalo grelhado e camarões gigantes, servidos com batatas e molho tártaro.

 

 

Em nossa 2a noite em Edimburgo, tentamos achar um restaurante para jantar, mas já eram mais de 21 horas.  Nada estava aberto.  Os restaurantes recebem os últimos pedidos para a cozinha somente até 20:30horas e fecham 22:30 horas.  Impreterivelmente!!!!  Os pubs ficam abertos mas não podem servir comida após 20:30 horas – somente bebida e biliskeites.  Em compensação, as groceries vendem comida para lanche do tipo “grab and go” – compre e leve para comer em casa – mas não podem vender bebida após 22 horas.  Então, foi o que fizemos: compramos queijos, croissants, batatas fritas Pringles, vinho, coca-cola, sparkling water e kit-kats – e jantamos no nosso quarto do St. Valery.

queijos, croissants, batatas fritas Pringles, vinho, coca-cola, sparkling water e kit-kats

 


Do aeroporto de Edimburgo, fomos direto, de táxi, para o nosso hotel, que já havia sido reservado e pago, aqui mesmo, antes da viagem, através do site Hotéis.com: www.hoteis.com

Fiz as reservas de todos os hotéis da viagem, pesquisando, calmamente, pelas ofertas e preços, olhando nos sites dos hotéis indicados e depois reservando diretamente por telefone. Após o pagamento por cartão de crédito, recebi, todas as vezes, um email confirmando a reserva e o pagamento, com ovoucher do hotel a ser impresso.

Eu sempre mando um email para o hotel reservado informando o número da reserva, confirmando se ela existe mesmo e perguntando alguma coisa que precise ser esclarecida antes da viagem, como se tem estacionamento, a distância do aeroporto, se tem lugar para deixar as baganes em caso de early check-in, quais as sugestões de restaurantes próximos, ou se podemos reservar um tour pela cidade.

Isso é muito bom para estabelecermos uma relação de simpatia com os donos das guest houses e Bed&breakftasts, que passam a nos conhecer pelo nome e não somente por um número.  Sempre que preciso entro em contato com eles por email antes da viagem, avisando mais ou menos o horário de chegada para não termos surpresas. 

Podemos, inclusive, escolher o quarto em que queremos ficar, através do website – normalmente o que se coloca no site é o que se encontra. Assim fica tudo certo – quando chegamos ao hotel já somos velhos conhecidos e tudo fica mais fácil.  Podem ver isso na foto com a gerente e sobrinha do dono dda st. Valery Guest House, Sara.

Também é bastante simpático levar alguma coisa de artesanato brasileiro para eles – tipo pedras brasileiras, sandálias havaiana, bandeira, coisas de football.  Eles sempre dizem que querem que levemos nosso sol, mas ficam super contentes quando damos as lembrancinhas.  Gente é gente em qualquer lugar, né?

máquina de café expresso

St. Valery Guest House – http://www.stvalery.com/index.html36 Coates Gardens Haymarket, Edinburgh, EH12 5LE, Scotland, United Kingdom, Tel: 0131 337 1893 – info@stvalery.co.uk – 3 estrelas.

Na sala de café da manhã, havia uma máquina de café expresso – muito útil quando chegávamos cansados da rua, antes de descermos para nosso quarto – nosso quarto era no subsolo.

Impressionante como eles confiam nas pessoas na Europa – os hóspedes ficam com a chave de seu quarto e com a chave da casa – afinal é a casa deles – não é um hotelzão.  A gente sai prá rua e bate a porta de entrada – volta e abre a porta com a chave que está conosco.  Normalmente não há ninguém tomando conta da recepção – os aposentos dos donos da casa são separados dos dos hóspedes – e ninguém some com nada.  tudo muito civilizado.

O café da manhã foi simples, mas gostoso, com croissants crocantes, manteiga, geléias, chá, café, leite, cereiais, sucos, torradas – podíamos mas não pedimos: ovos mexidos ou pochés e salsichas, bacon (breakfast tipo americano ou alemão).

O nosso quarto era decorado com papel de parede, limpo e arrumado – nada de especial, mas nada de ruim – tinha cafeteira, café e chá à vontade. 

As guest houses não possuem frigo-bar.  Tinha wi-fi em todo hotel, banheiro privativo bem legal com secador de cabelo, aquecimento (muito importante!) e televisão.

com a gerente Sara



{outubro 21, 2011}   Edinburgo – agosto de 2011

blue double deck buses

Saimos do Rio de Janeiro, Brasil, às 21:48hs pela TAM, com conexão em Frankfurt às 14:40 do dia seginte, e chegada, pela Lufthansa, em Edimburgo, às 17:25hs – quase 1 dia inteiro entre chegada, esperas e partidas.  Além disso, uma de nossas malas não apareceu.  Leia no post anterior, o que fazer neste caso: https://whatsnewlili.wordpress.com/2011/10/20/o-que-fazer-quando-sua-mala-nao-aparece-na-esteira-do-aeroporto/

Fomos logo para nosso hotel o St. Valery Guest House (próximo post). Durante o trajeto pudemos observar que lá também existem ônibus de 2 andares, mas são azuis – os vermelhos, são ônibus de sightseeing (turismo).

 

 

A formação urbanística das ruas residenciais é muito interessante, com casas iguais, umas ao lado das outras, formando semi-círculos.

As casas de 2 andares, possuem subsolos ou porões, que podem abrigar outros moradores, de outra família, com entradas independentes – normalmente são muito floridos e bem cuidados.  Até os sacos de lixo são limpinhos.

 

 

apartamentos independentes nos subsolos

Edimburgo (prununcia-se Edimbrá)) é  capital da Escócia, situada na margem sul do rio Forth, no litoral leste do Reino Unido. 

 
 
 
 
 
 
 
 

até os sacos de lixo são bonitos...

A cidade é mundialmente conhecida pelo Festival de Edimburgo, que acontece durante três semanas no mês de agosto.   Nós não fomos a nenhuma apresentação do festival, mesmo estando lá durante o período, mas vimos muita coisa do Fringe Festival, do qual falarei em posts próximos.

Detalhe importante para os compradores compulsivos: as lojas – todas elas sem excessão – só ficam abertas até 17 horas. Nem pensar de fazer compras a noite. 

vista panorâmica de Edimburgo

 



e a mala não aparece...

Quando chegamos a Edimburgo, saídos de conexão em Frankfurt, em nossa recente viagem ao Reino Unido, qual não foi nossa surpresa, quando o que todo turista mais teme, aconteceu conosco: a mala do meu marido não apareceu na esteira do aeroporto.

É por essas e outras que recomendo o conselho que sempre me deram e que nunca havia utilizado: quando fizer as malas para uma viagem aérea, um casal deve separar suas roupas pelas duas malas, metade na da mulher e a outra metade na do homem e vice-versa.

Isso vale para sapatos, lingerie e artigos de toalete, é claro!

No aeroporto, após constatarmos o sumiço da mala, fomos orientados a nos dirigirmos ao balcão de nossa companhia aérea, no caso, a Lufthansa.
 
Preenchemos formulários, recebemos folhetos de procedimentos para o recebimento de compensação e para acompanhameto da procura pela mala.
 

toilletries from Lufthansa

Enquanto a mala não é encontrada, recebemos, cada um, uma necessaire, com artigos de toilette de primeira necessidade, como desodorante, pasta e escova de dentes, pente e escova de cabelos, shampoo, condicionador, lixa de unhas, absorvente, barbeador.  Tudo em tamanho pequeno, nada muito luxo mas artigos de boa qualidade, como Nívea.

 
Pela Lufthansa, até a data em que a mala for localizada, podemos comprar, durante a viagem, artigos de toalete, lingerie, roupas e sapatos;  guardar as notas fiscais e enviar tudo para eles – que prometeram nos reembolsar 50% dos gastos.  Já mandamos nossas notas fiscais desde 20 de setembro e nada ainda.  Vamos esperar…  os correios aqui estão em greve…
 
Pelo nosso seguro de viagem: SEGURVIAJE, que compramos na loja da TAM, onde compramos as passagens aéreas, informamos o sumiço da mala, esperamos ela ser localizada e preenchemos os formulários que eles mandaram por email, assim que chegamos ao Rio de Janeiro – e os enviamos por sedex para eles. 
No dia 14 de outubro, eles depositaram na nossa conta bancária, cerca de 700 reais de compensação pela demora na localização da mala.  
 

balas de goma para limpar os dentes com o dedo = 1 libra

Se a nossa mala apareceu?  Apareceu…  quando já estávamos no final da viagem, em St. Dennis, na Cornualha, Inglaterra, na casa de nossa amiga Diana Padwick.
Sabem onde ela foi parar? Em Miami.  Do Rio de Janeiro a São Paulo, Frankfurt, Miami, Edimburgo, Londres, St. Dennis – deu a volta ao mundo e foi parar na casa de nossa amiga inglesa.
 
Dos males o menor – mas nunca mais faço conexão em vôo internacional.
 
  
 
Curiosidade – no banheiro do aeroporto de Edimburgo encontramos essas balas de goma ao lado, que devem ser usadas para limpar os dentes com o dedo, na falta de escova.  Eu heim…


et cetera
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