What´s new, Lili? Dicas de viagens. Enjoy!











no lounge VIP do Cledonian Sleeper 

Nesta noite, viajamos de trem leito, em cabine dupla, de Edimburgo a Londres.A passagem de 1a classe dá direito a uma sala de espera VIP, com revistas, cafeteira, poltronas e televisão.

A cabine tem 2 camas do tipo beliche e é bem pequena e apertadinha.

Mas dá para dormir em paz, apesar dos sacolejos e dos barulhos do trem.   

O café da manhã no trem, é bem simples, quase espartano: café, pão e manteiga. 

Mas há um vagão restaurante (Caledonian Sleeper), que serve bebidas e pratos prontos de sanduíches e saladas – não há muita variedade.

Chegamos em Londres, na Euston Station e pegamos o carro que já havíamos reservado na Europcar, para passearmos pelo countryside inglês: Salisbury, Glastonbury, Tintagel, St. Dennis, St. Austell, Perranporth, Bath.

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Crannachan

Quando estávamos andando pela Royal Mile: http://www.edinburgh-royalmile.com/, e assistindo ao Fringe Festival, em Edimburgo, fizemos nossas refeições por lá mesmo.

Almoçamos num bistrô gostosinho, chamado de Royal McGregor – http://www.royalmcgregor.co.uk/

O Royal McGregor está há 10 anos nessa rua de lojas e restaurantes, na parte antiga da cidade, com ambientação charmosa e comidinhas deliciosas.  

Comemos Fish & Chips de haddock (fresh meaty fillet of haddock deep fried in golden butter, served with french fries, salad and tartare sauce) – £ 9.95. 

Para sobremesa, experimentei um doce tradicional escocês, mas não gostei – muito azêdo: Crannachan (com pequenos mirtilos – parecidos com amoras) – £ 4.50. 

 

 

The World´s End Pub

E tomamos café num pub interessantíssimo, por indicação de um colega do meu marido: o  The world´s end  – http://www.undiscoveredscotland.co.uk/edinburgh/pubguide/worldsend.html, que é tradição a ser visitada na cidade. 

Um “must do”.  A história do pub é muito esclarecedora: Na batalha de Flodden, o rei James IV e a maior parte da nobreza escocêsa, foram mortos pelos ingleses.  A população escocêsa ficou ameaçada e, rapidamente, construiu um muro de pedra cercando a cidade para protegê-la dos invasores: o Flodden Wall.  Partes do muro podem ser vistas no interior e subsolo do pub.  Infelizmente o muro não aguentou as forças de Henrique VIII, em 1544, mas delimitou de forma clara, as fronteiras da cidade, na época.  Era dito que o mundo terminava lá e lá começava a cidade de Edimburgo – por isso o nome: O Fim do Mundo. 

Tomamos café por lá – mas os copos e xícaras eram imensos – vejam pela foto. 

A minha parecia uma bacia de sopa, cheia de chantilli e canela – mas estava muito bom.



com William Wallace (que não era o Mel Gibson)

 No mês de agosto, além do Festival de Edimburgo, na cidade acontece o Fringe Festival – que reúne apresentações informais de vários segmentos de artistas de rua e independentes. 

O Fringe Festival atrai sobretudo pelos espetáculos artísticos de drama e comédia, ainda que dança e música também apareçam consideravelmente. As atuações de teatro podem ir desde os clássicos da Grécia antiga, Shakespeare e Samuel Beckett,… até novas obras. Entretanto, não há nenhum comitê de seleção para aprovar o espetáculo, o que faz com que as atuações possam ser de qualquer tipo. O Fringe é conhecido como uma espécie de escape que mostra obras experimentais que não seriam admitidas em festivais mais formais.

É um grande e moderno happening! 

Sir William Wallace (1272 – 1305) foi um guerreiro escocês que liderou seus compatriotas na resistência à dominação inglesa imposta pelo reinado de Eduardo I.
Venceu o exército de Eduardo I de Inglaterra na batalha conhecida como “Batalha da ponte de Stirling”. Pouco depois de sua terrível execução, a independência da Escócia pôde ser restabelecida por Robert the Bruce. Tornou-se muito conhecido após ser biografado no filme Braveheart (Coração Valente), dirigido e estrelado por Mel Gibson.
 
 
 
 

um inacreditável fauno gaiteiro

   

com a rainha Elizabeth I

com uma estátua viva muuuuito interativa...

 

com a sereia de dentes serrilhados - eu, heim!!!

 

performance "drowned in a swimming pool" (afogando-se numa piscina) - mas tinha de ser de bebê???

 

abraços grátis!

 
 

 
 
 
 

 
 

 
 
 
 

 

 
 
 
  

 
  
 


{outubro 21, 2011}   Edinburgo – agosto de 2011

blue double deck buses

Saimos do Rio de Janeiro, Brasil, às 21:48hs pela TAM, com conexão em Frankfurt às 14:40 do dia seginte, e chegada, pela Lufthansa, em Edimburgo, às 17:25hs – quase 1 dia inteiro entre chegada, esperas e partidas.  Além disso, uma de nossas malas não apareceu.  Leia no post anterior, o que fazer neste caso: https://whatsnewlili.wordpress.com/2011/10/20/o-que-fazer-quando-sua-mala-nao-aparece-na-esteira-do-aeroporto/

Fomos logo para nosso hotel o St. Valery Guest House (próximo post). Durante o trajeto pudemos observar que lá também existem ônibus de 2 andares, mas são azuis – os vermelhos, são ônibus de sightseeing (turismo).

 

 

A formação urbanística das ruas residenciais é muito interessante, com casas iguais, umas ao lado das outras, formando semi-círculos.

As casas de 2 andares, possuem subsolos ou porões, que podem abrigar outros moradores, de outra família, com entradas independentes – normalmente são muito floridos e bem cuidados.  Até os sacos de lixo são limpinhos.

 

 

apartamentos independentes nos subsolos

Edimburgo (prununcia-se Edimbrá)) é  capital da Escócia, situada na margem sul do rio Forth, no litoral leste do Reino Unido. 

 
 
 
 
 
 
 
 

até os sacos de lixo são bonitos...

A cidade é mundialmente conhecida pelo Festival de Edimburgo, que acontece durante três semanas no mês de agosto.   Nós não fomos a nenhuma apresentação do festival, mesmo estando lá durante o período, mas vimos muita coisa do Fringe Festival, do qual falarei em posts próximos.

Detalhe importante para os compradores compulsivos: as lojas – todas elas sem excessão – só ficam abertas até 17 horas. Nem pensar de fazer compras a noite. 

vista panorâmica de Edimburgo

 



e a mala não aparece...

Quando chegamos a Edimburgo, saídos de conexão em Frankfurt, em nossa recente viagem ao Reino Unido, qual não foi nossa surpresa, quando o que todo turista mais teme, aconteceu conosco: a mala do meu marido não apareceu na esteira do aeroporto.

É por essas e outras que recomendo o conselho que sempre me deram e que nunca havia utilizado: quando fizer as malas para uma viagem aérea, um casal deve separar suas roupas pelas duas malas, metade na da mulher e a outra metade na do homem e vice-versa.

Isso vale para sapatos, lingerie e artigos de toalete, é claro!

No aeroporto, após constatarmos o sumiço da mala, fomos orientados a nos dirigirmos ao balcão de nossa companhia aérea, no caso, a Lufthansa.
 
Preenchemos formulários, recebemos folhetos de procedimentos para o recebimento de compensação e para acompanhameto da procura pela mala.
 

toilletries from Lufthansa

Enquanto a mala não é encontrada, recebemos, cada um, uma necessaire, com artigos de toilette de primeira necessidade, como desodorante, pasta e escova de dentes, pente e escova de cabelos, shampoo, condicionador, lixa de unhas, absorvente, barbeador.  Tudo em tamanho pequeno, nada muito luxo mas artigos de boa qualidade, como Nívea.

 
Pela Lufthansa, até a data em que a mala for localizada, podemos comprar, durante a viagem, artigos de toalete, lingerie, roupas e sapatos;  guardar as notas fiscais e enviar tudo para eles – que prometeram nos reembolsar 50% dos gastos.  Já mandamos nossas notas fiscais desde 20 de setembro e nada ainda.  Vamos esperar…  os correios aqui estão em greve…
 
Pelo nosso seguro de viagem: SEGURVIAJE, que compramos na loja da TAM, onde compramos as passagens aéreas, informamos o sumiço da mala, esperamos ela ser localizada e preenchemos os formulários que eles mandaram por email, assim que chegamos ao Rio de Janeiro – e os enviamos por sedex para eles. 
No dia 14 de outubro, eles depositaram na nossa conta bancária, cerca de 700 reais de compensação pela demora na localização da mala.  
 

balas de goma para limpar os dentes com o dedo = 1 libra

Se a nossa mala apareceu?  Apareceu…  quando já estávamos no final da viagem, em St. Dennis, na Cornualha, Inglaterra, na casa de nossa amiga Diana Padwick.
Sabem onde ela foi parar? Em Miami.  Do Rio de Janeiro a São Paulo, Frankfurt, Miami, Edimburgo, Londres, St. Dennis – deu a volta ao mundo e foi parar na casa de nossa amiga inglesa.
 
Dos males o menor – mas nunca mais faço conexão em vôo internacional.
 
  
 
Curiosidade – no banheiro do aeroporto de Edimburgo encontramos essas balas de goma ao lado, que devem ser usadas para limpar os dentes com o dedo, na falta de escova.  Eu heim…


et cetera
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