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O Castelo de Edimburgohttp://www.edinburghcastle.gov.uk/) é uma antiga fortaleza que domina a silhueta da cidade, no topo do Castle Rock – uma rocha de origem vulcânica.  Trata-se de um dos mais importantes castelos do país, sendo a segunda atração turística mais visitada na Escócia.

A ocupação humana no local remonta ao século IX.   Entre as suas atrações estão as jóias da coroa.   Ali também se encontra a chamada Pedra do Destino, o assento de coroação dos reis da Escócia e que pode ter dado origem à pedra onde encontrava-se Excalibur.

Outros pontos de interesse no castelo, são:

  • a pequena Capela de Santa Margarida, os aposentos reais e o imponente Grande Hall, construído por Jaime IV em 1511;
  • as prisões militares, onde no final do século XVIII ficaram detidos marinheiros de muitos países.

Durante três semanas, em agosto, a praça em frente ao Portão de Armas do castelo serve de palco à Edinburgh Military Tatoo, uma parada militar famosa em todo o mundo.

vista panorâmica do Castelo de Edimburgo

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todas as placas são em inglês e em gaélico – simpático…

Também, durante nosso tour através da Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com – Loch Ness&Highlands of Scotland Sightseeing Tour http://graylinescotland.com/tour.asp?tourid=44, após atravessarmos o passo Loch Leven em Ballachulish, paramos em Fort Augustus, no Loch Ness (http://loch-ness.org/).

 

 

 

 

 

 

 

Fizemos, então, um passeio de barco de cerca de 1 hora, pelo lago, passando pelo castelo de Urquhart.

O lago Ness (Loch Ness) é um lago de água doce com cerca de 37 km de comprimento, com profundidade máxima de 226 metros.

As águas do Loch Ness são bastante frias, devido principalmente à sua latitude e à sua profundidade. 

A visibilidade da água é extremamente reduzida devido ao teor de turfa do solo, que é trazida para o lago através das redes de drenagem.  

 

 

 

Telas representam a profundidade das águas do lago e as imagens de sonar, durante o passeio.

Pensa-se que o lago Ness tenha sido modelado pelas geleiras da última era glacial. 

 

 

 

adesivos do "monstro" nas escotilhas do barco, no 1o andar, dão a impressão de poder vê-lo, facilmente

O lago Ness é mundialmente conhecido pelas alegadas aparições do Monstro do Lago Ness, conhecido pelos habitantes locais por Nessie.

As evidências científicas para a existência deste monstro, descrito como uma espécie de dragão marinho, são quase nulas, o que não impede que seja uma atração turística. 

 

 

 

Eilean Donan Castle

O seu litoral é bastante pitoresco, com castelos como o de Eilean Donan, onde foi filmada a cena inicial do filme Highlander, ou ruínas de castelos, como o de Urquhart, em Drumnadrochit.

 

 

 

 

 

plesiossauro

Nessie – A sua existência (ou não) continua a suscitar debate – descrito como uma espécie de réptil marinho, semelhante ao plesiossauro pré-histórico. 

 

 

 

 

criação artística de Nessie

Mas em 2003, o governo da Escócia declarou que o monstro não existe e as ideias de que ele existe não passam de fruto da imaginação.



Hairy Coo

Durante o nosso tour pelas Highlands da Escócia, pela Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com, passamos por Callander – onde pudemos tomar um café, comprar souvenirs e conhecer e fotografar e filmar o Hairy Coo – um boi da raça Hamish, que é super peludo.  Provavelmente o boi mais fotografado das highlands.

Hairy Coo é Hairy Cow em gaélico – esse gado é o maior recurso econômico dos povos que ainda vivem na zona rural escocêsa e formam os clãs – os últimos povos tribais da Europa.  Grandes lutadores que tocavam gaitas de foles e usavam kilts de acordo com as cores de seus tartans. 

tartans diversos

Tartan é um tipo de tecido quadriculado, parecido com xadrez, com padrões de linhas diferentes e cores distintas. É o padrão utilizado para se fazer um kilt, típica indumentária escocesa.  A palavra Tartan significava, originalmente, “tecido de lã leve”. Como símbolos dos clãs escoceses, os tartans começaram a ser usados apenas no século XVIII.   Contudo existe evidência da existência de tartans que datam do século 3 a.C.. Escavações arqueológicas, perto de Falkirk, descobriram um jarro de terracota com moedas de prata, no qual um pedaço de pano xadrez, nas cores marrom e branca, fora usado como tampa. Referencias à tartans ocorrem em vários documentos, pinturas e ilustrações. Uma carta patente em favor de Hector MacLean of Duart, de 1587, garante a concessão de terras em Islay e detalha o pagamento de 60 ellsde tecido nas cores branca, preta e verde (as cores do tartan de caça do clã MacLean of Duart).

highlander com seu kilt de tartan

O kilt é um saiote masculino, pregueado na parte de trás, trespassado na parte da frente, de comprimento da cintura até aos joelhos. Na Escócia, era feito original e tradicionalmente de tecido de lã e com padrões de tartan, sendo utilizado por guerreiros dos clãs, cada clã possuindo o seu próprio tartan. Era o traje típico de homens e jovens da montanhas escocesas do Séc. XVI. Desde o Séc. XIX está associado a toda a cultura escocesa e com a herança da cultura celta.  Apesar de não estar totalmente comprovado, acredita-se que o primeiro kilt é datado de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.  Uma outra versão, atualiza ainda mais a origem do kilt: ele era usado pelos gaélicos da Irlanda, no século XIV. Com a migração do povo gaélico para o norte e oeste da Escócia, acabou sendo adotado pelos escoceses da região das Highlands.



 Logo após o café da manhã, saímos para um passeio de um dia pela Gray Line Tours of Scotland – http://graylinescotland.com
 
Loch Ness&Highlands of Scotland Sightseeing Tour http://graylinescotland.com/tour.asp?tourid=44

Foi todo falado em inglês – portanto, não é para neófitos. 

 

nosso ônibus

Custou para o casal, 80 libras e seguimos o itinerário abaixo:        

 

 

 

Seguimos para Fife (http://www.welcometoscotland.com/regions/fife), através da ponte Forth Railway, chegando de volta a Edimburgo.

 



Em nossa primeira noite em Edimburgo, jantamos, por indicação da Sara, do St. Valery, no The Mercat Bar:  http://www.mercatbar.com/ – 28 West Maitland Street, EH12 5DX – 0131 225 8716.

 

 

 

 

 

 

tiger prawnsnorth sea haddock

Um gastro pub (bistrô), como se auto-intitulam, muito aconchegante, com comida deliciosa e atendimento de primeira – comemos:

  • North sea haddock dipped in beer butter  (£9.50), served with a portion of chips and garnished with crisp salad, lemon wedge and the chef’s tartar sauce – haddock grelhado em manteiga de cerveja com batatas, ao molho tártaro.
  • Grilled Sea Bass and tiger prawns (£9.50) served with straw potatoes and salsa –  robalo grelhado e camarões gigantes, servidos com batatas e molho tártaro.

 

 

Em nossa 2a noite em Edimburgo, tentamos achar um restaurante para jantar, mas já eram mais de 21 horas.  Nada estava aberto.  Os restaurantes recebem os últimos pedidos para a cozinha somente até 20:30horas e fecham 22:30 horas.  Impreterivelmente!!!!  Os pubs ficam abertos mas não podem servir comida após 20:30 horas – somente bebida e biliskeites.  Em compensação, as groceries vendem comida para lanche do tipo “grab and go” – compre e leve para comer em casa – mas não podem vender bebida após 22 horas.  Então, foi o que fizemos: compramos queijos, croissants, batatas fritas Pringles, vinho, coca-cola, sparkling water e kit-kats – e jantamos no nosso quarto do St. Valery.

queijos, croissants, batatas fritas Pringles, vinho, coca-cola, sparkling water e kit-kats

 


et cetera
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